terça-feira, 2 de julho de 2013

Conversa com a Presidenta !!!


Mensagem da Presidenta Dilma Rousseff sobre o pacto com governadores e prefeitos

A palavra pacto significa entendimento, união, deixar de lado o que nos separa e buscar os pontos em comum para um trabalho concreto. Foi isso que propus e foi aceito pelos governadores e prefeitos de capitais na reunião que tivemos na semana passada. Juntos, vamos buscar soluções rápidas e concretas para alguns problemas da economia, do transporte, da saúde, da educação e, também, da política. É nossa obrigação transformar o anseio das ruas em realidade.
Na reunião propus cinco pactos aos governadores, aos prefeitos, ao Congresso e a toda a sociedade: um em torno do equilíbrio fiscal, para defender nossa economia e combater a inflação, para que o povo possa continuar comendo bem, se vestindo bem, melhorando sua qualidade de vida. Para o transporte, anunciei mais R$ 50 bilhões para estados e municípios investirem em metrôs, VLTs e corredores de ônibus, (BRTs), além dos R$ 90 bilhões que nós já estamos investindo. A educação será fortalecida com 75% dos royalties do petróleo, conforme proposta aprovada na Câmara dos Deputados. E a saúde com os outros 25%. Na Saúde também será acelerado o investimento de R$ 7,1 bilhões já destinados à área. Estamos também ampliando as vagas para formação de médicos e contratando profissionais para as regiões mais carentes de atendimento. Quando não houver interesse de médicos brasileiros nas vagas, abriremos a chamada para médicos do exterior.
E, finalmente , propus um pacto para se iniciar a grande reforma política que o Brasil necessita e aperfeiçoar nossas armas de combate à corrupção. Um país só anda bem se sua política estiver bem, pois o papel da política é harmonizar a sociedade. E a política só pode estar bem se o povo participar das decisões e fiscalizar a ação dos governantes. Por isso, estou apresentando uma proposta ao Congresso Nacional de convocar um plebiscito popular para que os cidadãos opinem sobre os temas mais urgentes que o Legislativo deve discutir em uma reforma política. O povo dirá, por exemplo, o que quer mudar na forma de eleger seus representantes e no financiamento das campanhas.
Esse pacto abrange o combate à corrupção, uma prioridade para o meu governo. Parabenizo o Senado Federal, que aprovou com rapidez, na semana passada, o projeto de lei que torna a corrupção um crime hediondo, o que era um dos pontos do nosso pacto. Com esses pactos, o Brasil poderá avançar muito mais, somando esforços, sem dispersão, em benefício de todos os brasileiros.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Partido dos Trabalhadores INFORMA !!!


Empresas brasileiras ofereceram mais de 40 mil vagas para pessoas com deficiência


Política nacional de cotas prevê que empresas com, pelo menos, 100 funcionários devem ter, no mínimo, 2% de pessoas com deficiência


O último balanço de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, do Sistema Nacional de Emprego (Sine), constatou que, entre maio de 2012 a abril de 2013, 46.884 vagas foram oferecidas pelas empresas para pessoas com deficiência. De acordo com os números registrados, 119.641 vagas aceitavam a participação de todas as pessoas, inclusive das com deficiência. Assim, 166.525 vagas foram captadas no total.
De acordo com as informações divulgadas no mesmo período, foi registrado o encaminhamento de 78.526 trabalhadores com deficiência para entrevistas. Desses, 8.763 foram inseridos no mercado de trabalho.
Do total, entre junho de 2012 e maio de 2013, a população em geral teve 3.232.959 vagas captadas e 782.713 trabalhadores foram inseridos no mercado de trabalho. No Brasil, a política nacional de cotas obriga as empresas com, pelo menos, 100 funcionários a preencher, no mínimo, 2% de seu quadro com deficientes. 

