FHC não desiste do impítiman !
As notícias da morte da Dilma são manifestamente exageradas – Mark Twain
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Saiu no Estadão, em comatoso estado, e no Globo, que não chega a 2018 sem o impítiman, um daqueles artigos do Farol de Alexandria, cheios de colesterol:
Por que Lula, em lugar de se erguer ao patamar que a história requer, insiste em esbravejar, como fez ao final de fevereiro, dizendo que colocará nas ruas as hostes do MST (pior, ele falou nos “exércitos”…) para defender o que ninguém ataca, a democracia e –incrível— para salvar a Petrobras de uma privatização que tucano algum deseja? Por que a presidente Dilma deu-se ao ridículo de fazer declarações atribuindo a mim a culpa do Petrolão?
(…)
Não percebem que a situação nacional requer novos consensos, que não significam adesão ao governo, mas viabilidade para o Brasil não perder suas oportunidades históricas?
Confesso que tenho dúvidas se o sentimento nacional, o interesse popular, serão suficientes para dar maior têmpera e grandeza a tais líderes, mesmo diante das circunstâncias potencialmente dramáticas das quais nos aproximamos. Num momento que exigiria grandeza, o que se vê é a miséria da política. ( A ênfase é minha – PHA)
O que são
“circunstâncias potencialmente
dramáticas” ?
O
suicídio de Vargas, a renúncia de Janio, o Golpe contra Jango ou o impeachment
de Collor”.
Dramático
também é comprar uma
reeleição, quebrar o Brasil
três vezes e ir sem sapatos ao FMI, quase vender a
Petrobrax, engavetar a Pasta Rosa, o Sivam, a Privataria, o dossiê Cayman e, por quatro
vezes, não conseguir eleger um candidato a Presidente.
O problema
desses tucanos de São Paulo – que sem o PiG não passariam de Resende – é que
eles não tem
voto.
E não
terão, quando o Janot mostrar que é Republicano, como foi a Dilma.
Em tempo: quem entender essa frase do Príncipe ganha um DNA de graça, em Nova York: Lula, “em lugar de se erguer ao patamar que a história requer”.
Em tempo2: o Conversa Afiada reproduz matéria publicada na Fel-lha (ver no ABC do C Af) no dia 23 de agosto de 2000:
FHC ABORTOU COMISSÃO AO ASSUMIR
Assim que assumiu a Presidência da República, o presidente Fernando Henrique Cardoso extinguiu a CEI (Comissão Especial de Investigação) criada por Itamar Franco para apurar denúncias de irregularidades no governo federal.
A comissão foi extinta deixando sem conclusão pelo menos 15 inquéritos.
“Eu fico indignado com esse governo. Lança um código de ética depois de seis anos de mandato e depois de ter extinguido a CEI, formada para combater a corrupção no governo federal”, afirmou Itamar Franco, atualmente no cargo de governador do Estado de Minas Gerais.
(…)
DANIELA NAHASS
—————–
Paulo Henrique Amorim
ATENÇÃO: as palavras na cor vermelha constam originariamente no
texto, mas os destaques são deste BLOGUEIRO.
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