terça-feira, 3 de junho de 2014

Fantástico(?) quebrando-se e CAINDO ! ! !

COM ESSA AUDIÊNCIA, 

FANTÁSTICO NÃO PAGA AS CONTAS

Quem vai comprar a Globo ? A Friboi ?
O Fantástico desse domingo, de novo, tentou constranger o Governo Dilma com esse espião, o Snowden, que quer vir para o Brasil – e a Dilma não deixa.

Ainda bem !

Porque se fosse no Governo do ansioso blogueiro, esse espião, vazador de documentos secretos,  estava em cana – e nos Estados Unidos !

Pergunta aos filhos do Roberto Marinho, o Citizen Kane: se aparecer um Snowden na redação do Fantástico, o que eles fazem com o “herói” ?

A verdade é que a “denúncia-bomba” do Fantástico se deu quando o programa estava em segundo lugar, com 14 pontos.

14 pontos não pagam a conta.

Nem constrangem ninguém.

Em tempo: dizem que o Gilberto Freire com “i” (*) telefona a colonistas (**) de televisão para “explicar” a audiência do Fantástico. A batata do rapaz assa. A do “Jornalismo” da Globo assa:

- o Mau Dia Brasil – o jornal “mais chato” do Brasil, segundo a redação do FT – perde para a Record;

- o jn se aproxima da casa dos 10;

- o da Globo não tem hora para entrar, logo, não tem a menor importância;

- e o Fantástico desce.

O Freire com “i” vai ter que telefonar para o Conversa Afiada também …

Em tempo2: e quando acabar o encaixe publicitário da Copa ? E no primeiro trimestre de 2015 ? No primeiro trimestre do ano, sazonalmente, a publicidade seca como a Cantareira. E, aí, quem vai pagar as contas ?

Em tempo3: Conversa Afiada desconfia que a Friboi vá comprar a Globo e transformar num mega- Canal Rural. Porque o Edir Macedo não se interessa …

Clique aqui para ler a última gracinha do Faustão. E aqui para ler “Austão e Uck, a boa notícia da Copa”.

Leia também:

Fintástico expõe a Saúde (da Globo)

Nada salva o Fantástico


Paulo Henrique Amorim


(*) Ali Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da história da Globo (o ansioso blogueiro trabalhou com os outros três), deu-se de antropólogo e sociólogo com o livro “Não somos racistas”, onde propõe que o Brasil não tem maioria negra. Por isso, aqui, é conhecido como o Gilberto Freire com “ï”. Conta-se que, um dia, D. Madalena, em Apipucos, admoestou o Mestre: Gilberto, essa carta está há muito tempo em cima da tua mesa e você não abre. Não é para mim, Madalena, respondeu o Mestre, carinhosamente. É para um Gilberto Freire com “i”.

(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

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