Acesso ao mercado de trabalho
O Sine é um sistema que realiza a intermediação entre mão-de-obra e mercado de trabalho, com supervisão da Secretaria de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho e do Emprego. Seu objetivo é colocar trabalhadores no mercado de trabalho e reduzir o tempo de espera e promover o encontro de oferta e demanda de trabalho.
No Portal Mais Emprego, do MTE, o Trabalhador com deficiência pode informar qual o tipo e subtipo de deficiência que possui. As deficiências relacionadas no sistema estão em conformidade com as reconhecidas pelo Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência.
Ao disponibilizar vagas no portal, o empregador deve manifestar se a vaga é exclusiva para pessoas com deficiência. Se a vaga não for, o sistema permite ao empregador informar que aceita encaminhamentos de pessoas com deficiência. Caso o empregador não aceite, deve, obrigatoriamente, apresentar justificativa condizente com as legislações que tratam do tema.

Inclusão
Estima-se que 14,5% dos brasileiros tenham alguma deficiência física ou mental. Para que consigam viver com autonomia, como o restante da população, é preciso derrubar um conjunto de barreiras.
A legislação estabeleceu a obrigatoriedade de as empresas com 100 ou mais empregados preencherem uma parcela de seus cargos com pessoas com deficiência. A reserva legal de cargos é também conhecida como Lei de Cotas (art. 93 da Lei nº 8.213/91).
As novas políticas de inclusão vêm para promover mudanças integradas. Estão na pauta ações de prevenção e eliminação de toda forma de discriminação, exploração, violência e abuso contra a pessoa com deficiência, além de incentivos ao respeito pela autonomia e a equiparação de oportunidades.

Fonte: Portal Brasil
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HOMOSSEXUALIDADE NÃO É DOENÇA !!!

* por João Luiz Rocha, vereador pela cidade de Maceió, capital do estado de Alagoas. É pastor evangélico

Como ministro do evangelho, fui convidado a expor minhas ideias sobre o projeto que tramita no Congresso Nacional intitulado de “cura gay”. Primeiro, quero declarar que não concordo com a maneira como se trata o assunto igreja e homossexualismo no Brasil. Visto que Jesus viveu três anos de vida, nos conta a história, em meio a uma época de prostituição, homossexualidade e orgias no império romano, e o mesmo nunca disse sequer uma palavra, apenas pregava 

o evangelho, e quem quisesse mudar o caminho, mudar o comportamento, o seguia. Quem não, seguia a sua vida com a liberdade que o próprio Deus nos declara quando ele diz que teremos em nossas vidas dois caminhos, e cabe a nós escolher qual caminho seguir.

Sobre a cura gay, creio que nós, nem como evangélicos, nem como parlamentares, nem como presidente de uma comissão de direitos humanos, temos o direito de desfazer uma decisão da OMS (Organização Mundial de Saúde), que em 17 de maio de 1990, retirou o sufixo “ismo”, que significa doença, deixando apenas “homossexual”. Se cientistas, médicos, psiquiatras, o Conselho de Psicologia de uma organização mundial estuda e nos prova que homossexualidade não é doença, não serei eu que vou desfazer uma pesquisa feita por uma entidade mundial.

Em 1985, o Conselho Federal de Psicologia também deixou de considerar a homossexualidade uma doença. Por isso, me atenho ao referido assunto como um comportamento. Comportamento que o cidadão tem o direito de querer mudar a hora que assim o quiser, ou seguir com sua vida, pois vivemos em um país livre.

A mim, como pastor, me cabe amar os homossexuais como qualquer outra pessoa, e pregar que Deus possa ajudá-los a mudar de caminho ou de comportamento, se assim desejem, pois a própria palavra de Deus não é autoritária, e sim democrática quando diz “coloco diante de vós dois caminhos, e vós escolheis a que caminho quereis seguir”. Portanto, eu não me refiro a um homossexual como uma pessoa doente e estarei sempre aberto a ajudar qualquer pessoa em qualquer momento difícil da sua vida.

Há 40 anos pregando o evangelho, sempre fui ensinado e sempre ensinei que ainda que fale a língua dos anjos, se não tiver amor de nada me adianta. Creio que é hora de nós, evangélicos, orarmos por esta nação e por todas as pessoas que são filhas da mesma, pois o próprio Cristo não fez acepção de pessoas quando ministrou a Maria Madalena que quis mudar a sua vida quando Deus mudou a vida de Raab, uma prostituta que quis mudar de caminho. Na força, na guerra, no grito, como estão querendo fazer, nada vai acontecer a não ser acirrar uma briga entre igrejas e homossexuais, a qual eu não vejo um motivo para tal embate. O que temos que fazer é orar, rezar para que o povo viva em paz e cada um escolha o caminho que achar melhor para seguir, lembrando que Deus ama todos.

