Santanna - O Cantador
O maior influenciador do seu estilo é o imortal Rei do Baião, Luiz Gonzaga.
Em 1984, veio conhecer Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, de quem se tornou amigo particular. A admiração pelo Rei transformou-se em grande amizade. Participou de vários shows seus, fazendo a abertura e, em seguida, fazendo vocal.
Tornou-se cantor profissional em 1992.
Santanna é um artista nordestino nascido em Juazeiro do Norte - CE, em 29 de fevereiro de 1960, recebido pelas mãos firmes, calosas e carinhosas da parteira Maria Baião. Dizem, que foi aí que se ouviu o seu primeiro aboio.
Santanna, o Cantador, descende de família de artistas e teve, na sua infância, a influência do aboio do vaqueiro nordestino, do canto das lavadeiras, do canto das rezadeiras e, finalmente, do canto dos cantadores violeiros e emboladores.
O maior influenciador do seu estilo é o imortal Rei do Baião, Luiz Gonzaga.
Em 1984, veio conhecer Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, de quem se tornou amigo particular. A admiração pelo Rei transformou-se em grande amizade. Participou de vários shows seus, fazendo a abertura e, em seguida, fazendo vocal.
Tornou-se cantor profissional em 1992.
Santanna é um artista nordestino nascido em Juazeiro do Norte - CE, em 29 de fevereiro de 1960, recebido pelas mãos firmes, calosas e carinhosas da parteira Maria Baião. Dizem, que foi aí que se ouviu o seu primeiro aboio.
Santanna, o Cantador, descende de família de artistas e teve, na sua infância, a influência do aboio do vaqueiro nordestino, do canto das lavadeiras, do canto das rezadeiras e, finalmente, do canto dos cantadores violeiros e emboladores.
O Juazeiro (Zizyphus joazeiro
Mart.; Rhamnaceae), também conhecido por joá, larajeira-de-vaqueiro, juá-fruta,
juá e juá-espinho, é uma árvore típica do Nordeste brasileiro.
Seus frutos, do tamanho de uma cereja, são comestíveis e utilizados para fazer geléias, além de possuírem uma casca rica em saponina (usada para fazer sabão e produtos de limpeza para os dente...
Seus frutos, do tamanho de uma cereja, são comestíveis e utilizados para fazer geléias, além de possuírem uma casca rica em saponina (usada para fazer sabão e produtos de limpeza para os dente...
TEMPO PRA MIM/POEMA INCIDENTAL (REPENTE DE JOÃO PARAIBANO): A JUVENTUDE
NÃO DÁ
(ACCIOLY NETO)
EU QUERO
ALGUMA COISA PRA BEBER
SERENAR MEU CORAÇÃO
DÁ UM TEMPO NESSA GUERRA
JÁ CHEGA!
QUE SE DANEM OS PROBLEMAS
MONTE DE COISAS PEQUENAS
QUE ME FAZEM DESVIVER
EU HOJE
SEM QUERER OLHEI NO ESPELHO
E NOTEI QUE O MEU CABELO
JÁ COMEÇA EMBRANQUECER
E AGORA
NEM TÃO VELHO NEM TÃO MOÇO
SERÁ QUE TENHO NO BOLSO
A CHAVE DO MEU VIVER
EU HOJE QUERO UM TEMPO PRA MIM
PRA VER O GOSTO QUE A VIDA TEM
EU HOJE VOU BEBER DANÇAR
ME RECOMEÇAR
QUEM SABE ME APAIXONAR POR ALGUÉM
POEMA INCIDENTAL (REPENTE DE JOÃO PARAIBANO):
A JUVENTUDE NÃO DÁ
DIREITO A SEGUNDA VIA
JESUS PINTOU MEUS CABELOS
NO FINAL DA BOEMIA
MAS NA HORA DE PINTAR
ESQUECEU DE PERGUNTAR
QUAL ERA A COR QUE EU QUERIA.
ALGUMA COISA PRA BEBER
SERENAR MEU CORAÇÃO
DÁ UM TEMPO NESSA GUERRA
JÁ CHEGA!
QUE SE DANEM OS PROBLEMAS
MONTE DE COISAS PEQUENAS
QUE ME FAZEM DESVIVER
EU HOJE
SEM QUERER OLHEI NO ESPELHO
E NOTEI QUE O MEU CABELO
JÁ COMEÇA EMBRANQUECER
E AGORA
NEM TÃO VELHO NEM TÃO MOÇO
SERÁ QUE TENHO NO BOLSO
A CHAVE DO MEU VIVER
EU HOJE QUERO UM TEMPO PRA MIM
PRA VER O GOSTO QUE A VIDA TEM
EU HOJE VOU BEBER DANÇAR
ME RECOMEÇAR
QUEM SABE ME APAIXONAR POR ALGUÉM
POEMA INCIDENTAL (REPENTE DE JOÃO PARAIBANO):
A JUVENTUDE NÃO DÁ
DIREITO A SEGUNDA VIA
JESUS PINTOU MEUS CABELOS
NO FINAL DA BOEMIA
MAS NA HORA DE PINTAR
ESQUECEU DE PERGUNTAR
QUAL ERA A COR QUE EU QUERIA.
Meu Bê-abá
(Luiz Fidelis)
“Nove e nove? Eu: dezenove... Eu só
sabia rimar... Matemática de poeta: quem erra depois acerta, quem acerta pode
errar”
A Natureza das Coisas
(Accioly Neto)
"Se avexe não... Amanhã pode
acontecer tudo, inclusive nada"
Dez Poemas Diferentes
(Marrom Brasileiro)
"Se a gente melhorar, vence você e eu"
Dirceu Rabelo Rabeloersos de Dirceu Rabelo
O BEIJO
O beijo que outras me deram
Não me valeram metade
Do beijo que não me deste.
