Lula: Quantos países enfrentaram a crise gerando renda e emprego? Só o Brasil
Enquanto alguns por aí plantam o pessimismo e insistem em um país fora de rumo, os números mostram um Brasil bem diferente, robusto, de economia e conquistas sólidas. Como bem lembrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso durante o seminário “Desenvolvimento, inovação e integração regional”, promovido pelo jornal espanhol El País, em Porto Alegre: “somos hoje a 7ª economia do mundo, com um PIB que passou de US$ 550 bilhões em 2002 para mais de US$ 2 trilhões e 200 bilhões em 2013”.
Dos países que compõem as vinte economias mais ricas do mundo (G20), o Brasil foi um dos nove a registrar uma taxa de crescimento acima de 2%. No entanto, quando se fala doProduto Interno Bruto (PIB) no país, o que se tem são lamúrias e lamentações, ainda que o Bra tenha atingido crescimento de 2,5%, um resultado nada desprezível. 
O país tem hoje reservas cambiais que superam os US$ 370 bilhões, ou seja, não dá para dizer que não dispomos de ativos para quitar compromissos financeiros. Outro dado: em cinco anos, enquanto 62 milhões de pessoas perderam o emprego em todo mundo, o Brasil fez a sua lição de casa, criou 10 milhões de vagas, ou seja, seguiu na contramão mesmo diante de uma grave crise econômica mundial e, mais do que nunca, teve todos os holofotes virados para sua economia e para as ações que foram tomadas pelo governo que escreveu uma nova realidade.
Não pense que é dizer mais do mesmo, mas sim enfatizar dados reais, que, como bem lembrou Lula no evento, não são resultados que estão na imprensa. “A renda média do povo brasileiro cresceu 33% e a dos mais pobres cresceu 70%. Quantos países enfrentaram essa crise aumentando a renda e o emprego? Quantos países geraram empregos como o Brasil com sindicatos e imprensa livre? Qual país duplicou sua safra de grãos em 11 anos? Qual foi o país que duplicou a produção de automóveis em 11 anos?"Não tenha dúvidas de que a resposta sempre será Brasil.
Dizem por aí que ficamos remexendo no passado, fazendo comparações impossíveis. Mas, o passado pode se repetir no presente. O Brasil de hoje investiu em linhas de transmissão, construiu mais de 30 mil quilômetros. A geração de energia passou de 80 mil para mais de 120 mil megawatts. Em 2001, o país vivia uma das suas mais graves crises por conta da falta de investimentos em infraestrutura, que levou a um apagão. Hoje, a população de São Paulo vive situação parecida. O governo do PSDB oferece desconto para quem economizar a água, ou seja, transfere para o cidadão que paga os seus impostos a responsabilidade pela má gestão.
E a Copa do Mundo não tirou verbas da educação. Mais uma vez, como bem lembrou Lula em Porto Alegre, “o Brasil é o país que mais aumentou o investimento público em educação nos últimos anos, de acordo com a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O Orçamento do MEC passou de R$ 33 bilhões para R$ 104 bilhões” nos últimos 12 anos.
Como se vê, o Brasil real é bem diferente daquele que lemos, vemos e ouvimos diariamente na imprensa brasileira.
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Fonte: Sobre o Muda MAIS
Somos um coletivo de jovens que acredita na mudança.
Reconhecemos os enormes avanços pelos quais o Brasil passou nos últimos 12 anos, sob Lula e Dilma, quando se abriram como nunca na história deste país as portas de acesso ao emprego, à universidade, à renda e às políticas públicas essenciais.
Não nos deixamos levar pela campanha do pessimismo, de fim de mundo, que setores da mídia e da oposição propagam. Não nos deixamos enganar pelo discurso fácil de quem, por muito tempo, trabalhou e articulou contra a mudança. E hoje fala em futuro para promover o passado.
Somos pela mudança porque acreditamos no respeito às diferenças, à diversidade de gênero, de cor, de opinião, de sotaques.
Mas também na igualdade de direitos à saúde, educação, moradia, segurança, livre expressão e manifestação.
Reconhecemos que os brasileiros superaram o complexo de vira-latas e hoje se orgulham de ser brasileiros. Nós somos a melhor referência de nós mesmos: uma economia vigorosa, um povo batalhador, um parceiro respeitado em todo o mundo.
Mas não acreditamos que devemos sentar sobre nossas conquistas. Há muito a avançar. E o protagonismo deve ser da sociedade. Precisamos de uma reforma política que dê voz ao cidadão e restrinja a influência do poder econômico nas nossas instituições. É necessário democratizar a mídia brasileira, uma das mais concentradas e partidarizadas do mundo.
Somos um coletivo aberto à participação de todos que queiram contribuir para avançar na mudança. De todos que reconhecem os avanços da última década e querem mudar mais.
Defendemos uma agenda colaborativa, produzida por muitas vozes e rostos. Espalhada por todo o Brasil. Que respeite o acúmulo dos mais velhos e experientes, mas garanta espaço acima de tudo à rebeldia e à contestação transformadoras da juventude.
Não devemos ter medo de ousar e aprofundar as transformações em curso no país.
Um passo à frente e você já não está no mesmo lugar. Quem avança não pode parar.
Muda mais!
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