sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Num determinado MOMENTO o filósofo escreveu:


“Quatro características deve ter um juiz:

ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar

prudentemente e decidir imparcialmente.”








                       
Sócrates, filósofo grego

Rumo à caminhada da Vitória !!!

Célia @ Yale 

Vamos, TODOS, levar emoção e energia nesta sexta a partir das 14h no Bairro da Baixa Grande.

O encontro amigo terá  início defronte ao Galpão do Tuta.

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 100 MEDO DE SER
FELIZ !!!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Jornalista Sacana e Idiota !

O TROGLODITA DA IMPRENSA ALAGOANA !

 
A anorexia pela verdade que o antipático, soberbo, besta quadrada, canalha, idiota e sacana colunista do jornal “Tribuna Independente” de Alagoas, um tal de Flávio Gomes, é tamanha e tacanha que não mede “esforços” para atacar o povo brasileiro através de sua colunazinha (conjuntura) diariamente.

Seu arcaico linguajar “rasteiro” é compatível com seus superiores na escala da burguesia faminta de nosso estado-padrão da imoralidade nacional. É puxa saco de primeira linha do des-governo téo-sunami. Afinal, representas tão bem a direção que ocupas no Partido da imprensa Golpista do nosso país.

Na impossibilidade de “relatar” fatos ou mesmo “vomitar” suas infâmias, “TECLAS CONTROL C e CONTROL V” de artigos doutros sacanas de sua laia para preencher sua coluna.

Outro palerma de sua espécie (um tal de Felipe) já foi mandado embora da Tribuna e joga seus preconceitos num jornaleco dum senador medíocre de nosso estado.  Pudera! As borboletas voam juntas.

És de uma estupidez hilariante em seus “comentários” quanto à política nacional, especialmente quando “escrevinha” sobre a Presidenta Dilma Rousseff.

OH FLAVINHO(?), SUA ÍNDOLE É DUVIDÁVEL !!!

A misoginia lhe acompanha por “anos-a-fio”, provavelmente desde sua infância. Procure algo que lhe satisfaça, oh jornalista pegajoso de má linha editorial.

Segundo Karl Kraus, dramaturgo, ensaísta, aforista e poeta austríaco “O segredo do demagogo é se fazer passar por tão estúpido quanto sua plateia, para que esta imagine ser tão esperta quanto ele.”
E como sóis inverídico em suas “conjunturas” e não tens consciência das “coisas” CERTAS:
Karl Marx,
lhe ensina:

Não é a consciência do homem que lhe determina o ser,
mas, ao contrário,
o seu ser social que lhe determina a consciência."

Fazer do mensalão processo político é grande erro judiciário.


