Luiz Inácio LULA da Silva reeleito para seu
QUARTO mandato como Presidente da República Federativa do Brasil
64.256.232 votos
dia vinte e cinco de outubro de 2026
Luiz Inácio LULA da Silva reeleito para seu
QUARTO mandato como Presidente da República Federativa do Brasil
64.256.232 votos
dia vinte e cinco de outubro de 2026
Na tarde de ontem, em Arapiraca, o povo festejou o aniversário
do Presidente LULA
Bolo, música e alegria na PRAÇA.
Orgia em todos os
níveis: o eleitor do filho do 'inominável' precisa saber
por
A população precisa saber quem é esse “filho 01 do inominável": suas ligações com a milícia no Rio de Janeiro, seu envolvimento em escândalos financeiros como o do Banco Master; precisa saber das investigações por desvio de verbas públicas, dos seus esquemas em estacionamentos e ambulâncias nos Hospitais Federais.
Entre os casos mais recentes está
a reportagem da Revista Piauí, edição de 21 de outubro, revelando que, em 17 de
julho de 2020 — no auge da pandemia, com mais de mil mortes diárias por
Covid-19 —, o senador participou de festa em lancha no Lago Paranoá, em
Brasília, acompanhado de garotas de programa e de empresários com interesses em
negócios com o governo de seu pai.
Ao fim do passeio, recebeu de um
deles um relógio Rolex de presente; esse mesmo empresário negociava
fornecimento de vacinas junto ao Ministério da Saúde.
Se você vai votar no "filho do inominável", precisa saber da ligação perigosa do candidato com Willer Tomaz, investigado por fraude bilionária no INSS, lavagem de dinheiro e esquema de apostas.
Flávio foi cadastrado como
“usuário master” da conta da Alcazar Holdings, empresa offshore
de Tomaz — vínculo desfeito só em maio de 2025. Compartilharam viagens, imóvel
usado como base eleitoral e ligações com empresas do ramo de apostas.
A Polícia Federal encontrou, em
agosto, uma sala secreta escondida atrás de um painel de madeira, com porta
blindada, em hangar no Aeroporto de Brasília usado por empresas de Tomaz. No
local havia máquinas de contar dinheiro, malas e prateleiras — espaço preparado
para guardar valores em espécie. A PF suspeita que quantias já foram
movimentadas por ali.
Há ainda o caso da propriedade em Angra dos Reis: o jogador Richarlison acusa o grupo ligado a Tomaz e o "filho do inominável" de ter tomado a posse da ilha onde investiu recursos, com uso de força. O STF abriu inquérito para apurar lavagem de dinheiro envolvendo ambos.
Precisamos falar do “tesouraço” de cortes sociais. Enquanto fala em “cortar gastos”, o "filho do inominável" esconde onde a tesoura vai entrar. Sua equipe discute um ajuste de R$ 250 bilhões — e o alvo não são os ricos, é o povo.
O plano prevê desvincular o
reajuste das aposentadorias e do BPC do aumento real do salário-mínimo, ou
seja: só vão corrigir pela inflação, sem ganho nenhum, como foi no governo do
pai. Pisos constitucionais de saúde e educação, incluindo o Fundeb, também
estão na mira. Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida, Merenda
Escolar — tudo em risco.
Sabe aquela desculpa: “se não for bom a gente tira”? Então, dessa vez isso não cola, porque com superpoderes, o "filho do inominável" vai governar em causa própria, olhando para os cofres, pensando em uma dinastia. Cuidado, você pode estar dando a alguém o poder de tirar o seu direito de votar novamente.
Antes de saírem para “cometer suicídio” nas urnas, façam uma pesquisa sobre os candidatos para não entregarem o futuro do Brasil nas mãos de quem vive desorientado em orgia eterna. Pensem em seus filhos, nos filhos de quem precisa de um governo comprometido com as causas sociais.
* escritor, cientista político e ativista social carioca
‘Não há lei de ferro nas urnas’: Marcos Coimbra aponta caminho para virada de Lula no segundo turno
P O R
A narrativa de que o desfecho do primeiro turno traça um destino imutável para a eleição presidencial foi rechaçada pelo sociólogo Marcos Coimbra, diretor e fundador do Instituto Vox Populi. Em entrevista ao jornalista Fernando Morais no programa Nocaute, na TV 247, o especialista analisou a curta distância que separa os dois candidatos, o volume expressivo de abstenções e as contradições do projeto adversário para assegurar: a virada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 25 é um cenário plenamente viável.
