sábado, 17 de outubro de 2026
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Caminho para VIRADA no segundo turno ! ! !
‘Não há lei de ferro nas urnas’: Marcos Coimbra aponta caminho para virada de Lula no segundo turno
P O R
A narrativa de que o desfecho do primeiro turno traça um destino imutável para a eleição presidencial foi rechaçada pelo sociólogo Marcos Coimbra, diretor e fundador do Instituto Vox Populi. Em entrevista ao jornalista Fernando Morais no programa Nocaute, na TV 247, o especialista analisou a curta distância que separa os dois candidatos, o volume expressivo de abstenções e as contradições do projeto adversário para assegurar: a virada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 25 é um cenário plenamente viável.
A dinâmica do segundo turno e o precedente recente
Coimbra fez questão
de recorrer à história eleitoral recente para alertar contra o derrotismo. O
sociólogo recordou como as disputas de segundo turno ganham vida própria,
alterando correlações de força em prazos exíguos:
·
O espelho de 2022: O pesquisador lembrou que, na eleição anterior, uma vantagem inicial
expressiva de mais de seis pontos percentuais foi comprimida com velocidade
vertiginosa até a abertura das urnas, comprovando a elasticidade do eleitorado
quando o confronto passa a ser direto.
· Margem estreita: Com as pesquisas pós-primeiro turno indicando uma separação de apenas
dois pontos percentuais — dentro da margem de erro —, a disputa começa, na
prática, sob condição de empate técnico.
· Comparação direta: Na avaliação de Coimbra, o afunilamento em apenas duas candidaturas
retira a cortina de fumaça da multiplicidade de palanques. O peso do exercício
da Presidência, as entregas materiais do governo e o contraste entre
trajetórias públicas consolidadas e nomes testados apenas pela retórica digital
passam a ter peso determinante.
Crise do capitalismo global e a armadilha da “falsa novidade”
Ao analisar o
avanço da bancada conservadora no Congresso e nas assembleias estaduais, Marcos
Coimbra buscou afastar leituras simplistas que atribuem o resultado a meros
erros táticos de campanha. Para o sociólogo, o Brasil vivencia os
desdobramentos de uma crise estrutural prolongada:
“O capitalismo do
bem-estar social, que garantiu distribuição de renda e ampliação de direitos na
segunda metade do século XX, entrou em colapso com a crise de 2008. O modelo
que o sucedeu é incapaz de entregar segurança material. O resultado é o
sentimento de frustração que alimenta a ilusão de que qualquer rosto desconhecido,
cuja única credencial é dizer ‘sou diferente’, representa uma solução real.”
Coimbra ponderou
que a ascensão da direita em diversas regiões da América do Sul e da Europa não
traduz uma adesão ideológica consciente a programas ultraliberais, mas sim um
voto de protesto volátil. Prova disso, segundo ele, é a curta duração dos
mandatos e a sucessiva alternância de poder registrada em países vizinhos que
desmantelaram suas redes de proteção pública.
A força do piso eleitoral e a disputa da maioria
Apesar de uma
década inteira de fustigamento midiático e perseguição política contra o campo
progressista, Coimbra destacou a impressionante resiliência da liderança
popular de Lula:
·
Piso histórico de sustentação: Desde o início dos anos 2000, o Partido dos Trabalhadores mantém uma
base sólida que oscila próxima de metade do eleitorado nacional, patamar
raríssimo em democracias ocidentais marcadas por fragmentação.
·
A falácia do desmonte social: O pesquisador desfez a narrativa liberal que classifica programas como
o Bolsa Família como desincentivo ao trabalho, traçando um paralelo com
discursos do século XIX que criminalizavam a pobreza para justificar o corte de
recursos essenciais.
·
O eleitor em disputa: O contingente superior a 30 milhões de brasileiros que não compareceram
às urnas ou anularam o voto no primeiro turno representa a chave da virada.
