Processos licitatórios para servir
coquetéis para duas mil pessoas, com banquetes servindo lagosta, filé mignon,
pernil de carneiro, salmão, bacalhau e outras caras iguarias, dignas dos cardápios
de chefes renomados em meras confraternizações: esse é o nosso Ministério
Público alagoano. Imagine nossas autoridades públicas que não PUBLICAM suas regalias
gastronômicas.
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