quinta-feira, 26 de abril de 2012

CPI da Veja: Dilma desmente detrito da Globo

CPI da Veja: Dilma
desmente detrito da Globo

    Publicado em 26/04/2012
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Note a semelhança entre um detrito sólido e um Golpe de Estado


A propósito das ” notícias” da/o Globo desde a quarta-feira, a Presidenta foi obrigada a se manifestar ( não seria de bom tom ela tratar de “como o jn trabalha com detritos sólidos “.)


Em nota, Planalto nega conversa entre Dilma e Lula sobre CPI

Ex-presidente e sucessora se reuniram por mais de 4 horas nesta quarta.

‘A presidenta lamenta as versões em contrário divulgadas’, diz a nota.


A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota nesta quinta-feira (26) na qual afirma que, “em momento algum” a presidente Dilma Rousseff conversou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do caso Cachoeira.


A CPMI foi instalada nesta semana no Congresso para investigar o envolvimento de políticos e empresários com o bicheiro Carlos Augusto Almeida Ramos, apontado como chefe de uma quadrilha de jogo ilegal em Goiás e preso em fevereiro pela Polícia Federal.


O ex-presidente reuniu-se nesta quarta-feira (26) com Dilma por mais de quatro horas no Palácio da Alvorada, na presença também dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), Aloizio Mercadante (Educação), Guido Mantega (Fazenda) e o ex-ministro de Comunicação Social de Lula, Franklin Martins.


A nota, assinada pela Secom, diz ainda que Dilma “lamenta” informações divulgadas pela imprensa que afirmam que ela e Lula conversaram sobre a CPMI. “A presidenta lamenta as versões em contrário divulgadas por veículos de imprensa”, informa a nota.


Nesta quinta-feira (27), o ministro Gilberto Carvalho chegou a comentar sobre o encontro com Lula. “Não nos detivemos nesse tema [da CPMI]“, disse a jornalistas.


Veja a íntegra da nota:


Nota à Imprensa


Em momento algum, o tema “Comissão Parlamentar Mista de Inquérito” foi objeto das conversas ocorridas na última quarta-feira em encontro da Presidenta Dilma Rousseff com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A presidenta lamenta as versões em contrário divulgadas por veículos de imprensa.


Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República


Em tempo: nos bons tempos do Pasquim,os detritos sólidos que boiavam na praia de Ipanema eram ali chamados  de “Roberto Marinho”.

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/04/26/cpi-da-veja-dilma-desmente-globo/

terça-feira, 24 de abril de 2012

Governo DILMA e a EDUCAÇÃO !!!


Governo investirá R$ 373 milhões para incentivar a leitura

O objetivo do plano é aumentar o número de leitores no Brasil

06:01 - EDUCAçãO
Luciana Lima
Agência Brasil


O Ministério da Cultura (MinC) anunciou, nesta segunda-feira (23), investimentos de R$ 373 milhões para o Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) para esse ano. Os recursos deverão ser empregados na construção e revitalização de bibliotecas; contratação de agentes de leitura e na realização de feiras e festivais de literatura. As ações serão coordenadas pela Fundação Biblioteca Nacional.

Durante o lançamento, a ministra Ana de Hollanda enfatizou que o governo quer incentivar que o brasileiro desenvolva o gosto pela leitura e, com isso, as pessoas tenham uma visão mais crítica e uma ampliação do conhecimento. "Um brasileiro que lê, cresce mais, e o Brasil cresce junto", disse a ministra.

"A leitura não é um ato reflexo, aprendido naturalmente. É resultado de uma sofisticada operação, aprendida ao longo de anos, e que, por isso mesmo, precisa ser cultivada cuidadosamente, para além dos muros da escola”, disse a ministra. "Para tal, precisamos de uma boa e vasta literatura, de uma competente e ampla rede editorial e de divulgação. Necessitamos de um exército de mediadores de leitura, que dentro das bibliotecas e nos mais variados espaços, ajudem sobretudo crianças e jovens a descobrirem a necessidade humana do prazer da leitura”.

O objetivo do plano é aumentar o número de leitores no Brasil. Segundo a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro no dia 28 de março, 75% dos brasileiros nunca frequentaram uma biblioteca. A média de livros lidos no Brasil é de quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser considerada leitora.

