Marina a ex-senadora criou
constrangimentos para
Eduardo Campos
Não
parece, mas é.
Marina Silva fala muito.
Ontem ela cometeu mais gafes. Em entrevistas para vários
jornais, criou constrangimentos para o governador do estado de Pernambuco,
Eduardo Campos, presidente do Partido Social Brasileiro – PSB, sigla partidária
ao qual se filiou no sábado no último sábado, dia cinco.
Em uma das entrevistas ela foi clara ao afirmar que se colocaria
como candidata à presidência da República no próximo pleito. Noutra, contestou
alianças pragmáticas de Campos e chegou a dizer que “não há lugar para inimigos
históricos” em seu partido, referindo-se a Ronaldo Caiado, (DEM-GO) como se o
PSB fosse de sua propriedade.
Em mais um de seus deslizes, chegou ao cúmulo de alegar que “combaterá o “chavismo” do
PT. COITADA.
Eduardo Campos deve estar “mordido do porco” com esta ex-verde
(PV), ex-vermelha (PT) e ex-incompetente da REDE.
Mais estranha ainda é sua postura messiânica, de quem se coloca
como redentora da democracia no Brasil, que, até onde se enxerga, não está
ameaçada. Sobre sua filiação ao PSB, Marina disse que a fez em “legítima
defesa” (sic).
Marina, na realidade, criou uma nova “tendência” no PSB.
Fala, Marina, fala, que CAIRÁS já, já.
E para complicar, AINDA MAIS, declarou que apoia o deputado José
Antônio Reguffe (PDT/DF) para o governo do Distrito Federal, quando o seu
partido, PSB, já tem também uma candidatura posta, a do senador Rodrigo
Rollemberg (PSD/DF).
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