segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Caminho para VIRADA no segundo turno ! ! !

 

‘Não há lei de ferro nas urnas’: Marcos Coimbra aponta caminho para virada de Lula no segundo turno


P O R

Marcos Coimbra*



A narrativa de que o desfecho do primeiro turno traça um destino imutável para a eleição presidencial foi rechaçada pelo sociólogo Marcos Coimbra, diretor e fundador do Instituto Vox Populi. Em entrevista ao jornalista Fernando Morais no programa Nocaute, na TV 247, o especialista analisou a curta distância que separa os dois candidatos, o volume expressivo de abstenções e as contradições do projeto adversário para assegurar: a virada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 25 é um cenário plenamente viável.

A dinâmica do segundo turno e o precedente recente

Coimbra fez questão de recorrer à história eleitoral recente para alertar contra o derrotismo. O sociólogo recordou como as disputas de segundo turno ganham vida própria, alterando correlações de força em prazos exíguos:

·         O espelho de 2022: O pesquisador lembrou que, na eleição anterior, uma vantagem inicial expressiva de mais de seis pontos percentuais foi comprimida com velocidade vertiginosa até a abertura das urnas, comprovando a elasticidade do eleitorado quando o confronto passa a ser direto.

·      Margem estreita: Com as pesquisas pós-primeiro turno indicando uma separação de apenas dois pontos percentuais — dentro da margem de erro —, a disputa começa, na prática, sob condição de empate técnico.

·               Comparação direta: Na avaliação de Coimbra, o afunilamento em apenas duas candidaturas retira a cortina de fumaça da multiplicidade de palanques. O peso do exercício da Presidência, as entregas materiais do governo e o contraste entre trajetórias públicas consolidadas e nomes testados apenas pela retórica digital passam a ter peso determinante.

Crise do capitalismo global e a armadilha da “falsa novidade”

Ao analisar o avanço da bancada conservadora no Congresso e nas assembleias estaduais, Marcos Coimbra buscou afastar leituras simplistas que atribuem o resultado a meros erros táticos de campanha. Para o sociólogo, o Brasil vivencia os desdobramentos de uma crise estrutural prolongada:

“O capitalismo do bem-estar social, que garantiu distribuição de renda e ampliação de direitos na segunda metade do século XX, entrou em colapso com a crise de 2008. O modelo que o sucedeu é incapaz de entregar segurança material. O resultado é o sentimento de frustração que alimenta a ilusão de que qualquer rosto desconhecido, cuja única credencial é dizer ‘sou diferente’, representa uma solução real.”

Coimbra ponderou que a ascensão da direita em diversas regiões da América do Sul e da Europa não traduz uma adesão ideológica consciente a programas ultraliberais, mas sim um voto de protesto volátil. Prova disso, segundo ele, é a curta duração dos mandatos e a sucessiva alternância de poder registrada em países vizinhos que desmantelaram suas redes de proteção pública.

A força do piso eleitoral e a disputa da maioria

Apesar de uma década inteira de fustigamento midiático e perseguição política contra o campo progressista, Coimbra destacou a impressionante resiliência da liderança popular de Lula:

·         Piso histórico de sustentação: Desde o início dos anos 2000, o Partido dos Trabalhadores mantém uma base sólida que oscila próxima de metade do eleitorado nacional, patamar raríssimo em democracias ocidentais marcadas por fragmentação.

·         A falácia do desmonte social: O pesquisador desfez a narrativa liberal que classifica programas como o Bolsa Família como desincentivo ao trabalho, traçando um paralelo com discursos do século XIX que criminalizavam a pobreza para justificar o corte de recursos essenciais.

·         O eleitor em disputa: O contingente superior a 30 milhões de brasileiros que não compareceram às urnas ou anularam o voto no primeiro turno representa a chave da virada. Para Coimbra, convencer esse eleitorado de que a retirada de direitos trabalhistas e o congelamento de benefícios previdenciários atingirão diretamente suas famílias é a prioridade decisiva até o dia da votação.

O diretor do Vox Populi concluiu apontando que a corrida eleitoral está em aberto e dependerá da capacidade de traduzir o projeto de reconstrução do país em garantias palpáveis para a vida cotidiana do trabalhador.

 

“É uma tolice dizer que não existe caminho para modificar o resultado de um primeiro turno. Não existe nenhuma lei de ferro na política brasileira que impeça quem ficou em segundo de ultrapassar na etapa final. A distância entre os dois é muito pequena e as vulnerabilidades do adversário são evidentes”, ressaltou Coimbra.


*Marcos Coimbra Marcos Antônio de Salvo Coimbra foi um diplomata brasileiro; foi secretário-geral da Presidência da República durante o governo Collor. Pai de três filhos, Marcos Antônio Coimbra, Gastão Coimbra e Fernando Coimbra. Após enviuvar muito cedo, casou-se com Leda Collor de Mello.


sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Paulão, GUERREIRO do povo alagoano ! ! !

