Janja homenageia dona Marisa Letícia
m ato NOBRE, Presidente LULA tira chapéu para seu povo
Geraldo Alckmin, Lu Alckmin,
Janja, LULA,
Fernando Haddad e Ana Haddad
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Geraldo Alckmin, Lu Alckmin,
Janja, LULA,
Fernando Haddad e Ana Haddad
Índio se forma, passa em concurso de juiz e é
discriminado no Tribunal de Santa Catarina
“Desejam me retirar do cargo, talvez por achar que sou incapaz por ser
cotista e por incômodo com decisões garantistas”, afirmou o juiz.
O juiz indígena Yves Luan Carvalho
Guachala, de 37 anos, denunciou perseguição etno-ideológica dentro do Tribunal
de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
A Articulação dos Povos Indígenas do
Brasil (Apib) pediu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que investigue o caso
e afirmou que medidas contra o magistrado podem afetar a permanência de
indígenas no sistema de Justiça. Com informações de g1.
Guachala ingressou na magistratura
pelas cotas destinadas a indígenas e responde, desde janeiro, a um processo
disciplinar que pode levar à demissão.
“Desejam me retirar do cargo, talvez
por achar que sou incapaz por ser cotista e por incômodo com decisões
garantistas”, afirmou o juiz.
A Apib sustenta que decisões tomadas
pelo magistrado provocaram reações na comarca. Entre elas, estão extinções de
execuções fiscais de baixo valor consideradas antieconômicas e relaxamentos de
prisões em audiências de custódia, especialmente em casos com pequena
quantidade de drogas ou relatos de violência policial e tortura.
Para a entidade, a Corregedoria-Geral
do TJSC abriu investigação após essas decisões e promoveu uma audiência pública
que reuniu críticas ao juiz. A defesa de Guachala e a Apib classificaram a
coleta de depoimentos como “pesca de provas”.
O documento encaminhado pela Apib
relata que testemunhas mencionaram repetidamente a origem indígena de Guachala.
A entidade também apontou boatos de que ele seria o “novo traficante da cidade”
ou teria ligação com facções criminosas, acusações que o juiz nega.
Depoimentos reunidos no procedimento
ainda trouxeram críticas a aspectos pessoais do magistrado, como o uso de
bermuda e regata para exercícios em espaços públicos. Uma testemunha afirmou
que, “pela aparência”, Guachala “facilmente levaria enquadro se não fosse
juiz”.
Guachala estudou em escola pública e
cursou Direito com bolsa do ProUni. Ele disse que não enfrentou problemas em 15
anos de carreira jurídica antes de assumir a comarca de Catanduvas e
classificou o que vive como violência institucional.
O magistrado afirmou que o tribunal o
retirou do fórum em 16 de abril, durante uma audiência de instrução. “Tive que
deixar a cidade e estou vivendo à base de remédios controlados”, relatou. O
TJSC informou que o processo corre sob segredo de Justiça e atribuiu o
afastamento a denúncias de servidores e a supostas irregularidades
administrativas e disciplinares.
Guachala também apresentou um
Procedimento de Controle Administrativo ao CNJ, mas o órgão arquivou a demanda
sem ouvi-lo, segundo o juiz. O conselho declarou não ter localizado processo
com a Apib como requerente, enquanto a articulação afirmou aguardar resposta ao
pedido de apuração.
Uma denúncia apresentada por Guachala
à Polícia Federal chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou a
abertura de investigação. O juiz criticou o julgamento: “Não tenho acesso ao
sistema, não posso comprovar nada, não tenho capacidade probatória nenhuma, não
tenho nenhum instrumento para me defender”.
O CNJ registra 24 juízes que se
autodeclaram indígenas entre 18.931 magistrados no país, o equivalente a 0,1%
do total. No ofício enviado ao conselho e ao Fórum Nacional do Poder Judiciário
para monitoramento das demandas dos povos indígenas, a Apib pediu oitiva de
testemunhas de defesa e medidas contra o uso de corregedorias locais como
instrumentos de perseguição etno-ideológica.
Dados do Índice de Desenvolvimento da
Educação Básica (Ideb) 2025, divulgados na última quarta-feira (dia cinco)
revelaram que estão em Alagoas e no Ceará as melhores notas da educação básica
do País.
Compõem a lista de nota 10 no Ideb os
municípios de Coruripe (AL), Santana do Mundaú (AL), União dos Palmares (AL),
Catunda (CE), Coreaú (CE), Cruz (CE) , Pedra Branca (CE) e Pires Ferreira (CE).
A força dos dois estados nordestinos
continua nos anos finais do ensino fundamental. O maior Ideb do país nessa
etapa foi registrado em Deputado Irapuan Pinheiro, no Ceará, com nota 9,3. Em
seguida, aparece Santana do Mundaú, em Alagoas, com 9,2. A diferença para os
demais municípios é expressiva. Nenhuma outra cidade entre as melhores alcançou
nota superior a 7,5.
No cenário nacional, o Ideb 2025
registrou a maior evolução acumulada em 20 anos. As três etapas do ensino
avaliadas (anos iniciais e finais do ensino fundamental e o ensino médio)
atingiram em 2025 o maior valor de toda a série histórica, iniciada em 2005.
Para o ministro da Educação, Leonardo
Barchini, a melhora dos indicadores é resultado de mais estudantes na escola,
menos reprovações e ganhos de aprendizagem dos alunos.
“Após 20 anos, a escola brasileira
conseguiu ao mesmo tempo melhorar o acesso; melhorar a trajetória desses
estudantes, melhorando o fluxo desses estudantes; e melhorar a proficiência”,
disse.
O Ideb avalia o desempenho dos
estudantes em língua portuguesa e matemática no Sistema de Avaliação da
Educação Básica (Saeb) e as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar. Os
indicadores são divulgados a cada dois anos.
FONTE:
https://revistane.com.br/2026/08/06/ideb-2025-municipios-de-alagoas-e-ceara-lideram-melhores-pontuacoes-no-ensino-fundamental-do-pais/
Périplo de sábado e domingo
(dias 25 e 26 deste mês em Garanhuns/Caetés)
Manhã de domingo, visitando réplica da casa
onde o Presidente LULA nasceu - Sítio Várzea Comprida - Caetés-PE