Do total de recursos, R$ 254 milhões serão destinados para bibliotecas em ações como implantação de bibliotecas com telecentros nas praças dos Esportes e da Cultura; em bibliotecas do Espaço Mais Cultura e na construção e reforma de bibliotecas-parque e bibliotecas de referência e, ainda, de acordo com o governo, no apoio às bibliotecas comunitárias e pontos de Leitura, além da implantação, revitalização e modernização de bibliotecas municipais.

O Ministério da Cultura vai investir R$ 56 milhões para a formação de mediadores de leitura. A intenção do governo é dobrar o número de agentes de leitura para atuar com as famílias de baixa renda.

Cerca de R$ 8 milhões vão para a ampliação dos acervos e formação de bibliotecários e funcionários de 2.700 bibliotecas municipais e comunitárias de 1.500 municípios em todos os estados.

Outra medida anunciada foi a ampliação do calendário nacional de feiras de livro e festivais literários para 200 eventos em 2012, a maior parte deles com apoio financeiro do MinC e apoio direto a 175 caravanas de escritores pelo país.

O governo também anunciou a publicação de editais específicos para contemplar as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que possuem índices de leitura menores. Outra inovação é a contemplação, em um desses editais, do chamado Custo Amazônico, que prevê a transferência de 30% a mais de recursos para os estados da Amazônia Legal (região compreendida pela totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Rondônia e Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, do Maranhão e Tocantins).

A Caixa abre mais cedo. Essa Dilma ...

Publicado em 23/04/2012
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  • Desta segunda-feira até 11 de maio, as agências da Caixa em todo o país abrirão uma hora mais cedo.

    E vão abrir também no sábado 12 de maio, das 9 às 16 horas.

    Faz parte do programa “Caixa Melhor Crédito”, em que, como o Banco do Brasil, a Caixa reduziu os juros duas vezes consecutivas.

    É a estratégia da Presidenta, que resolveu peitar os bancos, com a ajuda da Caixa, do Banco do Brasil e do BNDES.

    Como se sabe, o Farol de Alexandria, num documento do Ministerio da Fazenda prometeu ao FMI vender a Caixa,  o Banco do Brasil e, se pudesse, transformava o BNDES num escritório tropical do Morgan Stanley.

    O primeiro movimento da Dilma foi para que os bancos reduzissem o spread – a diferença entre o custo de captar dinheiro e o que cobram do cliente.

    O PiG (*) e seus colonistas (**) enfatizavam que o Brasil tinha – porque não tem mais – a mais alta taxa de juros reais do mundo.

    Mas não diziam que os spreads também.

    Como não costumam dizer que o custo das tarifas bancárias no Brasil é um dos mais altos do mundo.

    Agora, informou o Globo, neste domingo, na página 22, que, depois dos spreads, a Dilma quer ter uma conversinha com  os bancos sobre as tarifas bancárias.

    E mostra uma tabela impressionante:

    para abrir cadastro, os bancos privados cobram, na média, R$ 390;

    os públicos, R$ 32;

    para fazer transferencia entre contas, num mesmo banco, os privados cobram na media R$ 60;

    os públicos, R$ 1,54


    A Dilma cismou que o custo de um empréstimo no Brasil tem que seguir padrões internacionais.

    Ainda mais agora que a Selic se aproxima dos 8%.

    O sistema bancário brasileiro era intocável.

    Era.

    O presidente do Banco Central não preside mais o BankBoston.

    O presidente do Banco Central é funcionário de carreira.

    Que não veio de banco privado, nem consta que queira ir.

    A Dilma decidiu entrar na jaula dos leões.

    Em tempo: saiu no UOL:

    Caixa cria linha especial para compra de móveis e linha branca


    DE SÃO PAULO


    Em meio à temporada de redução de juros dos grandes bancos brasileiros neste mês, a Caixa Econômica Federal avançou nesta segunda-feira com mais uma iniciativa para ampliar a oferta de crédito a seus clientes. Beneficiários do Minha Casa Minha Vida terão uma linha especial para mobiliar a casa.


    O banco vai disponibilizar R$ 2 bilhões aos participantes do programa federal que quiserem adquirir móveis e itens da linha branca, como geladeira e fogão. O crédito poderá ser contratado a partir da sexta-feira (4).