Torço para que o Congresso Nacional se debruce sobre questões que realmente são necessárias de uma resolução para o nosso país e que deixem cada um viver a sua vida livremente.

* João Luiz Rocha

plim plim inútil na Argentina !!!

Publicado em 30/06/2013

TV argentina
desmascara TV Globo

Arnaldo Jabor, enfim, ganha o Oscar: o Oscar da hipocrisia !
Sugestão do amigo navegante Ivo Augusto de Abreu Pugnaloni:

A Rede Globo é exemplo da desmoralização dos meios de comunicação no Brasil, que o Bernardão defendeu na Veja.
E os argentinos ainda não sabiam que a Rede Globo não paga Imposto de Renda.

E usa a mesma tecnologia da Privataria (que assolou os argentinos, nos tempos do FHC da Argentina, o Menem, hoje ameaçado de ir em cana.

O Menem brasileiro vira imortal… Viva o Brasil !)

Em tempo: a Dilma tem dois ministros da Comunicação e se trumbica …

Paulo Henrique Amorim

Movimento dos Sem Mídia !!!



Cerca de 1000 leitores veem golpe em marcha e querem reagir

Até a manhã de ontem, o post intitulado “Você vai ficar parado assistindo o golpe prosperar?” recebeu cerca de 1000 comentários de leitores de todas as partes do Brasil e também do exterior, os quais se uniram a este que escreve no entendimento de que os fenômenos que se produziram no país em junho decorreram de orquestração com fins políticos.
Vale explicar a falta de precisão sobre o número de leitores que apoiam a teoria da orquestração e o chamamento para que se unam ao Movimento dos Sem Mídia a fim de elaborar estratégias para enfrentar um movimento de viés fascista que buscou, desde o primeiro passo, interferir nas eleições do ano que vem.  Não há número fechado porque esse contingente segue crescendo enquanto este texto se escreve praticamente sozinho.
Antes de prosseguir, porém, é preciso avaliar a importância de um contingente como esse de cidadãos romper o surto de covardia que se abateu sobre o país e que tornou “crime de traição” discordar da nova ordem, a “ordem das ruas”, a contaminação fascista que assola o Brasil.
Se um simples blog consegue reunir quase mil pessoas desconfiadas do rumo dos acontecimentos em pouco mais de um dia, é de se imaginar quanta gente, por aí, percebe que há um golpe político em andamento.
O mérito da iniciativa desta página, portanto, está sendo o de impedir que a Onda de protestos sem causa e sem rumo que tomou o país se torne “unanimidade” da boca das pessoas para fora, pois, como fica claro em incontáveis depoimentos de leitores no post anterior, quem discorda está sofrendo pressão em seus meios sociais e profissionais e, nesse processo, sente-se intimidado e coagido a “mudar” de posição ou a se calar.
Alguns dirão que cerca de 1000 pessoas (até aqui) espalhadas pelo Brasil não são nada diante de cerca de um milhão que foram às ruas. Contudo, antes deste post tenho certeza de que nenhuma outra página na internet mostrou tão claramente como a desconfiança dessas manifestações é um sentimento latente e sufocado.
Além disso, aqui não se pediu simpatia aos leitores que aderiram ao chamamento feito, pediu-se engajamento, o que, por certo, limitou a adesão – além, é claro, do medo de muitos de se exporem a uma discordância que vem se tornando quase que proibida em meio a um processo catártico que está levando as pessoas a deixaram de raciocinar e a se tornaram, em boa parte, legitimamente fascistas ao agredirem, verbal ou fisicamente, quem discorda.
A essas pessoas que aderiram ao chamamento do Blog, informo que já estão sendo cadastradas com base em seus nomes, cidades e Estados. O primeiro passo, porém, será varrer o arquivo de comentários para retirar nomes repetidos em mais de um comentário da mesma pessoa e manifestações que não são de adesão.
Contudo, já se pode dizer que os comentários inadequados à natureza do post não passam de algumas poucas dezenas em meio a cerca de nove centenas de adesões.
A partir da primeira lista que for composta, um e-mail coletivo será enviado e cada pessoa que se manifestou simpaticamente à causa do Movimento dos Sem Mídia receberá instruções por esse meio.
Em primeiro lugar, será pedido àqueles que não informaram em que cidade e Estado residem que complementem a informação. Anexada ao e-mail, haverá uma ficha de inscrição em que serão pedidos dados adicionais, como telefone, endereço etc., de forma a compor o cadastro do MSM.
O passo seguinte será separar as pessoas de São Paulo de forma a que participem fisicamente de uma Assembleia que será feita em auditório nesta cidade em data que será discutida após concluir a tabulação dos dados.