A grande imprensa está se deliciando com o espetáculo. A política partidária promete converter espectadores em membros de torcida organizada. Até o ex-presidente Fernando Henrique deu o seu pitaco jurídico e disse que o STF deve ouvir a “opinião pública”, enquanto a corregedora Eliana Calmon, para não perder o hábito, advertiu os ministros que eles também seriam ‘julgados’ por sua decisão. Tudo está pronto na Corte, dizem os jornais. Mas há um grande perigo nessa empolgação: transformar o processo criminal em julgamento político é um enorme erro judiciário. O julgamento político tem seus próprios campos: das comissões de inquérito às de ética, das demissões de ministros às cassações de mandatos. No julgamento criminal, no entanto, não há espaço algum para se decidir “do jeito que a opinião pública espera”. Seja lá qual for a opinião que se diz pública. Qualquer juiz que se atreva a julgar um réu, preocupado com o que outros podem estar pensando dele, abre mão do seu dever constitucional. Todos os juízes se deparam, mais hora, menos hora, com um processo de réus conhecidos ou de crimes famosos. São processos trabalhosos, em geral difíceis e cansativos. Às vezes, até ingratos. Mas são processos criminais que devem ser julgados como todos os demais: analisando os documentos e as perícias, ouvindo as testemunhas e os réus, confrontando alegações e estudando as doutrinas. Sobretudo, com base na lei e nos princípios da Constituição. Jamais pensando: se eu decidir desta forma, o que é que vão achar de mim? A independência judicial é um atributo do estado de direito. Não se restringe a impedir a pressão de outros poderes sobre o magistrado –juiz que atende “opinião pública” em processo criminal pode até decidir. Mas não julga. Por isso, costuma-se dizer que a jurisdição penal é contramajoritária –não navega nas pesquisas ou preferências de eleitores. Não joga para a plateia, enfim. Quem pensa o contrário não desconhece apenas a jurisdição. Desconhece também a democracia. Condenar ou absolver alguém para atender a outros interesses ou vontades, por maiores que sejam, é simplesmente trair a jurisdição. Prevaricar. A igualdade das partes também não é suficientemente compreendida pela imprensa, que não raro escolhe, sem hesitar, os papéis do bem e do mal em um tribunal. Um parecer do Ministério Público recebe lastro oficial e se presta a virar manchete; mas arguições da defesa são reputadas apenas como manobras. Em um processo criminal, no entanto, não há patamares entre as partes: promotor e advogados devem sempre estar no mesmo plano. E os juízes não são responsáveis por “combater a impunidade” –mas julgar o conflito que se estabelece toda vez que alguém é acusado de um delito. Se os magistrados entrarem na “luta”, quem a estará mediando? Há outro aspecto quase esquecido neste espetáculo de julgamento que se prenuncia. Não fosse a arcaica e aristocrática previsão do foro privilegiado (que na verdade só atinge a um ou outro deputado, entre tantos réus), um julgamento como esse jamais estaria tomando a pauta de quase um mês do STF, no lugar de centenas de processos de repercussão que aguardam a decisão dos ministros. O Supremo não é e nem pode se transformar em uma vara criminal. Para que este julgamento pudesse acontecer, inúmeros juízes fizeram audiências pelo país afora, sem contar as dezenas de outros que deixaram de tocar os seus próprios processos para auxiliar ministros na produção dos votos. Onde estará o CNJ para dar conta do atraso que isso provoca? O foro privilegiado, que permite a um deputado, promotor ou juiz, se ver julgado por juízes especiais, é um atentado ao princípio da isonomia. Mais um sintoma da síndrome dos desiguais –como a prisão especial para diplomados ou a imunidade dos parlamentares. Tinha sentido na pré-história do direito, quando as diferenças entre nobres e plebeus, doutores e operários, vinha cravada na lei. Não em nossa época em que a igualdade é promessa explícita da Constituição. Quem sabe se ultrapassada essa página da história criminal, sossegados os ânimos políticos, os parlamentares não se animem em restaurar um mínimo de igualdade. Nem que seja por um motivo didático, especialmente importante quando o assunto é moralidade: mostrar que todos, inclusive os membros do poder, se submetem às mesmas regras, às mesmas sanções e aos mesmos juízes que os homens do povo. Mais do blogueiro no Sem Juízo ou no twitter @marcelo_semer Postado por APOSENTADO INVOCADO 1 às 12:30

Misturando fatos reais com a ficção ...

... peça Elizabeth Tudo Pode estreia em nova temporada !!! 



Abibliotecária Alexandria vive dentro de sua casa de livros. Certo dia, ela recebe um tesouro: o diário escrito à mão da rainha Elizabeth I. Nesta biblioteca, vive também uma traça gourmet de mil anos, de paladar apurado, que adora comer bons livros, a perigosa Dona Cesárea. Ao roubar o diário para devorá-lo, a traça começa a contar à Alexandria a história da rainha inglesa. Com um enredo que mistura fatos reais à ficção, Elizabeth Pode Tudo ensina brincando e encanta crianças e adultos em nova temporada na capital, a partir deste sábado até 19 de agosto, no Teatro Goldoni, da Casa d'Itália (208 Sul). Edu Barroso


Desenvolvido por meio de pesquisa teatral e histórica, o espetáculo transforma História em historinha de maneira lúdica. Além da vida e feitos da rainha Elizabeth I, faz-se referência à Biblioteca de Alexandria e seu algoz Júlio César. “O cenário, todo feito de papelão, foi idealizado pelo artesão Virgilio Mota e recria uma biblioteca onde os livros têm vida, conversam com a protagonista e deixam seus personagens escaparem para ajudar a contar a história da monarca”, explica a atriz Juliana Zancanaro que, além de viver Alexandria, também divide a autoria do texto com a diretora do espetáculo Luciana Martuchelli.