Num beijo teu
Eu ergueria um mundo
E ele te custaria apenas
A efemeridade de um segundo.
LETRAS
Mensageiro Beija-Flor
(Nanado Alves)
Queria lhe mandar um beijo
Mas não achava um portador
Pra lhe falar do meu desejo
Pra lhe dizer como eu estou
Me com...
Queria lhe mandar um beijo
Mas não achava um portador
Pra lhe falar do meu desejo
Pra lhe dizer como eu estou
Me com...
LETRAS
Debaixo do chapéu de
couro
Moro eu, mora meu pai
Mora a família toda
Vaqueiro todo o tempo
Mundo afora
Vaqueijando a toda hora
Gado brabo a derrubar
Deba...
Moro eu, mora meu pai
Mora a família toda
Vaqueiro todo o tempo
Mundo afora
Vaqueijando a toda hora
Gado brabo a derrubar
Deba...
"Um abraço na natureza, um riacho
em correnteza: é um show de vida, é o sertão"
Sertão Um Show de Vida
(Estrela Sobrinho)
(Estrela Sobrinho)
LETRAS
Eu não sabia que a
Maria me amava
Eu nunca notei, eu nunca notei.
Também dizia que não me apaixonava
E me apaixonei e me apaixonei
Mas hoje eu sei que a ...
Eu nunca notei, eu nunca notei.
Também dizia que não me apaixonava
E me apaixonei e me apaixonei
Mas hoje eu sei que a ...
LETRAS
ME DÁ MEU CORAÇÃO
(Accioly Neto)
Você dizia que me amava e me queria
Que jamais em sua vida
Gostou de alguém assim
Que eu era tudo pra você
A flor do be...
Você dizia que me amava e me queria
Que jamais em sua vida
Gostou de alguém assim
Que eu era tudo pra você
A flor do be...
Comentários
sobre Santanna
02/06/2015
jhonathan escreveu:
Sinto uma paz muito grande com
suas canções e um orgulho tremendo de ser nordestino. Precisamos de gente que
cante o nordeste com orgulho, assim como você. Fico muito feliz por ainda
existirem pessoas como você.
1/05/2015
Laura Aline escreveu:
Olá Santana gosto muito de ouvir
você cantar , do seu Show ....Gostaria de saber da sua agenda de junho para
poder te acompanhar .. bju
28/05/2015
Pedro Ferreira escreveu:
Meu Sobrinho/Neto, Caio da
Silva, com apenas 03 anos já canta suas músicas e as escuta até dormir.
Pesquise e surpreenda-se com este
CRAQUE da música popular nordestina. Ele é incrivelmente BOM.
Tudo isso aí em cima você encontra
no seu Blog
Sertão: Um Show de Vida
Santanna O Cantador
Nem acredito que depois
De tanto tempo pelo mundo
Eu estou voltando
Pra abraçar os meus amigos
Meus pais e meus manos
Que na minha despedida
Eu deixei chorando
Depois de muitas madrugadas
Tendo que encarar o medo
E o frio das ruas
Sempre na mesma jornada
Uma vida crua
É tão bom saber
Que pra casa estou voltando
De tanto tempo pelo mundo
Eu estou voltando
Pra abraçar os meus amigos
Meus pais e meus manos
Que na minha despedida
Eu deixei chorando
Depois de muitas madrugadas
Tendo que encarar o medo
E o frio das ruas
Sempre na mesma jornada
Uma vida crua
É tão bom saber
Que pra casa estou voltando
Dentro da minha cabeça
Posso ver a alvorada
Num show de vida:
É o Sertão
Orquestra de passarinhos
Bem-ti-vi fazendo a farra
Nas asas de um gavião
Dentro da minha cabeça
Posso ver a alvorada
Num show de vida:
É o Sertão
Orquestra de passarinhos
Bem-ti-vi fazendo a farra
Nas asas de um gavião
Posso ver a alvorada
Num show de vida:
É o Sertão
Orquestra de passarinhos
Bem-ti-vi fazendo a farra
Nas asas de um gavião
Dentro da minha cabeça
Posso ver a alvorada
Num show de vida:
É o Sertão
Orquestra de passarinhos
Bem-ti-vi fazendo a farra
Nas asas de um gavião
Cheiro de terra molhada
No alpendre a rede armada
Menino de pé no chão
Um abraço na natureza
Um riacho em correnteza
É show de vida:
É o Sertão
Um bule num fogão de lenha
Ô de casa! É a senha
Para uma prosa então
Romeiros que passam na estrada
Noite nua enluarada
É um show de vida:
É o Sertão
No alpendre a rede armada
Menino de pé no chão
Um abraço na natureza
Um riacho em correnteza
É show de vida:
É o Sertão
Um bule num fogão de lenha
Ô de casa! É a senha
Para uma prosa então
Romeiros que passam na estrada
Noite nua enluarada
É um show de vida:
É o Sertão
Poema Incidental:
A imagem que eu divisei
Em tarde de sol bem quente
Fez meu passado surgir
De relance em minha mente
Em sujinhos pés descalços
Que corriam alegremente
Sem sequer se importar
Com o que virá pela frente
E sem notar que o futuro
Faz-se hoje, no presente
Em tarde de sol bem quente
Fez meu passado surgir
De relance em minha mente
Em sujinhos pés descalços
Que corriam alegremente
Sem sequer se importar
Com o que virá pela frente
E sem notar que o futuro
Faz-se hoje, no presente

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