segunda-feira, 7 de outubro de 2013

DuduZINHO "diferente". COMO ? ? ?

                                                        divulgação


Eduardo Campos alegou, tentando justificar a aliança com a vigarista, direitista (quem TU eras), traidora e conservadora (é...) Marina Silva: "queremos construir um jeito diferente de fazer política”.

Como é que é ? Jeito diferente de fazer política juntando-se aos mais safados da política brasileira, tais como Jorge Bornhausen, Heráclito Fortes, Ronaldo Caiado, Jarbas Vasconcelos e Roberto Magalhães, entre outros? A Heloísa Helena (OUTRA TRAIDORA) estará “embarcando” nesta nau, logo, logo.

Não entendi. Jeito diferente de fazer política nomeando vários parentes para mamar nas tetas governamental do seu estado ? Como diferente de fazer política perseguindo blogueiro, como anda, por intermédio de seus capangas virtuais, a amiga Noélia Brito, do Blog da Noélia?

Ø Jeito diferente de fazer política botando a Polícia Militar de Pernambuco, para massacrar e bater em estudantes e trabalhadores?
Ø Jeito diferente de fazer política destruindo o meio ambiente do seu estado ?  
Ø Jeito diferente de  fazer política aparelhando (com seus apaniguados e capangas) o serviço público, como está fazendo com as UPAS?
Ø Jeito diferente de fazer política usando escola particular para propagandear que é escola pública? 



Fala sério, "fernandinho" !

Noutro aspecto, o “fernandinho bagunceiro e cachaceiro”, o Aéçinho, foi o mais prejudicado. Mesmo que negue, até nos bastidores pessedebistas, os tucanos tinham interesses em abater a candidatura de Marina. Só não contavam com o apoio dela, após sua derrota no STE, a Campos.

Se a candidatura de Marina poderia ajudar a levar (a eleição) para o segundo turno por um lado, por outro poderia tirar Aécio deste suposto segundo turno. Se é para perder, melhor para o PSDB projetar nacionalmente o nome de Aécio Neves para 2018 como principal nome da oposição, se é que “aguentará”.

Outra derrota do tucano é quanto à expectativa de poder. Desde esta fase pré-eleitoral, apoios políticos e mesmo econômicos dos financiadores de campanha, costumam ser como água que corre para os rios mais caudalosos. Quanto mais uma candidatura parece ter chances de vencer a eleição, mais apoios terá, claro. Com esse novo quadro, cresce a expectativa de poder de Dilma Rousseff e de Eduardo Campos. Por ora, vai minguando a do “boyzinho” Aécinho.

Campos sai ganhando porque eliminou uma concorrente, não só para 2014, mas também na projeção de nomes para 2018. Em sua prancheta, ele planeja se posicionar como "terceira via" e não como oposição (falta combinar com o eleitorado e com os oponentes, é claro). Esse espaço vinha sendo ocupado por Marina. Com a eliminação dela, Campos ficou com uma avenida aberta para crescer.

Marina vinha buscando uma imagem de suposta busca por uma "utopia" na política, por meio de um partido novo, apesar de que, sem reforma política que mude as estruturas de atuação das legendas, essa imagem contém mais marketing do que realidade, apesar de ter filiado-se em diversos partidos, desde que saiu (ou foi expulsa ?) do Partido dos Trabalhadores – PT.

Com Campos ficando mais em evidência, sem Marina para ofuscá-lo, ele pode vir a conseguir polarizar com Dilma e tornar a eleição mais complexa. Mas Campos também não terá vida tranquila para executar essa estratégia, pois Dilma, além de ter seu eleitorado próprio, que a tem colocado como líder nas pesquisas, terá em seu palanque o ex-presidente Lula, um forte cabo eleitoral que deixará Eduardo Campos em uma posição difícil para fazer oposição.


Este afunilamento, com três candidaturas, obrigaria o futuro candidato tucano – seja ele quem for – a trocar coices e cotoveladas com Campos para ver quem chega ao segundo turno.

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