Simultaneamente, pessoas de outros Estados ou mesmo de cidades paulistas mais distantes da capital que não puderem vir a ela serão instruídas sobre como poderão ajudar até que em suas regiões tenhamos massa crítica para organizar um evento similar ao de São Paulo.
Este que escreve está disposto a percorrer o país para organizar o MSM em outras regiões. Independentemente da política, pois tempos sombrios se fazem anunciar e quando os olhos e mentes se abrirem pelo menos os que enxergaram antes já terão se organizado de alguma forma.
Nesse aspecto, há que fazer comentários sobre a pesquisa Datafolha que mostrou derretimento da popularidade da presidente Dilma Rousseff e que foi divulgada cerca de 12 horas após a publicação do post em que foi feita a exortação aos seus leitores para que nos organizemos contra o golpe político em curso no país.
Nas redes sociais Twitter e Facebook, em comentários aqui no Blog, em telefonemas e e-mails que recebi, perguntaram-me se tenho bola de cristal, pois o tom do post de convocação de pessoas assumiu grande sentido diante de uma queda de aprovação de Dilma que ficou claro que surpreendeu a todos pela sua profundidade.
Só ficou surpreso, porém, quem não lê este Blog ou, se lê, não acredita nele. A queda pronunciada de popularidade da presidente já vinha sendo avisada desde a pesquisa Datafolha anterior, que já mostrava queda de 8 pontos percentuais e que foi confirmada pelo Ibope.
Em meio à desorientação que se produziu inclusive no partido da presidente após a divulgação da pesquisa, pois boa parte do PT deu apoio a manifestações que agora se sabe que foram mais prejudiciais a esse partido do que a qualquer outro, vão surgindo tentativas de edulcorar a realidade, como comparações com a perda de popularidade de Lula durante o escândalo do mensalão, em 2005, e suposições de que “todos os políticos” perderam aprovação.
Não é assim. Marina Silva, por exemplo, se deu muito bem. Sua distância para Dilma nas pesquisas sobre a sucessão presidencial do ano que vem, ficou pequena – menos de dez pontos percentuais, em alguns cenários.
Há hoje risco real de o país, ano que vem, eleger uma presidente que flerta com o fanatismo religioso e que, além de posições legitimamente de direita – que se aproximam das do deputado Marco Feliciano, o presidente homofóbico e racista da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados –, não tem um partido político de verdade por trás de si.
Aécio Neves também melhorou um pouco no Datafolha, em alguns cenários. Mas o mais importante é que os protestos não o afetaram muito. O grande prejuízo, portanto, foi de Dilma.
Claro que governantes estaduais e municipais de partidos que fazem oposição ao governo federal, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ou o de Minas Gerais, Antonio Anastasia, também sofreram fortes abalos de popularidade. Contudo, nenhum deles tinha tanto a perder quanto Dilma, que tinha uma reeleição quase garantida
O principal problema de Dilma, portanto, não é só o processo de desmoralização em que foi atirada pelo que este blogueiro e quase mil de seus leitores afirmam ter sido resultado de orquestração. O problema é que seus adversários, ano que vem, terão a mídia a seu favor e, em uma situação como a atual, esse apoio pode ser decisivo.
A mídia conservadora apoiará qualquer um que esteja mais perto de pôr fim aos governos do PT. Eduardo Campos, Marina Silva e Aécio Neves terão apoio contra Dilma. Quem dos três tiver mais chance, será apoiado decididamente por Globos, Folhas, Vejas e Estadões.
Mas, em verdade, o processo político esquizofrênico em que o país mergulhou deve, isso sim, ressuscitar José Serra. Com Dilma fraca, o recall (lembrança) dele se tornou uma arma fortíssima para vencer a sucessão presidencial. Aliás, esse clima a favor do tucano foi antecipado aqui no post “Convite a Serra pra soltar rojão no Roda Morta diz tudo“.
Pior do que isso: há notícias de que o vice-presidente Michel Temer está sendo assediado pela oposição para que comece a dar declarações vira-casacas sobre o governo Dilma, quem alguns oposicionistas mais exaltados e alguns meios de comunicação sonham em submeter a impeachment. A Temer caberia iniciar o desmonte das políticas públicas petistas, sobretudo as sociais, antes mesmo de 2015.
Dilma está morta? Lula pode se candidatar em lugar dela?