Para Coimbra, convencer esse eleitorado de que a retirada de direitos
trabalhistas e o congelamento de benefícios previdenciários atingirão
diretamente suas famílias é a prioridade decisiva até o dia da votação.
O diretor do Vox
Populi concluiu apontando que a corrida eleitoral está em aberto e dependerá da
capacidade de traduzir o projeto de reconstrução do país em garantias palpáveis
para a vida cotidiana do trabalhador.
“É uma
tolice dizer que não existe caminho para modificar o resultado de um primeiro
turno. Não existe nenhuma lei de ferro na política brasileira que impeça quem
ficou em segundo de ultrapassar na etapa final. A distância entre os dois é
muito pequena e as vulnerabilidades do adversário são evidentes”, ressaltou Coimbra.
*Marcos Coimbra Marcos Antônio de Salvo Coimbra foi um diplomata brasileiro; foi secretário-geral da Presidência da República durante o governo Collor. Pai de três filhos, Marcos Antônio Coimbra, Gastão Coimbra e Fernando Coimbra. Após enviuvar muito cedo, casou-se com Leda Collor de Mello.
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Paulão, GUERREIRO do povo alagoano ! ! !
PAULÃO NA RETA FINAL: UMA CAMINHADA POLÍTICA EM
BUSCA DO RETORNO AO CONGRESSO NACIONAL
Na reta final das Eleições 2026, o candidato a deputado federal Paulão (PT) intensifica sua caminhada política em Alagoas, em uma campanha marcada pela tentativa de reconstruir sua presença no Congresso Nacional e reafirmar uma trajetória construída ao longo de anos de atuação política.
Paulo
Fernando dos Santos, o Paulão, é candidato a deputado federal pelo PT em
Alagoas, com candidatura oficialmente deferida pela Justiça Eleitoral.
A
disputa deste ano ganhou um componente jurídico e político particular. Em
setembro, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu, por unanimidade, pelo retorno
de Paulão ao mandato de deputado federal, após uma controvérsia envolvendo a
retotalização dos votos das eleições de 2022.
O
episódio alterou significativamente os últimos meses da trajetória parlamentar
do petista. A Câmara dos Deputados havia formalizado anteriormente a perda do
mandato em razão da retotalização determinada pela Justiça Eleitoral, o que
provocou mudanças na composição da bancada alagoana.
É
nesse cenário que Paulão chega aos últimos dias da campanha de 2026: buscando
novamente uma vaga na Câmara dos Deputados e colocando sua experiência política
diante da avaliação soberana do eleitorado alagoano.
Uma
trajetória que chega novamente às urnas
Os
registros oficiais da Câmara dos Deputados mostram que Paulão possui histórico
de atuação parlamentar em diferentes legislaturas. Em 2026, antes de deixar o
exercício do mandato, aparecem registros de propostas legislativas, votações
nominais, discursos e participação em comissões, inclusive em temas
relacionados ao colapso do solo em bairros de Maceió e à primeira infância.
Esse
histórico faz parte do patrimônio político que o candidato apresenta ao eleitor
neste momento decisivo.
Mas,
em uma democracia, trajetória não substitui avaliação. É o eleitor quem deverá
analisar o passado, as posições políticas, a atuação parlamentar, as propostas
e os compromissos apresentados durante a campanha.
Os
últimos dias.
A
reta final de uma eleição é sempre um período de grande intensidade. Candidatos
percorrem municípios, conversam com lideranças, participam de reuniões e
apresentam suas propostas à população.
No
caso de Paulão, a caminhada chega ao fim depois de um período particularmente
movimentado, marcado não apenas pela campanha eleitoral, mas também por
decisões judiciais que interferiram diretamente em sua situação parlamentar.
A
candidatura, portanto, carrega uma narrativa própria: a de um político que
pretende retornar ao Congresso e novamente representar Alagoas na Câmara dos Deputados.