    (…)



    Paulo Henrique Amorim


    (*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

    (**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta  costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse  pessoal aí.

    Inês: Lula, Dilma e Maquiavel. Pobre oposição

    Inês: Lula, Dilma e Maquiavel. Pobre oposição

      Publicado em 19/04/2012
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    Saiu na Carta Maior artigo imperdível de Maria Inês Nassif:

    A política brasileira, a virtude e a fortuna

    Depois de 27 anos de redemocratização do país, e de um período prolongado de luta aberta entre forças que se opõem no cenário político, talvez seja conveniente lembrar Maquiavel também no nosso pedaço de mundo, onde atribuímos à velha ordem excessivo poder para decidir nosso futuro.


    Maria Inês Nassif


    Houve um tempo em que a desenvoltura de velhas raposas da política tradicional, e uma vocação dessas lideranças para remar a favor da maré, davam a impressão, para quem as assistia do lado de fora do palco institucional, de que elas tinham um quase monopólio, um poder ilimitado de construir a história. Depois de 27 anos de redemocratização do país, e de um período prolongado de luta aberta entre forças que se opõem no cenário político, talvez seja conveniente lembrar Maquiavel também no nosso pedaço de mundo, onde atribuímos à velha ordem excessivo poder para decidir nosso futuro.


    Dois governos de Luiz Inácio Lula da Silva e pouco mais de um ano com Dilma Rousseff – três gestões onde a disputa política saiu dos porões do poder e se escancarou para outros setores sociais – mostraram que o jogo político, mesmo quando escamoteado, é virtude e fortuna. Ou seja, nunca é produto exclusivamente da vontade de um governante, embora a virtude seja fundamental para mover um governo, e a fortuna, isto é, a roda da história, nunca acontece descolada da virtude.


    As virtudes de um e outro governante não são iguais, mas já se pode dizer, com um alto grau de certeza, que o correr dos acontecimentos – a fortuna – foi adequada às diferenças entre Dilma e Lula. Dilma está no lugar e na hora onde tem que estar; Lula cumpriu o seu papel no seu momento. E o processo histórico, como se move, saiu de uma realidade onde o governo era defensivo e tinha como contraponto um presidente com raras qualidades de conciliação; para uma outra, em que o governo é ofensivo e a presidenta, sem habilidades específicas para manobrar a política institucional, encontra terreno para exercer a sua vocação maior, que é a de se contrapor.


    A rápida intervenção de Dilma nos juros domésticos (o pesadelo para todos os governantes das últimas duas décadas) tanto pela via institucional, o Copom, como da pressão direta sobre os bancos, é o estilo Dilma, beneficiado pelo gradual abandono da ortodoxia econômica iniciada no governo Lula e pela crise mundial. A volta por cima da crise política do chamado “mensalão” de 2005, via apoio popular, é estilo Lula.


    Nos mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), exceto em um breve primeiro ano de lua-de-mel com as elites políticas brasileiras, o governo foi mantido acuado na política institucional por uma minoria oposicionista amplificada por uma mídia hegemônica; e, no plano da sociedade civil, manteve uma aproximação permanente com setores não organizados, beneficiados pelos programas sociais e/ou atraídos pelo carisma do chefe do Executivo.


    Com os movimentos sociais organizados o governo Lula não teve sempre um bom diálogo, mas o fato de ser entendido como um mal menor, contra um partido, o PSDB, que criminalizou a ação política desses setores, poupou-o de uma oposição forte à esquerda. O MST, por exemplo, nunca se declarou feliz com o PT no governo federal, mas foi atraído pelas suas próprias bases e pela opção do “mal menor” a se encontrar com o partido em períodos eleitorais, e a aliviar a pressão quando os setores conservadores tocavam fogo na política institucional.


    O governo Dilma Rousseff mostrou algumas coisas mais. Primeiro, que no final das contas os estilos diferentes dos dois presidentes petistas vieram na hora certa. Em segundo, que a vontade pessoal de um mandatário popular conta, mas desde que ele entenda, conflua e aproveite o processo histórico que o levou ao poder.


    Dificilmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria chegado ao final de seu mandato, se não tivesse algumas qualidades essenciais: a habilidade e pragmatismo de negociador sindical e uma grande facilidade para se fazer ouvir pelas massas, que deram a ele a sustentação política necessária para se contrapor a uma oposição fraca, porém associada a uma mídia tradicional hegemônica. Suas duas administrações, exceto a trégua inicial – necessária para atenuar os efeitos da investida especulativa do mercado financeiro no ano eleitoral de 2002 – ocorreram sob forte ofensiva. A pequena oposição falou grosso pela voz da mídia.


    Dilma Rousseff tem outro perfil. Não teria cintura para sobreviver numa conjuntura política tão desfavorável como a enfrentada por Lula, mas o fato é que o governo de seu antecessor, os compromissos políticos assumidos por ele e a montagem de seu palanque permitem, ironicamente, que ela seja ela mesma. Se tivesse tentado ser Lula, teria fracassado. Além disso, uma gestão econômica que é continuidade do governo Lula, mas que é a sua praia, numa conjuntura que o mundo chafurda na lama do neoliberalismo, simplesmente desmonta qualquer oposição significativa às orientações de governo, e dão a ela dimensão própria no âmbito internacional, mesmo fazendo uma política externa de continuidade à anterior.


    Dilma falou de igual para igual na Cúpula das Américas porque sabe ser positiva; mas tem o respeito da comunidade internacional não apenas porque é positiva, mas porque o ex-presidente Lula, que atuou com desenvoltura nessa área, deixou no passado o complexo de vira-lata neoliberal. Antes disso, a elite brasileira tomava como referência os países ricos nas formulações econômicas externas e extasiada, olhando para fora, deixava visível a enorme vergonha do próprio país.


    Os êxitos do governo Lula encheram o palanque de Dilma e sua base aliada. A habilidade política de Lula costurou o resto. Sem isso, no entanto, dificilmente a presidenta teria condições de tentar mudar os termos de relacionamento com a sua base parlamentar. E sem o estilo Dilma, seria complicado levar essa tentativa muito longe.


    Também seria difícil manter o estilo Dilma nas relações políticas institucionais se a oposição, menor ainda do que era no governo Lula, não tivesse sido severamente atingida pela enorme crise decorrente das denúncias contra seu principal porta-voz, o senador Demóstenes Torres, envolvido com uma quadrilha comandada pelo contraventor Carlinhos Cachoeira. Não foi apenas a oposição que perdeu a credibilidade, mas a banda de música do DEM e do PSDB passou a ser menos crível numa mídia que acuou o governo passado, mas está acuada agora. Por mais irônico que seja, fica mais fácil agora para Dilma definir novas relações com o Legislativo. Ela não está na posição permanente defensiva em que Lula foi mantido nos seus dois governos, não tem as dívidas de gratidão que seu antecessor tinha com políticos tradicionais da base aliada e lida numa situação em que foi escancarado não apenas o uso da máquina administrativa pelos aliados, mas pelos próprios oposicionistas, ao que tudo indica um avanço sobre território alheio obtido pelo expediente da chantagem.


    O momento é outro e o processo histórico anda, sempre. Qualquer análise política sobre o Brasil de hoje tem que se livrar dos fantasmas do passado e dar a eles sua devida dimensão. Esta é a condição para virtude e fortuna.

    segunda-feira, 23 de abril de 2012

    preocupados ????

    nave tucana "ABISMADA" com alto índice da Presidenta DILMA junto ao povo brasileiro

    Fonte da Foto: Saite "aposentado invocado"

    sexta-feira, 20 de abril de 2012

    Anna Ratto é o destaque deste mês !


    Quarta-feira próxima, 25, o programa “Faro MPB” da rádio MPB FM, da cidade do Rio de Janeiro, irá promover em seu Studio (Studio RJ) mais uma “Noite Faro MPB”
    O show deste mês é da linda e competente cantora e compositora Anna Ratto, a artista do mês.
    Ela apresenta as canções do seu terceiro disco “Anna Ratto”.