 

PAULÃO NA RETA FINAL: UMA CAMINHADA POLÍTICA EM BUSCA DO RETORNO AO CONGRESSO NACIONAL


Na reta final das Eleições 2026, o candidato a deputado federal Paulão (PT) intensifica sua caminhada política em Alagoas, em uma campanha marcada pela tentativa de reconstruir sua presença no Congresso Nacional e reafirmar uma trajetória construída ao longo de anos de atuação política.

Paulo Fernando dos Santos, o Paulão, é candidato a deputado federal pelo PT em Alagoas, com candidatura oficialmente deferida pela Justiça Eleitoral.

A disputa deste ano ganhou um componente jurídico e político particular. Em setembro, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu, por unanimidade, pelo retorno de Paulão ao mandato de deputado federal, após uma controvérsia envolvendo a retotalização dos votos das eleições de 2022.

O episódio alterou significativamente os últimos meses da trajetória parlamentar do petista. A Câmara dos Deputados havia formalizado anteriormente a perda do mandato em razão da retotalização determinada pela Justiça Eleitoral, o que provocou mudanças na composição da bancada alagoana.

É nesse cenário que Paulão chega aos últimos dias da campanha de 2026: buscando novamente uma vaga na Câmara dos Deputados e colocando sua experiência política diante da avaliação soberana do eleitorado alagoano.

Uma trajetória que chega novamente às urnas

Os registros oficiais da Câmara dos Deputados mostram que Paulão possui histórico de atuação parlamentar em diferentes legislaturas. Em 2026, antes de deixar o exercício do mandato, aparecem registros de propostas legislativas, votações nominais, discursos e participação em comissões, inclusive em temas relacionados ao colapso do solo em bairros de Maceió e à primeira infância.

Esse histórico faz parte do patrimônio político que o candidato apresenta ao eleitor neste momento decisivo.

Mas, em uma democracia, trajetória não substitui avaliação. É o eleitor quem deverá analisar o passado, as posições políticas, a atuação parlamentar, as propostas e os compromissos apresentados durante a campanha.

Os últimos dias.

A reta final de uma eleição é sempre um período de grande intensidade. Candidatos percorrem municípios, conversam com lideranças, participam de reuniões e apresentam suas propostas à população.

No caso de Paulão, a caminhada chega ao fim depois de um período particularmente movimentado, marcado não apenas pela campanha eleitoral, mas também por decisões judiciais que interferiram diretamente em sua situação parlamentar.

A candidatura, portanto, carrega uma narrativa própria: a de um político que pretende retornar ao Congresso e novamente representar Alagoas na Câmara dos Deputados.

Experiência, posições e avaliação popular

Ao longo de sua trajetória, Paulão construiu sua identidade política dentro do campo do Partido dos Trabalhadores e em defesa de pautas sociais que fazem parte de sua atuação pública.

Seus apoiadores destacam justamente essa experiência e a atuação política acumulada. Seus adversários, naturalmente, têm espaço para apresentar críticas e interpretações diferentes sobre seu mandato e suas posições.

Cabe ao jornalismo registrar os fatos e permitir que o cidadão conheça os diferentes lados da disputa.

E cabe ao eleitor, livremente, fazer sua própria avaliação.

Uma eleição que decidirá os próximos passos.

A eleição de 2026 representa, para Paulão, mais do que uma nova candidatura. É uma tentativa de voltar definitivamente ao espaço institucional que marcou boa parte de sua trajetória política.

A Justiça Eleitoral registra sua candidatura como deferida, e o resultado das urnas determinará a composição da representação de Alagoas na Câmara dos Deputados.

Nos últimos dias da campanha, Paulão coloca sua história política, suas propostas e seu posicionamento diante do julgamento democrático das urnas.

Sem atalhos, sem substituir a vontade popular e sem transformar jornalismo em propaganda: a palavra final, como deve ser em uma democracia, pertence ao eleitor alagoano.


Paulão, guerreiro da democracia


ANTONIO FERNANDO DA SILVA 
(FERNANDO CPI)
SITE CPINEWS.
JORNALISTA.
REGISTRO PROFISSIONAL DE JORNALISTA Nº 0002099/2021/MTE/BRASIL. 
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS JORNALISTAS INDEPENDENTES DO ESTADO DE ALAGOAS. 
BACHAREL E POS GRADUADO EM DIREITO CESMAC ALAGOAS.


quinta-feira, 1 de outubro de 2026

fhc alagoano SURFANDO na mentira ! ! !


vorcaro & jhc são amigos...na corrupção 


O ex-prefeito de Maceió e atual candidato ao governo de Alagoas nesta eleição, JHC (PSDB), é alvo de uma denúncia recente na Justiça Eleitoral sob a acusação de utilizar caixa dois para financiar e divulgar pesquisas eleitorais fraudulentas. A representação foi protocolada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) pela coligação “Pra Alagoas Fazer História de Novo” liderada pelo MDB.