Experiência,
posições e avaliação popular
Ao
longo de sua trajetória, Paulão construiu sua identidade política dentro do
campo do Partido dos Trabalhadores e em defesa de pautas sociais que fazem
parte de sua atuação pública.
Seus
apoiadores destacam justamente essa experiência e a atuação política acumulada.
Seus adversários, naturalmente, têm espaço para apresentar críticas e
interpretações diferentes sobre seu mandato e suas posições.
Cabe
ao jornalismo registrar os fatos e permitir que o cidadão conheça os diferentes
lados da disputa.
E
cabe ao eleitor, livremente, fazer sua própria avaliação.
Uma
eleição que decidirá os próximos passos.
A
eleição de 2026 representa, para Paulão, mais do que uma nova candidatura. É
uma tentativa de voltar definitivamente ao espaço institucional que marcou boa
parte de sua trajetória política.
A
Justiça Eleitoral registra sua candidatura como deferida, e o resultado das
urnas determinará a composição da representação de Alagoas na Câmara dos
Deputados.
Nos
últimos dias da campanha, Paulão coloca sua história política, suas propostas e
seu posicionamento diante do julgamento democrático das urnas.
Sem
atalhos, sem substituir a vontade popular e sem transformar jornalismo em
propaganda: a palavra final, como deve ser em uma democracia, pertence ao
eleitor alagoano.
Paulão, guerreiro da democracia
ANTONIO FERNANDO DA SILVA
(FERNANDO CPI)
SITE CPINEWS.
JORNALISTA.
REGISTRO PROFISSIONAL DE JORNALISTA Nº 0002099/2021/MTE/BRASIL.
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS JORNALISTAS INDEPENDENTES DO ESTADO DE ALAGOAS.
BACHAREL E POS GRADUADO EM DIREITO CESMAC ALAGOAS.
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
fhc alagoano SURFANDO na mentira ! ! !
O ex-prefeito de Maceió e atual candidato ao governo de Alagoas nesta eleição, JHC (PSDB), é alvo de uma denúncia recente na Justiça Eleitoral sob a acusação de utilizar caixa dois para financiar e divulgar pesquisas eleitorais fraudulentas. A representação foi protocolada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) pela coligação “Pra Alagoas Fazer História de Novo” liderada pelo MDB.
A denúncia aponta que a empresa Agora Alagoas Comunicação Ltda. teria pago R$ 329 mil por sete pesquisas eleitorais realizadas pelo instituto TDL Pesquisa.
Segundo a acusação, nenhum desses valores constava nas prestações de contas oficiais da campanha eleitoral de JHC. Esse instituto TDL pertence a Tadeu Lira, primo de Arthur Lira, atual deputado federal e candidato ao senado. Além disso, uma das sócias da empresa pagadora (Agora Alagoas) seria uma servidora da Prefeitura de Maceió nomeada na gestão de JHC.
A coligação opositora pede a quebra de sigilo dos envolvidos, a cassação dos registros de candidatura e a declaração de inelegibilidade de JHC e dos demais candidatos que supostamente se beneficiaram das pesquisas.
terça-feira, 29 de setembro de 2026
sábado, 26 de setembro de 2026
Pressão DERRUBA plataforma cretina ! ! !
Pressão derruba censura da Meta a
Porchat.
por
Altamiro Borges
A multinacional estadunidense Meta – dona do Instagram, Facebook e
WhatsApp – cometeu mais um de seus crimes nesta quarta-feira (23). Ela censurou
um vídeo do humorista Fabio Porchat que exibia as relações promíscuas entre o
mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a Igreja Batista da Lagoinha, e
vários personagens da cena política, como o candidato Flávio Bolsonaro e o
deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A conta do perfil do Revelando no Instagram
ficou fora do ar durante várias horas e só foi restaurada após intensa pressão
nas redes sociais.
