segunda-feira, 6 de junho de 2011

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Ao longo dos últimos anos, duas vertentes determinaram o aprofundamento da deformação editorial da revista Veja. No comando, Eurípedes Alcântara e suas coberturas estranhas; nas entranhas, Mário Sabino, incumbido de coordenar a brigada dos "assassinos de reputação".

Eurípedes, que passou a transitar pelo mundo da política e dos negócios sem dispor de conhecimento mais aprofundado, é altamente agressivo, jornalisticamente limitado, porém habilidoso para disfarçar tanto a agressividade quanto as fontes das coberturas. Seus braços na revista são Lauro Jardim e Diogo Mainardi.


Já Sabino é o truculento, uma espécie de cão de guarda feroz, sem escrúpulos nos ataques a terceiros, praticando cotidianamente o ritual da maldade, com uma agressividade quase pornográfica que se propaga por seus três alter egos: Sérgio Martins, Jerônimo Teixeira e Reinaldo Azevedo.

Guarde por ora essas informações e nomes, enquanto tentamos entender melhor o desastre que foi o fenômeno Sabino para a Veja.
luis nassif

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