A denúncia aponta que a empresa Agora Alagoas Comunicação Ltda. teria pago R$ 329 mil por sete pesquisas eleitorais realizadas pelo instituto TDL Pesquisa.

Segundo a acusação, nenhum desses valores constava nas prestações de contas oficiais da campanha eleitoral de JHC.  Esse instituto TDL pertence a Tadeu Lira, primo de Arthur Lira, atual deputado federal e candidato ao senado. Além disso, uma das sócias da empresa pagadora (Agora Alagoas) seria uma servidora da Prefeitura de Maceió nomeada na gestão de JHC.

A coligação opositora pede a quebra de sigilo dos envolvidos, a cassação dos registros de candidatura e a declaração de inelegibilidade de JHC e dos demais candidatos que supostamente se beneficiaram das pesquisas.

sábado, 26 de setembro de 2026

Paulão EM Arapiraca ! ! !

 


Pressão DERRUBA plataforma cretina ! ! !

 

Pressão derruba censura da Meta a Porchat.

por

Altamiro Borges

A multinacional estadunidense Meta – dona do Instagram, Facebook e WhatsApp – cometeu mais um de seus crimes nesta quarta-feira (23). Ela censurou um vídeo do humorista Fabio Porchat que exibia as relações promíscuas entre o mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a Igreja Batista da Lagoinha, e vários personagens da cena política, como o candidato Flávio Bolsonaro e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A conta do perfil do Revelando no Instagram ficou fora do ar durante várias horas e só foi restaurada após intensa pressão nas redes sociais.

“Hoje de manhã, a página do Instagram do Revelando foi derrubada pela Meta sem nenhuma justificativa… O vídeo não era campanha, não era calúnia, não era achismo. Era uma lista de fatos, todos eles amplamente reportados pela imprensa e explicados de uma forma acessível pra todo mundo”, lamentou o artista em suas redes. Conforme explicado, no momento da censura, o vídeo já tinha acumulado 6 milhões de visualizações, 140 mil compartilhamentos e 33 mil comentários no Instagram e chegou ao primeiro lugar do ranking Hype do YouTube Brasil.

A big tech do trumpista Mark Zuckerberg não explicou os motivos da retirada do vídeo intitulado “Grandes Igrejas, Master Negócios” do Instagram. Após restaurar a conta, ela apenas pediu “desculpas pela inconveniência”, segundo matéria do site UOL. “Depois de muita pressão, a página veio pro ar, mas a gente não sabe por quanto tempo, festejou o humorista em sua postagem. Mas ele mesmo alertou: “O melhor remédio contra a tentativa de censura somos nós mesmos”. E citou um trecho do Evangelho de João: “Conhecereis a verdade e a verdade libertará”.

Como alerta o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a censura ao Revelando – uma iniciativa do podcast Calma Urgente e parceria com ICL, Mídia Ninja e 342 Artes – revelam a gravidade da falta de regulação das big techs no Brasil De imediato, o parlamentar acionou o Ministério Público Federal contra a Meta Na representação, ele pede a abertura de procedimento para investigar os critérios usados ​​pela plataforma e cobra transparência sobre os mecanismos de moderação de conteúdo

“Não estamos discutindo apenas uma conta retirada do ar. Estamos falando sobre quem controla o espaço público digital e quais limites existem para esse poder. Se uma plataforma decidir retirar conteúdo jornalístico de interesse público relevante, ela precisa dizer de forma transparente qual regra foi aplicada, por que foi aplicada e quem tomou essa decisão. Liberdade de expressão não pode ficar submetida a uma caixa-preta algorítmica”, argumenta Orlando Silva.

No documento encaminhado ao MPF, o deputado argumenta que empresas como a Meta ocupam posição central na comunicação contemporânea e, justamente por isso, seus procedimentos de moderação não podem funcionar de maneira opaca ou arbitrária. A representação crítica especificamente a utilização de justificativas genéricas relacionadas aos “padrões da comunidade” sem a apresentação dos critérios concretos que motivaram uma suspensão.

“As Big Techs não podem ter poder absoluto para decidir, sem prestar contas a ninguém, aquilo que milhões de brasileiros podem ou não acessar. Defender regras democráticas para as plataformas não significa impedir a moderação de conteúdo. Significa exigir transparência, responsabilidade e devido processo. É uma discussão sobre soberania, democracia e liberdade de informação no ambiente digital”.

Orlando Silva pede a instauração de Inquérito Civil ou Procedimento Preparatório para apurar a atuação da Meta na retirada do perfil e dos conteúdos do Revelando. “O fato de o perfil ter voltado ao ar não encerra a questão. Pelo contrário: é preciso saber por que caiu, quais critérios foram trabalhados e o que impedem que situações semelhantes se repitam. Uma democracia não pode naturalizar decisões opacas de empresas privadas capazes de interferir diretamente na circulação de informações de interesse público”.