Poder imperial, espionagem, reverência obsequiosa
Eduardo Bomfim *
As revelações sobre a espionagem dos órgãos de segurança dos Estados
Unidos contra a Petrobrás com o objetivo de colher informações relativas ao
mapeamento das valiosíssimas reservas petrolíferas submarinas em nosso mar
territorial além da tentativa de capturar a sua avançada tecnologia de ponta na
prospecção do petróleo em águas marítimas profundas indicam a extensão, os
múltiplos alvos do monitoramento dos EUA em relação ao Brasil.
Porque além dessa denúncia há a invasão da privacidade dos cidadãos brasileiros
sequestrada através de supercomputadores com capacidade de escuta,
rastreamento, armazenamento de dados abrangendo quase toda a população do
planeta, conectada através da rede mundial de computadores, assim como é de
conhecimento público a espionagem norte-americana ao governo federal inclusive
à presidente da República.
Já o ex-agente da CIA Edward Snowden, sequenciado pelas declarações de Julian Assange refugiado na embaixada do Equador em Londres, afirmou que não se deve ter nenhuma dúvida que o governo dos Estados Unidos tem como objetivo estratégico na América Latina, dentre as suas prioridades em nível global, dificultar os passos do Brasil.
Como é também evidente à grande maioria da população o acumpliciamento obsequioso da poderosa grande mídia hegemônica nacional para com os interesses econômicos do capital financeiro global, da política externa norte-americana de caráter militarista, expansionista, imperialista.
Essa mídia hegemônica move-se através de duas linhas principais: obstaculizar as alternativas econômicas mais soberanas ao País e semear a confusão, desorientação, a fragmentação da identidade cultural brasileira especialmente em meio às camadas trabalhadoras, médias, segmentos progressistas, com o objetivo de formar alguma base de apoio social a eventuais provocações contra a nossa soberania, que porventura se façam necessárias a esses interesses forâneos.
O que se deseja com certeza é retardar a união dos setores populares, democráticos, dos defensores do progresso econômico em torno de uma nova etapa do desenvolvimento brasileiro com vistas a uma nação próspera que supere os históricos abismos estruturais e sociais que têm impedido por séculos a possibilidade de um grande salto ao futuro.
Já o ex-agente da CIA Edward Snowden, sequenciado pelas declarações de Julian Assange refugiado na embaixada do Equador em Londres, afirmou que não se deve ter nenhuma dúvida que o governo dos Estados Unidos tem como objetivo estratégico na América Latina, dentre as suas prioridades em nível global, dificultar os passos do Brasil.
Como é também evidente à grande maioria da população o acumpliciamento obsequioso da poderosa grande mídia hegemônica nacional para com os interesses econômicos do capital financeiro global, da política externa norte-americana de caráter militarista, expansionista, imperialista.
Essa mídia hegemônica move-se através de duas linhas principais: obstaculizar as alternativas econômicas mais soberanas ao País e semear a confusão, desorientação, a fragmentação da identidade cultural brasileira especialmente em meio às camadas trabalhadoras, médias, segmentos progressistas, com o objetivo de formar alguma base de apoio social a eventuais provocações contra a nossa soberania, que porventura se façam necessárias a esses interesses forâneos.
O que se deseja com certeza é retardar a união dos setores populares, democráticos, dos defensores do progresso econômico em torno de uma nova etapa do desenvolvimento brasileiro com vistas a uma nação próspera que supere os históricos abismos estruturais e sociais que têm impedido por séculos a possibilidade de um grande salto ao futuro.
* Advogado, membro do Comitê Central do
PCdoB. Foi deputado estadual e federal pelo PMDB de Alagoas.
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