    Anna Ratto ficou conhecida como Anna Luisa, nome artístico usado desde o lançamento de seu primeiro disco, “Do Zero”, ano de 2006. Porém, recentemente, ela foi impedida de utilizar o nome, que já tinha sido registrado por outra profissional. Decidiu, então, usar o sobrenome mais forte da família: Ratto. E neste álbum, a artista carioca mostra seu lado mais romântico, assinando seis das nove músicas, e explora com intensidade as muitas vertentes da MPB.
    O show mistura diversos ritmos e influências. “Seja Lá Como For” traz uma pegada reggae-pop, com forte presença de metais. “Não Era Mais” mescla valsa a guitarras distorcidas do rock, enquanto “Nem Sequer Dormi” cria um clima intimista. O reggae está presente em “Penumbra”, o foxtrot sensual de “Perto-Longe” também faz parte do repertório do show. A levada animada “Julieta” e a inédita “Pensando Bem“, de Dani Black, também estarão no show.
    “Minhas letras eram lúdicas, criavam personagens e falavam mais pro ritmo. Pela primeira vez faço um disco que trata, essencialmente, de assunto nada corriqueiro no meu trabalho: o amor. Peguei o violão e vieram canções que falavam de encontro, de desejo. A música inédita do Dani Black e as releituras que fizemos das parcerias de Tom Zé com Tuzé de Abreu e Perna estão em sintonia com isso, e acho que conseguimos trazer uma leveza e um tom divertido pra esse tema”, diz a cantora.
     
    Quando? 25 de abril de 2012 (quarta-feira)
    Horário? Abertura da casa: 20h30 – Previsto para seu início: 21h30
    Preço? Couvert Artístico: R$ 40 (inteira) l R$ 20
    Local? Studio RJ – Av. Vieira Souto, 110 – Arpoador

    HOJE, DIA DO DISCO DE VINIL !


    Vinil chega a custar até R$ 1 mil

    Criado no ano de 1948, o disco de vinil marcou gerações que acompanharam o crescimento e apogeu da indústria fonográfica, que atualmente vive momentos de crise. Hoje, após 64 anos do lançamento do percussor The Voice of Frank Sinatra, colecionadores e amantes dos famosos bolachões continuam a perpetuar o que para muitos se tornou uma tradição.

    O dia 20 de abril marca uma data comemorativa pouco lembrada no Brasil, o Dia do Disco. A data foi escolhida por ser o aniversário de morte do cantor e compositor brasileiro Ataulfo Alves. Atualmente, os discos fazem parte apenas do cotidiano de colecionadores, pois já não são vendidos em grandes lojas há mais de 15 anos.

    O vendedor "Chico dos discos", de 73 anos de idade, dedicou mais da metade da sua vida à venda dos vinis. Além de comercializar o Long Play (abreviatura LP) há 36 anos nas ruas do centro de Maceió, ele é um verdadeiro amante do som produzido pelo disco. "Um dos meus primeiros vinis foi do Agnaldo Timóteo. Desde então, não parei de colecionar. Pra mim, nada se compara ao chiado original do som que só um disco tem, pois no CD a gente não escuta essas coisas", disse.

    Na Rua do Sol, onde "Chico dos discos" comercializa seus LP's, é possível encontrar exemplares que custam de R$0,50 a R$1.000. Para ele, o que torna um vinil mais caro é a dificuldade de encontrá-lo no mercado. "Eu vendi o primeiro disco de Roberto Carlos por R$1.000. As pessoas estão dispostas a pagar por aquilo que é raridade" afirmou. O comércio do senhor Chico já virou ponto de referência para quem está à procura dos discos. "Eu vendo em média 20 discos por dia", completou.
    Novos adeptos
    O prazer de colecionar vinis atinge pessoas de todas as idades. O estudante Nicolas Serafin começou sua coleção há três meses e já tem mais de 30 discos. Inicialmente, a intenção do jovem era adquirir exemplares que ainda não foram lançados nas novas mídias. "Comprei o disco do Moraes Moreira a Zé Ramalho e não tenho a intenção de parar. Além de custar barato, é uma sensação única a de se ter um LP nas mãos. Diferentemente do MP3, ali está contida toda a história de uma época", afirmou.

    Na opinião do maestro e produtor musical Almir Medeiros, o som das mídias digitais ainda é o mais limpo e próximo à realidade. Apesar disso, ele acredita que o prazer de se colecionar discos pode estar mais atrelado às tradicionais capas e conteúdos que cada um carrega consigo, além do som peculiar de chiado produzido pelo atrito da agulha com o plástico.
     
    Fonte: http://mais.al/geral/