Conheça o FOCINHO dos éticos e moralistas que derrubaram DILMA ! ! !
Veja
o focinho dos treze BANDIDOS que foram às ruas "contra a corrupção",
em defesa da "ética e da moralidade" e respondem inquéritos por
corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
AÉCIO NEVES - Senador PSDB-MG. O tucano
atuou em manifestações de rua pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), sua
rival na eleição de 2014, com um discurso de moralidade na política. Alvo de
cinco inquéritos na lista de Edson Fachin, aé-çin é alvo do maior número de
pedidos de investigação feitos pelo ministro STF.
ALOYSIO NUNES - SI-nistro das Relações Exteriores do
usurpador mi-shell temERDA na cabeça - PSDB-SP. Citado
na lista sob suspeita de ter recebido R$ 500 mil em caixa dois na campanha para
o Senado em 2010, o tucano, nomeado ministro por mi-shell temERDA na cabeça,
Nunes esteve sorridente em manifestações de rua.
ANTONIO ANASTASIA - Senador PSDB-MG. Citado nas delações pelo
recebimento de R$ 7,3 milhões, em 2009 e 2010, a pretexto de doação eleitoral
para campanha ao governo de Minas. O senador e ex-governador de Minas, que foi
às ruas pelo impeachment e contra a corrupção em março de 2016, afirma que
“nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém”.
BLAIRO MAGGI - SI-nistro da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento do usurpador mi-shell temERDA na cabeça - PMDB-MT. O pedido de instauração de
inquérito acusa Maggi de ter recebido R$ 12 milhões na campanha para o governo
de Mato Grosso no ano de 2006.
BRUNO ARAÚJO - SI-nistro das Cidades do usurpador
mi-shell temERDA na cabeça - PSDB-PE. É acusado por delatores de receber doação de R$ 600 mil não
declarados em 2010 e 2012. Foi de Bruno Araújo o voto 342 na Câmara dos
Deputados contra Dilma Rousseff — número necessário para abertura do processo
de impeachment.
CÁSSIO CUNHA LIMA - Senador PSDB-PB. Nome assíduo na defesa do impeachment de
Dilma, o tucano é acusado de ter recebido R$ 800 mil na campanha ao governo da
Paraíba em 2014. Cássio costuma usar a tribuna do Senado Federal para proferir
discursos ‘anti-corrupção’.
GERALDO ALCKMIN - Governador PSDB-SP. Citado nas delações da Odebrecht, o
governador paulista é apontado pelo recebimento de R$ 10,7 milhões em caixa
dois do departamento de propina da Odebrecht, segundo delatores da empreiteira.
No acordo de delação homologado pelo STF, um cunhado de Alckmin é citado como o
nome que teria recebido “pessoalmente parte desses valores”: o empresário
Adhemar Cesar Ribeiro, irmão da primeira-dama paulista, Lu Alckmin. Segundo a
delação, R$ 2 milhões foram aplicados na campanha do tucano ao Palácio dos
Bandeirantes em 2010, e o restante, na de 2014, “todas somas não contabilizadas”,
ou seja, caixa dois.
JOSÉ CARLOS ALELUIA - Deputado Federal DEM-BA. Acusado de ter recebido R$
300 mil em caixa dois em 2010 e R$ 280 mil em doação oficial, com
contrapartidas, em 2014.
JUTAHY JÚNIOR - Deputado Federal PSDB-BA. Mencionado
por delatores por recebimento de R$ 850 mil não contabilizados nas campanhas de
2010 e 2014, o tucano disse ter “absoluta convicção” de que o procedimento será
arquivado.
JOSÉ SERRA - Senador PSDB-SP. Citado nas delações por
recebimento de pagamentos irregulares nas campanhas de 2004 (R$ 2 milhões),
2006 (R$ 4 milhões), 2008 (R$ 3 milhões) e 2010 (R$ 23 milhões).
PAULINHO DA FORÇA - Deputado Federal SD-SP. Citado nas delações porque teria
recebido R$ 1 milhão de propina na campanha à Câmara em 2014, além de outros R$
200 mil em espécie para a campanha de 2010, o fundador da Força Sindical,
segunda maior central sindical do país, vinha ao menos desde 2015 defendendo a
queda de Dilma em um discurso “contra a corrupção”.
RODRIGO MAIA - Presidente da Câmara dos de-PUTA-dos – DEM-RJ. Citado
nas delações porque teria recebido R$ 350 mil em campanha, em 2008, sem ser
candidato, e outros R$ 100 mil para garantir aprovação da Medida Provisória do
Refis, o atual presidente da Câmara Rodrigo Maia, teria ainda solicitado em
2010, segundo as delações, R$ 600 mil para a campanha do pai, César Maia.
Defensor do impeachment de Dilma e participante de atos públicos da causa, Maia
nega irregularidades.
ROMERO JUCÁ - Senador PMDB-RR. Alvo de cinco inquéritos, um deles sobre
recebimento de R$ 10 milhões para favorecer a Odebrecht na construção da usina
de Santo Antônio no estado de Roraima. Presidente do PMDB, o senador é o
político que ACUMULA, ao lado
de Aécio Neves, o maior número de pedidos de investigações feitas por Fachin.
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