quarta-feira, 7 de outubro de 2026
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Paulão, GUERREIRO do povo alagoano ! ! !
PAULÃO NA RETA FINAL: UMA CAMINHADA POLÍTICA EM
BUSCA DO RETORNO AO CONGRESSO NACIONAL
Na reta final das Eleições 2026, o candidato a deputado federal Paulão (PT) intensifica sua caminhada política em Alagoas, em uma campanha marcada pela tentativa de reconstruir sua presença no Congresso Nacional e reafirmar uma trajetória construída ao longo de anos de atuação política.
Paulo
Fernando dos Santos, o Paulão, é candidato a deputado federal pelo PT em
Alagoas, com candidatura oficialmente deferida pela Justiça Eleitoral.
A
disputa deste ano ganhou um componente jurídico e político particular. Em
setembro, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu, por unanimidade, pelo retorno
de Paulão ao mandato de deputado federal, após uma controvérsia envolvendo a
retotalização dos votos das eleições de 2022.
O
episódio alterou significativamente os últimos meses da trajetória parlamentar
do petista. A Câmara dos Deputados havia formalizado anteriormente a perda do
mandato em razão da retotalização determinada pela Justiça Eleitoral, o que
provocou mudanças na composição da bancada alagoana.
É
nesse cenário que Paulão chega aos últimos dias da campanha de 2026: buscando
novamente uma vaga na Câmara dos Deputados e colocando sua experiência política
diante da avaliação soberana do eleitorado alagoano.
Uma
trajetória que chega novamente às urnas
Os
registros oficiais da Câmara dos Deputados mostram que Paulão possui histórico
de atuação parlamentar em diferentes legislaturas. Em 2026, antes de deixar o
exercício do mandato, aparecem registros de propostas legislativas, votações
nominais, discursos e participação em comissões, inclusive em temas
relacionados ao colapso do solo em bairros de Maceió e à primeira infância.
Esse
histórico faz parte do patrimônio político que o candidato apresenta ao eleitor
neste momento decisivo.
Mas,
em uma democracia, trajetória não substitui avaliação. É o eleitor quem deverá
analisar o passado, as posições políticas, a atuação parlamentar, as propostas
e os compromissos apresentados durante a campanha.
Os
últimos dias.
A
reta final de uma eleição é sempre um período de grande intensidade. Candidatos
percorrem municípios, conversam com lideranças, participam de reuniões e
apresentam suas propostas à população.
No
caso de Paulão, a caminhada chega ao fim depois de um período particularmente
movimentado, marcado não apenas pela campanha eleitoral, mas também por
decisões judiciais que interferiram diretamente em sua situação parlamentar.
A
candidatura, portanto, carrega uma narrativa própria: a de um político que
pretende retornar ao Congresso e novamente representar Alagoas na Câmara dos Deputados.
Experiência,
posições e avaliação popular
Ao
longo de sua trajetória, Paulão construiu sua identidade política dentro do
campo do Partido dos Trabalhadores e em defesa de pautas sociais que fazem
parte de sua atuação pública.
Seus
apoiadores destacam justamente essa experiência e a atuação política acumulada.
Seus adversários, naturalmente, têm espaço para apresentar críticas e
interpretações diferentes sobre seu mandato e suas posições.
Cabe
ao jornalismo registrar os fatos e permitir que o cidadão conheça os diferentes
lados da disputa.
E
cabe ao eleitor, livremente, fazer sua própria avaliação.
Uma
eleição que decidirá os próximos passos.
A
eleição de 2026 representa, para Paulão, mais do que uma nova candidatura. É
uma tentativa de voltar definitivamente ao espaço institucional que marcou boa
parte de sua trajetória política.
A
Justiça Eleitoral registra sua candidatura como deferida, e o resultado das
urnas determinará a composição da representação de Alagoas na Câmara dos
Deputados.
Nos
últimos dias da campanha, Paulão coloca sua história política, suas propostas e
seu posicionamento diante do julgamento democrático das urnas.
Sem
atalhos, sem substituir a vontade popular e sem transformar jornalismo em
propaganda: a palavra final, como deve ser em uma democracia, pertence ao
eleitor alagoano.
Paulão, guerreiro da democracia
ANTONIO FERNANDO DA SILVA
(FERNANDO CPI)
SITE CPINEWS.
JORNALISTA.
REGISTRO PROFISSIONAL DE JORNALISTA Nº 0002099/2021/MTE/BRASIL.
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS JORNALISTAS INDEPENDENTES DO ESTADO DE ALAGOAS.
BACHAREL E POS GRADUADO EM DIREITO CESMAC ALAGOAS.
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
fhc alagoano SURFANDO na mentira ! ! !
O ex-prefeito de Maceió e atual candidato ao governo de Alagoas nesta eleição, JHC (PSDB), é alvo de uma denúncia recente na Justiça Eleitoral sob a acusação de utilizar caixa dois para financiar e divulgar pesquisas eleitorais fraudulentas. A representação foi protocolada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) pela coligação “Pra Alagoas Fazer História de Novo” liderada pelo MDB.