A dinâmica do segundo turno e o precedente recente
Coimbra fez questão
de recorrer à história eleitoral recente para alertar contra o derrotismo. O
sociólogo recordou como as disputas de segundo turno ganham vida própria,
alterando correlações de força em prazos exíguos:
·
O espelho de 2022: O pesquisador lembrou que, na eleição anterior, uma vantagem inicial
expressiva de mais de seis pontos percentuais foi comprimida com velocidade
vertiginosa até a abertura das urnas, comprovando a elasticidade do eleitorado
quando o confronto passa a ser direto.
· Margem estreita: Com as pesquisas pós-primeiro turno indicando uma separação de apenas
dois pontos percentuais — dentro da margem de erro —, a disputa começa, na
prática, sob condição de empate técnico.
· Comparação direta: Na avaliação de Coimbra, o afunilamento em apenas duas candidaturas
retira a cortina de fumaça da multiplicidade de palanques. O peso do exercício
da Presidência, as entregas materiais do governo e o contraste entre
trajetórias públicas consolidadas e nomes testados apenas pela retórica digital
passam a ter peso determinante.
Crise do capitalismo global e a armadilha da “falsa novidade”
Ao analisar o
avanço da bancada conservadora no Congresso e nas assembleias estaduais, Marcos
Coimbra buscou afastar leituras simplistas que atribuem o resultado a meros
erros táticos de campanha. Para o sociólogo, o Brasil vivencia os
desdobramentos de uma crise estrutural prolongada:
“O capitalismo do
bem-estar social, que garantiu distribuição de renda e ampliação de direitos na
segunda metade do século XX, entrou em colapso com a crise de 2008. O modelo
que o sucedeu é incapaz de entregar segurança material. O resultado é o
sentimento de frustração que alimenta a ilusão de que qualquer rosto desconhecido,
cuja única credencial é dizer ‘sou diferente’, representa uma solução real.”
Coimbra ponderou
que a ascensão da direita em diversas regiões da América do Sul e da Europa não
traduz uma adesão ideológica consciente a programas ultraliberais, mas sim um
voto de protesto volátil. Prova disso, segundo ele, é a curta duração dos
mandatos e a sucessiva alternância de poder registrada em países vizinhos que
desmantelaram suas redes de proteção pública.
A força do piso eleitoral e a disputa da maioria
Apesar de uma
década inteira de fustigamento midiático e perseguição política contra o campo
progressista, Coimbra destacou a impressionante resiliência da liderança
popular de Lula:
·
Piso histórico de sustentação: Desde o início dos anos 2000, o Partido dos Trabalhadores mantém uma
base sólida que oscila próxima de metade do eleitorado nacional, patamar
raríssimo em democracias ocidentais marcadas por fragmentação.
·
A falácia do desmonte social: O pesquisador desfez a narrativa liberal que classifica programas como
o Bolsa Família como desincentivo ao trabalho, traçando um paralelo com
discursos do século XIX que criminalizavam a pobreza para justificar o corte de
recursos essenciais.
·
O eleitor em disputa: O contingente superior a 30 milhões de brasileiros que não compareceram
às urnas ou anularam o voto no primeiro turno representa a chave da virada.
Para Coimbra, convencer esse eleitorado de que a retirada de direitos
trabalhistas e o congelamento de benefícios previdenciários atingirão
diretamente suas famílias é a prioridade decisiva até o dia da votação.
O diretor do Vox
Populi concluiu apontando que a corrida eleitoral está em aberto e dependerá da
capacidade de traduzir o projeto de reconstrução do país em garantias palpáveis
para a vida cotidiana do trabalhador.
“É uma
tolice dizer que não existe caminho para modificar o resultado de um primeiro
turno. Não existe nenhuma lei de ferro na política brasileira que impeça quem
ficou em segundo de ultrapassar na etapa final. A distância entre os dois é
muito pequena e as vulnerabilidades do adversário são evidentes”, ressaltou Coimbra.
*Marcos Coimbra Marcos Antônio de Salvo Coimbra foi um diplomata brasileiro; foi secretário-geral da Presidência da República durante o governo Collor. Pai de três filhos, Marcos Antônio Coimbra, Gastão Coimbra e Fernando Coimbra. Após enviuvar muito cedo, casou-se com Leda Collor de Mello.