Eduardo Campos
alegou, tentando justificar a aliança com a vigarista, direitista (quem TU
eras), traidora e conservadora (é...) Marina Silva: "queremos construir
um jeito diferente de fazer política”.
Como é que é ? Jeito
diferente de fazer política juntando-se aos mais safados da política
brasileira, tais como Jorge Bornhausen, Heráclito Fortes, Ronaldo Caiado,
Jarbas Vasconcelos e Roberto Magalhães, entre outros? A Heloísa Helena (OUTRA
TRAIDORA) estará “embarcando” nesta nau, logo, logo.
Não
entendi. Jeito diferente de fazer política nomeando vários parentes para mamar
nas tetas governamental do seu estado ? Como diferente de fazer política
perseguindo blogueiro, como anda, por intermédio de seus capangas virtuais, a
amiga Noélia Brito, do Blog da Noélia?
Ø Jeito diferente de fazer política botando a Polícia Militar de
Pernambuco, para massacrar e bater em estudantes e trabalhadores?
Ø Jeito diferente de fazer política destruindo o meio ambiente do seu
estado ?
Ø Jeito diferente de fazer política aparelhando (com seus
apaniguados e capangas) o serviço público, como está fazendo com as UPAS?
Ø Jeito diferente de fazer política usando escola particular para propagandear
que é escola pública?
Fala sério, "fernandinho" !
Noutro aspecto, o “fernandinho
bagunceiro e cachaceiro”, o Aéçinho, foi o mais prejudicado. Mesmo que negue, até
nos bastidores pessedebistas, os tucanos tinham interesses em abater a
candidatura de Marina. Só não contavam com o apoio dela, após sua derrota no
STE, a Campos.
Se a candidatura de
Marina poderia ajudar a levar (a eleição) para o segundo turno por um lado, por
outro poderia tirar Aécio deste suposto segundo turno. Se é para perder, melhor
para o PSDB projetar nacionalmente o nome de Aécio Neves para 2018 como
principal nome da oposição, se é que “aguentará”.
Outra derrota do
tucano é quanto à expectativa de poder. Desde esta fase pré-eleitoral, apoios
políticos e mesmo econômicos dos financiadores de campanha, costumam ser como
água que corre para os rios mais caudalosos. Quanto mais uma candidatura parece
ter chances de vencer a eleição, mais apoios terá, claro. Com esse novo quadro,
cresce a expectativa de poder de Dilma Rousseff e de Eduardo Campos. Por ora,
vai minguando a do “boyzinho” Aécinho.
Campos sai ganhando
porque eliminou uma concorrente, não só para 2014, mas também na projeção de
nomes para 2018. Em sua prancheta, ele planeja se posicionar como
"terceira via" e não como oposição (falta combinar com o eleitorado e com os oponentes, é claro). Esse espaço vinha sendo ocupado por Marina. Com a eliminação
dela, Campos ficou com uma avenida aberta para crescer.
Marina vinha buscando
uma imagem de suposta busca por uma "utopia" na política, por meio de
um partido novo, apesar de que, sem reforma política que mude as estruturas de
atuação das legendas, essa imagem contém mais marketing do que realidade, apesar de ter
filiado-se em diversos partidos, desde que saiu (ou foi expulsa ?) do Partido
dos Trabalhadores – PT.
Com Campos ficando
mais em evidência, sem Marina para ofuscá-lo, ele pode vir a conseguir
polarizar com Dilma e tornar a eleição mais complexa. Mas Campos também não
terá vida tranquila para executar essa estratégia, pois Dilma, além de ter seu
eleitorado próprio, que a tem colocado como líder nas pesquisas, terá em seu
palanque o ex-presidente Lula, um forte cabo eleitoral que deixará Eduardo
Campos em uma posição difícil para fazer oposição.
Este afunilamento, com
três candidaturas, obrigaria o futuro candidato tucano – seja ele quem for – a
trocar coices e cotoveladas com
Campos para ver quem chega ao segundo turno.

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