Quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 às 21:58 (Última atualização: 18/12/2014 às 22:45:19)
Presidenta Dilma: uma eleição democrática não é uma guerra, não produz vencidos
Dilma recebe seu diploma do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Dias Toffoli. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.
“É da própria natureza da disputa eleitoral resultar em vitória e resultar em derrota. Mas como uma eleição democrática não é uma guerra, ela não produz vencidos. O povo, na sua sabedoria, escolhe quem ele quer que governe e quem ele quer que seja oposição. Simples assim”, afirmou Dilma, em seu discurso.
“Cabe a quem foi escolhido para governar, governar bem. Cabe a quem foi escolhido para ser oposição, exercer da melhor forma possível o seu papel”, reforçou.
Compromissos
Durante a solenidade, a presidenta enfatizou a continuidade dos compromissos de seu governo com políticas sociais e com o crescimento sustentado.
“Estabilidade fundada no crescimento sustentado, no controle da inflação, no crescimento que vai se acelerar mais rápido do que alguns imaginam. Governabilidade estruturada na maioria sólida no Congresso Nacional e na participação popular. Compromisso com a ética espelhado, em primeiro lugar, no exemplo de integridade e de honestidade pessoal; e, a partir deste patamar, concretizado na determinação de apurar e punir todo tipo de irregularidades e malfeitos”, afirmou a presidenta.
Diplomação
A cerimônia de diplomação é uma etapa indispensável para que os candidatos eleitos possam tomar posse nos cargos que disputaram nas urnas. Ela confirma que o político escolhido pelos eleitores cumpriu todas as formalidades previstas na legislação eleitoral e está apto a exercer o mandato. A presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer foram diplomados para cumprir mandatos de 2015 a 2018.
Quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 às 21:44 (Última atualização: 18/12/2014 às 22:28:53)
Dilma convoca pacto nacional contra a corrupção
“Temos que criar uma nova consciência de moralidade pública e imbuir deste espírito as atuais e as próximas gerações”, disse Dilma. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.
“Esse pacto vai desaguar na grande reforma política que o Brasil precisa promover a partir do próximo ano. Vamos convidar todos os Poderes da República e todas as forças vivas da sociedade para elaborarmos, juntos, uma série de medidas e compromissos duradouros”, declarou.
Dilma reforçou a necessidade do diálogo com a sociedade e instituições numa “guerra contra a corrupção” e saiu em defesa da Petrobras, alvo de recentes denúncias.
“Toda vez que, no Brasil, se tentou condenar e desprestigiar o capital nacional estavam tentando, na verdade, dilapidar o nosso maior patrimônio – nossa independência e nossa soberania”, observou a presidenta.
Dilma Rousseff destacou os esforços do país em investigar e descobrir a verdade, tanto em relação a crimes praticados durante a ditadura, como o recente trabalho da Comissão Nacional da Verdade, quanto na investigação de acusações.
“Temos a felicidade de estar vivendo em um país onde a verdade não tem mais medo de aparecer e onde as pessoas enfrentam a verdade sem medo. Um país que não tem medo de discutir os crimes do arbítrio durante a ditadura e também não tem medo de expor e punir as mazelas da corrupção e dos crimes financeiros”, afirmou.
Fonte: http://blog.planalto.gov.br/
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