Na peça, Juliana atua ao lado do ator Gê Martú, que vive Shakespeare, grande marco da Era Elizabetana –, e de Filipe Lima, que dá voz e movimento a todos os outros personagens, manipulando, falando e cantando por todos. “Os livros e seus personagens ajudam a protagonista nesta aventura, principalmente em momentos difíceis. A rainha fala da morte de sua mãe, Ana Bolena; o Patinho Feio faz companhia à rainha quando ela é presa na torre de Londres; e outras histórias”, explica a atriz, que está no sétimo mês de gestação.

“Por causa da barriga, fizemos pequenas adaptações, tanto no texto quanto no figurino. Como a peça tem algo de fantástico, a explicação seguirá a mesma linha, não será uma gravidez ao pé da letra”, revela Juliana. A intérprete de Alexandria precisou dar mais atenção ao treinamento físico para estar bem disposta durante uma hora e 20 minutos de espetáculo. “Queria fazer mais uma temporada de Elizabeth Tudo Pode antes de o bebê nascer para depois escrever o texto da continuação. A proposta é que a bibliotecária conte outras histórias”, confidencia a atriz.


Andréia Castro
Especial para o Jornal de Brasília



 



+ um candidato desiste de disputar reeleição em Arapiraca !!



Depois de Daniel Rocha(PTB) e Clarindo Lopes(PRP) terem desistido de concorrer à reeleição, mais um vereador de primeiro mandato, na cidade de Arapiraca, interior alagoano, o delegado Robério Ataíde, apesar de já ter registrado sua candidatura, informa que não mais disputará a reeleição em nosso legislativo.
De acordo com informações de bastidores, o vereador teria seguido conselhos de familiares, que o aconselharam a cuidar de sua saúde, pois Ataíde sofre de diabetes e a agenda corrida entre a vida política e o cargo de delegado estava inviabilizando o tratamento adequado.




Parceria garante ampliação da Casa da Cultura

Parceria garante ampliação e modernização da Casa da Cultura


Uma parceria entre a Prefeitura de Arapiraca e o Serviço Nacional do Comércio (Senac/AL) garante a ampliação e modernização do prédio da Casa da Cultura, localizado na Praça Luiz Pereira Lima com a Rua Esperidião Rodrigues, no centro da cidade.

Na tarde desta quarta-feira (dia 1º), o prefeito Luciano Barbosa (PMDB) recebeu, em seu gabinete no Centro Administrativo Municipal, representantes do Senac, a exemplo do empresário Wilton Malta; gerente do Senac/Arapiraca, Carlos Alberto, e a diretora técnica Cícera Paiva e diretora-regional Telma Ribeiro.

A reunião também contou com a presença dos secretários de Cultura, João José Marques, o Joãozinho Braúna; de Educação, Ana Valéria Peixoto; de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Caroline Albuquerque; de Indústria e Comércio, Manoel Henrique Cavalcante, e o procurador-geral do município, José Soares da Silva.

Na ocasião, o presidente da Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio) e representante do Senac, Wilton Malta, revelou que o projeto prevê a reforma do prédio da Casa da Cultura, com a implantação de uma biblioteca digital, salas de leitura e vídeo, laboratório de informática com dez computadores, além de jardins e estacionamento.

Ainda de acordo com o projeto, as salas de leitura irão abrigar 45 alunos por turno, enquanto os laboratórios de informática terão capacidade para atender 25 alunos a cada período.

Para tanto, o prefeito Luciano Barbosa assinará um decreto cedendo o espaço em regime de comodato para o Senac promover a ampliação e a construção dos novos espaços no prédio.

A obra está orçada em R$ 500 mil, com prazo de conclusão previsto para 80 dias.

Wilton Malta adiantou que a parceria também prevê convênio com os servidores municipais e estudantes de escolas da rede pública de ensino, para o acesso gratuito às atividades e serviços.


Por sua vez, o prefeito Luciano Barbosa ressaltou a importância do trabalho conjunto com o Senac com a administração municipal.

“Estamos adotando vários projetos de inclusão social, sobretudo de crianças e adolescentes. Essa parceria mostra a confiança das entidades de classe nesse trabalho que tem como objetivo maior proporcionar o acesso à leitura, educação e qualificação profissional de nossos jovens para o ingresso no competitivo mercado de trabalho”, completou Luciano.

Fonte: Saite da Prefeitura de Arapiraca