A denúncia aponta que a empresa Agora Alagoas Comunicação Ltda. teria pago R$ 329 mil por sete pesquisas eleitorais realizadas pelo instituto TDL Pesquisa.
Segundo a acusação, nenhum desses valores constava nas prestações de contas oficiais da campanha eleitoral de JHC. Esse instituto TDL pertence a Tadeu Lira, primo de Arthur Lira, atual deputado federal e candidato ao senado. Além disso, uma das sócias da empresa pagadora (Agora Alagoas) seria uma servidora da Prefeitura de Maceió nomeada na gestão de JHC.
A coligação opositora pede a quebra de sigilo dos envolvidos, a cassação dos registros de candidatura e a declaração de inelegibilidade de JHC e dos demais candidatos que supostamente se beneficiaram das pesquisas.
terça-feira, 29 de setembro de 2026
sábado, 26 de setembro de 2026
Pressão DERRUBA plataforma cretina ! ! !
Pressão derruba censura da Meta a
Porchat.
por
Altamiro Borges
A multinacional estadunidense Meta – dona do Instagram, Facebook e
WhatsApp – cometeu mais um de seus crimes nesta quarta-feira (23). Ela censurou
um vídeo do humorista Fabio Porchat que exibia as relações promíscuas entre o
mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a Igreja Batista da Lagoinha, e
vários personagens da cena política, como o candidato Flávio Bolsonaro e o
deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A conta do perfil do Revelando no Instagram
ficou fora do ar durante várias horas e só foi restaurada após intensa pressão
nas redes sociais.
“Hoje de manhã, a página do Instagram do Revelando foi derrubada pela
Meta sem nenhuma justificativa… O vídeo não era campanha, não era calúnia, não
era achismo. Era uma lista de fatos, todos eles amplamente reportados pela
imprensa e explicados de uma forma acessível pra todo mundo”, lamentou o
artista em suas redes. Conforme explicado, no momento da censura, o vídeo já
tinha acumulado 6 milhões de visualizações, 140 mil compartilhamentos e 33 mil
comentários no Instagram e chegou ao primeiro lugar do ranking Hype do YouTube
Brasil.
A big tech do trumpista Mark Zuckerberg não explicou os motivos da
retirada do vídeo intitulado “Grandes Igrejas, Master Negócios” do Instagram.
Após restaurar a conta, ela apenas pediu “desculpas pela inconveniência”,
segundo matéria do site UOL. “Depois de muita pressão, a página veio pro ar,
mas a gente não sabe por quanto tempo, festejou o humorista em sua postagem.
Mas ele mesmo alertou: “O melhor remédio contra a tentativa de censura somos
nós mesmos”. E citou um trecho do Evangelho de João: “Conhecereis a verdade e a
verdade libertará”.
Como alerta o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a censura ao Revelando
– uma iniciativa do podcast Calma Urgente e parceria com ICL, Mídia Ninja e 342
Artes – revelam a gravidade da falta de regulação das big techs no Brasil De
imediato, o parlamentar acionou o Ministério Público Federal contra a Meta Na
representação, ele pede a abertura de procedimento para investigar os critérios
usados pela plataforma e cobra transparência sobre os mecanismos de moderação
de conteúdo
“Não estamos discutindo apenas uma conta retirada do ar. Estamos falando
sobre quem controla o espaço público digital e quais limites existem para esse
poder. Se uma plataforma decidir retirar conteúdo jornalístico de interesse
público relevante, ela precisa dizer de forma transparente qual regra foi
aplicada, por que foi aplicada e quem tomou essa decisão. Liberdade de
expressão não pode ficar submetida a uma caixa-preta algorítmica”, argumenta
Orlando Silva.
No documento encaminhado ao MPF, o deputado argumenta que empresas como
a Meta ocupam posição central na comunicação contemporânea e, justamente por
isso, seus procedimentos de moderação não podem funcionar de maneira opaca ou
arbitrária. A representação crítica especificamente a utilização de
justificativas genéricas relacionadas aos “padrões da comunidade” sem a
apresentação dos critérios concretos que motivaram uma suspensão.
“As Big Techs não podem ter poder absoluto para decidir, sem prestar
contas a ninguém, aquilo que milhões de brasileiros podem ou não acessar.
Defender regras democráticas para as plataformas não significa impedir a
moderação de conteúdo. Significa exigir transparência, responsabilidade e
devido processo. É uma discussão sobre soberania, democracia e liberdade de
informação no ambiente digital”.
Orlando Silva pede a instauração de Inquérito Civil ou Procedimento Preparatório para apurar a atuação da Meta na retirada do perfil e dos conteúdos do Revelando. “O fato de o perfil ter voltado ao ar não encerra a questão. Pelo contrário: é preciso saber por que caiu, quais critérios foram trabalhados e o que impedem que situações semelhantes se repitam. Uma democracia não pode naturalizar decisões opacas de empresas privadas capazes de interferir diretamente na circulação de informações de interesse público”.