Bem, Dilma ainda tem aprovação e intenções de voto maiores do que as que qualquer adversário tem individualmente, e Lula, nas simulações do Datafolha, aparece quase tão forte quanto de costume. Ou seja: quem acha que o PT está morto, está se precipitando e a chance de quebrar a cara não é pequena.
Até porque, apesar das negativas que sobrevirão por parte do PT e de membros do governo Dilma, lembremo-nos de que Lula sempre afirmou que se, por alguma razão, a sua afilhada política não pudesse enfrentar a sucessão presidencial de 2014, aí, sim, ele poderia voltar.
Se Lula for disputar a sucessão de Dilma, portanto, isso só ocorrerá na undécima hora da disputa do ano que vem, no prazo limite para apresentação de candidaturas. Até lá, o PT, o próprio Lula e todo o governo Dilma negarão até a morte essa possibilidade, pois, uma vez materializada ou admitida por petistas e governistas, mataria este governo de vez.
Para animar quem já estiver mortificado, há que lembrar que Lula não precisa construir sua candidatura. A dele está pronta. Não há brasileiro que não o conheça e, ao contrário de Dilma, ele mantém laços afetivos com o povo brasileiro. Só terá que arrumar um meio de justificar a indicação de Dilma em 2010, mas a política permite “explicações” como essa.
Voltando à realidade, há que tocar na questão da economia. Dez entre dez analistas econômicos já concluem que as manifestações produzirão um baque econômico de proporção ainda não sabida, mas do qual a mídia oposicionista irá se aproveitar para espalhar ainda mais o pânico entre os investidores, os empresários e a população em geral.
O ódio ao PT é tão grande que esses criminosos não se importam de destruir o país para derrotar o partido.
Eis que o risco-brasil, que norteia empresários e investidores, está em torno de 180 pontos. Já é o triplo em relação a maio, antes das manifestações. O real foi a moeda que mais perdeu valor no mundo em junho, pelo mesmo motivo. A atividade econômica está despencando, até porque o comércio das grandes cidades sofreu, até agora, mais de R$ 1 bilhão de prejuízos com as depredações e saques “pacíficos”. Além do que, perdeu incontáveis horas de trabalho. Isso sem falar nas estradas bloqueadas por manifestantes, o que afetou a produção industrial.
Um desastre.
O que se teme, após tudo isso, é um recrudescimento do desemprego. Entre o fim de 2008 e o começo de 2009, quando explodiu a crise internacional, um número impressionante de empresários promoveu “demissões preventivas” assustado pela mídia, que dizia que o país iria quebrar. Nesse processo, perderam-se 800 mil postos de trabalho.
Recomenda-se aos eventuais demitidos que batam à porta do PSOL, do MPL ou de qualquer outro que incensou esse delírio coletivo que engolfou o país e peçam a eles um emprego novo…
O quadro não é bonito, meus amigos. Eis o que esses irresponsáveis fizeram com o Brasil. Estávamos indo bem, a economia estava reagindo, a desigualdade caindo, o nível de emprego no patamar mais alto da história, os salários valorizados como nunca…
Não se pude dizer que tudo tenha sido destruído. Mas o que já se perdeu, até aqui, foi imensurável. E o pior é que continuam tentando manter o incêndio vivo. Tenho visto até petistas continuando a exaltar o MPL e incentivando mais manifestações “pacíficas” enquanto se recusam a admitir o erro fatal que foi apoiar essa loucura.
A grande maioria do PT, de todos os partidos, da mídia, de jornalistas e de blogueiros sabe que houve uma orquestração do PSOL, acima de qualquer outro. Mas quase ninguém quer dar a cara a tapa e alguns, por interesse ou por teimosia, não querem admitir o que vai ficando cada vez mais claro.
O Movimento dos Sem Mídia, para os despertos que frequentam este espaço, constitui-se em uma boia salva-vidas. Ao menos do ponto de vista moral. Não se pode deixar que as pessoas sucumbam às pressões sociais que tentam calar discordâncias. O mais importante, neste momento, é não sucumbir à tentação de se render.
No momento, este que escreve e seus leitores já conseguiram uma grande vitória. As cerca de 1000 pessoas que deixaram seus dados aqui e que se dispõem a se organizar nesse movimento podem se tornar uma luz a guiar quem quiser escapar das trevas que se abatem sobre o Brasil. É só o que nos cabe nesse latifúndio, ao menos por enquanto.
A você que corajosamente aderiu ao chamamento deste Blog e do Movimento dos Sem Mídia, dou as boas-vindas e aviso que logo estaremos em contato. Parabéns por seu destemor. É de pessoas como você que o Brasil mais precisa neste momento.