“Hoje de manhã, a página do Instagram do Revelando foi derrubada pela
Meta sem nenhuma justificativa… O vídeo não era campanha, não era calúnia, não
era achismo. Era uma lista de fatos, todos eles amplamente reportados pela
imprensa e explicados de uma forma acessível pra todo mundo”, lamentou o
artista em suas redes. Conforme explicado, no momento da censura, o vídeo já
tinha acumulado 6 milhões de visualizações, 140 mil compartilhamentos e 33 mil
comentários no Instagram e chegou ao primeiro lugar do ranking Hype do YouTube
Brasil.
A big tech do trumpista Mark Zuckerberg não explicou os motivos da
retirada do vídeo intitulado “Grandes Igrejas, Master Negócios” do Instagram.
Após restaurar a conta, ela apenas pediu “desculpas pela inconveniência”,
segundo matéria do site UOL. “Depois de muita pressão, a página veio pro ar,
mas a gente não sabe por quanto tempo, festejou o humorista em sua postagem.
Mas ele mesmo alertou: “O melhor remédio contra a tentativa de censura somos
nós mesmos”. E citou um trecho do Evangelho de João: “Conhecereis a verdade e a
verdade libertará”.
Como alerta o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a censura ao Revelando
– uma iniciativa do podcast Calma Urgente e parceria com ICL, Mídia Ninja e 342
Artes – revelam a gravidade da falta de regulação das big techs no Brasil De
imediato, o parlamentar acionou o Ministério Público Federal contra a Meta Na
representação, ele pede a abertura de procedimento para investigar os critérios
usados pela plataforma e cobra transparência sobre os mecanismos de moderação
de conteúdo
“Não estamos discutindo apenas uma conta retirada do ar. Estamos falando
sobre quem controla o espaço público digital e quais limites existem para esse
poder. Se uma plataforma decidir retirar conteúdo jornalístico de interesse
público relevante, ela precisa dizer de forma transparente qual regra foi
aplicada, por que foi aplicada e quem tomou essa decisão. Liberdade de
expressão não pode ficar submetida a uma caixa-preta algorítmica”, argumenta
Orlando Silva.
No documento encaminhado ao MPF, o deputado argumenta que empresas como
a Meta ocupam posição central na comunicação contemporânea e, justamente por
isso, seus procedimentos de moderação não podem funcionar de maneira opaca ou
arbitrária. A representação crítica especificamente a utilização de
justificativas genéricas relacionadas aos “padrões da comunidade” sem a
apresentação dos critérios concretos que motivaram uma suspensão.
“As Big Techs não podem ter poder absoluto para decidir, sem prestar
contas a ninguém, aquilo que milhões de brasileiros podem ou não acessar.
Defender regras democráticas para as plataformas não significa impedir a
moderação de conteúdo. Significa exigir transparência, responsabilidade e
devido processo. É uma discussão sobre soberania, democracia e liberdade de
informação no ambiente digital”.
Orlando Silva pede a instauração de Inquérito Civil ou Procedimento Preparatório para apurar a atuação da Meta na retirada do perfil e dos conteúdos do Revelando. “O fato de o perfil ter voltado ao ar não encerra a questão. Pelo contrário: é preciso saber por que caiu, quais critérios foram trabalhados e o que impedem que situações semelhantes se repitam. Uma democracia não pode naturalizar decisões opacas de empresas privadas capazes de interferir diretamente na circulação de informações de interesse público”.
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
terça-feira, 15 de setembro de 2026
domingo, 30 de agosto de 2026
Deputado PAULÃO nos convida; eu VOU...e você ? ! ? ! ? !
É MUITA CARA DE PAU ! ! !
Você tem muita coragem
para falar em “quadrilha” e “bandido”, mas pouca para olhar para suas próprias
alianças e para o seu candidato a presidente.
Você é vice de um
candidato alvo de graves acusações e investigações, que vive abraçado a
milicianos e golpistas.
O presidente Lula trabalha
para melhorar a vida do povo: tirou milhões de brasileiros e brasileiras da
fome, ampliou o acesso à educação e criou oportunidades para que filhos e
filhas de trabalhadores chegassem à universidade federal.
