A suspensão do Paraguai do MERCOSUL será chancelada sexta-feira, 29, no encerramento da reunião de cúpula de presidentes do bloco que se inicia esta semana em Mendoza (Argentina). A suspensão foi anunciada pelo governo argentino, que ocupa a presidência rotativa do MERCOSUL, em nota de seu Ministério de Relações Exteriores.
Já na UNASUL, a suspensão será oficializada amanhã) na cúpula presidencial da organização em Lima (PERU), convocada para analisar a crise no Paraguai após o impeachment do presidente Fernando Lugo.
Suspensão, também, do Sistema de Integração Centro-americano
A decisão de excluir o Paraguai dos dois organismos vale até as eleições de abril do próximo ano no país - que elege um novo presidente da República - se estas obedecerem a normas democráticas. Decorre do impeachment do presidente Lugo, que teve o mandato cassado na 6ª feira pp, sem direito de defesa em um processo sumário de cerca de 30 horas.
Também no fim de semana (ontem), o presidente de El Salvador, Maurício Funes, divulgou nota condenando o golpe no Paraguai, e instou os países membros do Sistema de Integração Centro-americano (SICA) a assumir “uma posição na mesma linha”.
Funes propôs que a deposição do presidente Lugo faça parte da pauta da cúpula que o órgão multilateral terá na próxima 6ª feira, em Tegucigalpa, capital de Honduras, que detém a presidência temporária do órgão.
Presidenta Dilma apoia
suspensões
Conforme a nota do Palácio de San Martin, chancelaria argentina, o país e mais o Brasil, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru decidiram de forma conjunta suspender a participação do Paraguai na reunião de presidentes do continente, que teve início no dia de ontem, 25, em Mendoza.
A iniciativa foi apoiada pelo governo brasileiro e pela presidenta Dilma Rousseff. Desde o primeiro momento do golpe relâmpago que derrubou Lugo no último dia 22, o presidente constitucional Fernando Lugo, a presidenta lembrava a impossibilidade de o Paraguai permanecer nos dois blocos, dada a cláusula destes de exigência de respeito à democracia.
Uma das primeiras consequências para o governo dos golpistas é que o Paraguai, se não sofrer restrição total, sofrerá uma redução nos investimentos no país. A Venezuela já suspendeu o fornecimento de petróleo ao país. No domingo (24) o presidente Hugo Chávez ordenou a retirada do embaixador em Assunção, José Franciso Javier Arrué, e a interrupção do envio de petróleo. "Nós não vamos apoiar de forma alguma esse golpe de Estado", afirmou Chávez.
Conforme a nota do Palácio de San Martin, chancelaria argentina, o país e mais o Brasil, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru decidiram de forma conjunta suspender a participação do Paraguai na reunião de presidentes do continente, que teve início no dia de ontem, 25, em Mendoza.
A iniciativa foi apoiada pelo governo brasileiro e pela presidenta Dilma Rousseff. Desde o primeiro momento do golpe relâmpago que derrubou Lugo no último dia 22, o presidente constitucional Fernando Lugo, a presidenta lembrava a impossibilidade de o Paraguai permanecer nos dois blocos, dada a cláusula destes de exigência de respeito à democracia.
Uma das primeiras consequências para o governo dos golpistas é que o Paraguai, se não sofrer restrição total, sofrerá uma redução nos investimentos no país. A Venezuela já suspendeu o fornecimento de petróleo ao país. No domingo (24) o presidente Hugo Chávez ordenou a retirada do embaixador em Assunção, José Franciso Javier Arrué, e a interrupção do envio de petróleo. "Nós não vamos apoiar de forma alguma esse golpe de Estado", afirmou Chávez.
Fonte: Blog do Zé Dirceu com montagem deste blogueiro
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