          Fonte: 
          Blog da Cidadania por Eduardo Guimarães 
Atenção: as palavras em destaque, em negrito e na cor vermelha são DESTE BLOGUEIRO.

Arapiraca com traje junino de 1950 !!!





Ao retratar nossa cidade dos anos cinquenta, do século passado, o “Arraiá Forró na Roça”, da Vila São Francisco fez jus e merecedor ao vencer a 11ª Edição do Concurso de Resgate às Tradições Juninas do São de João de Arapiraca, interior de Alagoas, obtendo 95,75 pontos de um total máximo de 100.

                                                                                                        divulgação
 
A secretária Municipal de Cultura e Turismo, Tânia Santos, o adjunto Júnior Balla, a coordenadora do concurso, Franciane Asevedo, e representantes das quadrilhas acompanharam as notas dos jurados, que avaliaram desde figurino e sincronia das danças às comidas típicas e vila cenográfica.

O evento ocorreu no cineteatro do Planetário Municipal, no Lago da Perucaba, coroando, ainda as comunidades de Batingas com o “Arraiá Pisoteio”, com 94,5 pontos, e “Aracajana”, da comunidade do mesmo nome, com 93,3 deles, em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Os três primeiros colocados ganharam uma premiação, em dinheiro, de R$ 10.000,00 ao primeiro, o vice arrebatou R$ 8.000,00 e o terceiro colocado o valor de  R$ 6.000,00.
Dalvane Matias da Silva, organizador do Arraiá vencedor, “disse sentir-se honrado e satisfeito pelo reconhecimento e do esforço de todos”.

“Acima de qualquer resultado, os 20 arraiáis comunitários mostraram que a nossa cidade, com o empenho da prefeita Célia Rocha [PTB], desponta como um dos polos mais efervescentes do forró da região nordestina brasileira”, enfatiza a secretária.
A entrega dos prêmios será às 19h do próximo sábado, (6), na Tenda Cultural do Mercado do Artesanato Margarida Gonçalves, centro da cidade.

Antes do jogo, num cartaz "Não use drogas" !!!





Ao contrário do primeiro ato da manifestação organizada pelo Comitê Popular da Copa, o clima é mais tenso três horas antes do início da final da Copa das Confederações. Brasil e Espanha se enfrentam no Maracanã, que recebe intensa proteção da Polícia Militar. Cerca de mil pessoas se concentram na Praça Sáens Peña, no bairro da Tijuca, e iniciarão nova passeata rumo ao Maracanã.
Manifestantes com bandeiras de movimentos sociais e de partidos políticos dão o tom deste segundo ato. Um repórter da TV Globo foi hostilizado e contou com ajuda da PM para escapar da confusão.