Os deputados estaduais de Alagoas debateram no dia de ontem, em sessão especial, a insegurança em no estado. O que mais impressionou foi a informação que Alagoas é o primeiro estado da Federação com os maiores índices de mortalidade por arma de fogo.
O deputado estadual Ronaldo Medeiros, do PT, foi
mais um entre tantos, (uma Desembargadora também se manifestou favorável há
alguns dias), solicitando a saída do secretário da Defesa (?) Social, coronel
Dário Cesar.
O deputado Federal Paulão (PT) presente à
solenidade, confirmou que Alagoas já devolveu ao governo federal – INCRÍVEL,
ASSUSTADOR, PARECE MENTIRA -, a mega importância de 15 milhões de reais em
recursos pela falta de projetos na área de segurança pública em nosso Estado.
Segundo Paulão, a Presidenta Dilma Rousseff “investiu em vão”, mais de duzentos
milhões de reais na área de segurança pública.
A Força Nacional tem que ir embora depois de certo
tempo. Ela veio a Alagoas apenas para reajustar o aparato da segurança pública
e já deve seguir seu caminho com outras missões afora. Percebo, também, a
inexistência de comunicação entre as polícias, o que reflete a falta de gestão,
gerenciamento e competência do Estado”, frisou o deputado.
O suplente de senador Euclydes Mello, que
representou o senador Fernando Collor (PTB), alegou que “agora, só nos resta
rezar para que logo chegue 2014, de forma a termos um governante preocupado com
a população no que concerne às áreas prioritárias, como segurança, saúde e
educação. Por esta razão, o senador Collor mostra-se solidário e apoia todas as
iniciativas e decisões que saírem desta Casa Legislativa”, afirmou, destacando
que os investimentos assegurados pelo governo federal “de nada adiantam se o
governante local não tem aptidão para aplicá-los da maneira correta”.
Para o deputado estadual petista Ronaldo Medeiros,
“o aparelho da segurança pública não tem gestão e tal fato mostra-se latente na
descoberta de quatrocentos inquéritos acumulados na Delegacia de Marechal
Deodoro, após denúncia de seu titular, o delegado Jobson Cabral”.


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