E você vem atacar quem
vota em Lula!
Alfredo, você é boca dura
com os pobres e com a juventude da periferia, mas boca mole com os poderosos.
Tome jeito, Gaspar! Menos
hipocrisia!
https://www.instagram.com/reel/DcpI51hOift/?igsi=OGViMHllcjN0MnJu
sábado, 29 de agosto de 2026
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
LULA "encurralou" repórteres fascistas da 'gRobu' ! ! !
Se
tens interesse em assistir o comentário SOBRE o resumo da entrevista. . .
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
O privilégio da América Latina ! ! !
Por
A América Latina foi mais uma região dominada e
explorada pelos colonizadores europeus, entre tantas outras regiões do mundo.
Eles vieram, com a bíblia numa mão, a
espada na outra, para imporem seus interesses e seus valores.
Ficaram escandalizados com a nudez e
a promiscuidade das populações nativas, chamadas de “indígenas”. Trataram de
impor seus modos de vida e sua religião.
Durante pelo menos três séculos
predominou a colonização. Os processos de independência, no começo do século
XIX, apenas transferiram a dependência da esfera de dominação inglesa para a
norte-americana.
Só no começo do século passado, a
história latino-americana começou a ter relevância.
O massacre da Escola de Santa Maria
de Iquique, no norte do Chile, e a Revolução Mexicana praticamente deram início
à nossa história. Uma revolução e um massacre, como ocorreria com toda a nossa
história ao longo do século XX.
A fundação dos partidos socialistas e
comunistas, no final da segunda década, deu expressão política à nossa
história. E, posteriormente, o surgimento dos governos de Frente Popular, no
meio da década de 1930, fez da América Latina a única região, fora da Europa, com
esses governos antifascistas.
Já no final do século passado, em
outra etapa histórica, a América Latina foi um continente dominado plenamente
pelos governos neoliberais, em quase todo o continente, à exceção de Cuba.
Como reação, passamos a ser o único continente
com governos antineoliberais. A partir daquele momento, a América Latina
conquistou o direito de ser um continente privilegiado, no bom sentido da
palavra.
Por tudo isso, os maiores líderes
latino-americanos – Hugo Chávez, Lula, Rafael Correa, Evo Morales, López
Obrador e Claudia Sheinbaum, Néstor e Cristina Kirchner, entre outros –
transformaram-se nos mais importantes líderes políticos do mundo no século XXI.
A integração de vários países do
continente nos Brics – a começar pelo Brasil – representa um processo, ainda em
andamento, de reinserção, não subordinada, dos países latino-americanos no
mundo contemporâneo.
Daí também a projeção do Lula como o
líder político mais importante do Sul do mundo. E o nosso orgulho de tê-lo como
nosso líder maior. E como maior de todos os brasileiros de todos os tempos.
Hoje somos, junto com o México e o
Uruguai, os únicos países que fortalecem a democracia e privilegiam as
políticas sociais, para diminuir as exclusões sociais e as brutais
desigualdades que ainda sobrevivem.
Temos que ter orgulho de ser
latino-americanos hoje, mas temos que intensificar e aprofundar a batalha para
fazer com que essa tendência progressista seja predominante no nosso
continente, contra as ainda sobreviventes correntes de direita e de extrema
direita no continente.
O fortalecimento das correntes
progressistas latino-americanas é o fortalecimento da democracia e da luta
contra as desigualdades no mundo contemporâneo.
* é colunista do 247 e um dos principais sociólogos e cientistas políticos
brasileiros
sábado, 22 de agosto de 2026
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
Lula & esposa; Alckmin & esposa; e Haddad & esposa ! ! !
Janja homenageia dona Marisa Letícia
m ato NOBRE, Presidente LULA tira chapéu para seu povo
Geraldo Alckmin, Lu Alckmin,
Janja, LULA,
Fernando Haddad e Ana Haddad
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Juiz de origem dos povos TRADICIONAIS denuncia ! ! !
Índio se forma, passa em concurso de juiz e é
discriminado no Tribunal de Santa Catarina
“Desejam me retirar do cargo, talvez por achar que sou incapaz por ser
cotista e por incômodo com decisões garantistas”, afirmou o juiz.
O juiz indígena Yves Luan Carvalho
Guachala, de 37 anos, denunciou perseguição etno-ideológica dentro do Tribunal
de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
A Articulação dos Povos Indígenas do
Brasil (Apib) pediu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que investigue o caso
e afirmou que medidas contra o magistrado podem afetar a permanência de
indígenas no sistema de Justiça. Com informações de g1.
Guachala ingressou na magistratura
pelas cotas destinadas a indígenas e responde, desde janeiro, a um processo
disciplinar que pode levar à demissão.
“Desejam me retirar do cargo, talvez
por achar que sou incapaz por ser cotista e por incômodo com decisões
garantistas”, afirmou o juiz.
A Apib sustenta que decisões tomadas
pelo magistrado provocaram reações na comarca. Entre elas, estão extinções de
execuções fiscais de baixo valor consideradas antieconômicas e relaxamentos de
prisões em audiências de custódia, especialmente em casos com pequena
quantidade de drogas ou relatos de violência policial e tortura.
Para a entidade, a Corregedoria-Geral
do TJSC abriu investigação após essas decisões e promoveu uma audiência pública
que reuniu críticas ao juiz. A defesa de Guachala e a Apib classificaram a
coleta de depoimentos como “pesca de provas”.
Depoimentos citaram origem indígena
O documento encaminhado pela Apib
relata que testemunhas mencionaram repetidamente a origem indígena de Guachala.
A entidade também apontou boatos de que ele seria o “novo traficante da cidade”
ou teria ligação com facções criminosas, acusações que o juiz nega.
Depoimentos reunidos no procedimento
ainda trouxeram críticas a aspectos pessoais do magistrado, como o uso de
bermuda e regata para exercícios em espaços públicos. Uma testemunha afirmou
que, “pela aparência”, Guachala “facilmente levaria enquadro se não fosse
juiz”.
Guachala estudou em escola pública e
cursou Direito com bolsa do ProUni. Ele disse que não enfrentou problemas em 15
anos de carreira jurídica antes de assumir a comarca de Catanduvas e
classificou o que vive como violência institucional.
O magistrado afirmou que o tribunal o
retirou do fórum em 16 de abril, durante uma audiência de instrução. “Tive que
deixar a cidade e estou vivendo à base de remédios controlados”, relatou. O
TJSC informou que o processo corre sob segredo de Justiça e atribuiu o
afastamento a denúncias de servidores e a supostas irregularidades
administrativas e disciplinares.
Guachala também apresentou um
Procedimento de Controle Administrativo ao CNJ, mas o órgão arquivou a demanda
sem ouvi-lo, segundo o juiz. O conselho declarou não ter localizado processo
com a Apib como requerente, enquanto a articulação afirmou aguardar resposta ao
pedido de apuração.
Uma denúncia apresentada por Guachala
à Polícia Federal chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou a
abertura de investigação. O juiz criticou o julgamento: “Não tenho acesso ao
sistema, não posso comprovar nada, não tenho capacidade probatória nenhuma, não
tenho nenhum instrumento para me defender”.
O CNJ registra 24 juízes que se
autodeclaram indígenas entre 18.931 magistrados no país, o equivalente a 0,1%
do total. No ofício enviado ao conselho e ao Fórum Nacional do Poder Judiciário
para monitoramento das demandas dos povos indígenas, a Apib pediu oitiva de
testemunhas de defesa e medidas contra o uso de corregedorias locais como
instrumentos de perseguição etno-ideológica.












