domingo, 7 de outubro de 2018

A ditadura togada ! ! !

Toffoli, a História o condenará
Não é novidade para ninguém que o Brasil vive há dois anos sob uma ditadura chefiada por um preposto chamado Michel Temer.
 
Quem tiver a pachorra de correr os olhos pelos arquivos do Nocaute verá que há dois anos nós temos chamado esse governo postiço pelo seu nome real: ditadura.
 


Ontem, porém, tive a infelicidade de viver na pele os efeitos da ditadura que tanto denunciamos. O único consolo foi ter como companhia o Mino Carta, diretor da revista Carta Capital e um dos mais talentosos e corajosos jornalistas do Brasil.

Mino e eu somos amigos de Lula há quarenta anos. A primeira vez que Lula apareceu na capa de uma revista, no final dos anos 70, foi por obra e iniciativa de Mino. E a mim quis o destino que eu testemunhasse, ao lado de Lula, a intervenção manu-militari no sindicato dos metalúrgicos do ABC, que ele presidia, em uma madrugada de abril de 1980.

Dias depois, Lula estava preso.

Ontem Mino e eu viajamos a Curitiba para uma visita ao amigo preso na Polícia Federal local.

Metade do tempo destinado ontem às visitas, o que ocorre sempre às quintas-feiras, Lula destinou a receber seus familiares. A outra metade ele reservou para nos receber, ao Mino e a mim.


Que fique claro que solicitamos a visita e lá estávamos na condição de amigos, não no exercício de nossa profissão de jornalistas. Nenhum de nós levava uma câmera, um gravador, um celular, uma caderneta – um lápis sequer.

Não era a visita de dois repórteres, mas de dois amigos que não viam Lula há exatos 180 dias, tempo em que ele está preso. Injustamente preso, nunca é demais sublinhar.

Ao chegarmos ao prédio da Polícia Federal, pontualmente às quatro da tarde, fomos informados de que “havia problemas” e que estávamos proibidos de visitar Lula.

Que problemas?

Qual um ectoplasma em terreiro de macumba, baixou em Curitiba o despacho do presidente do Supremo, Dias Toffoli, de quatro dias atrás, proibindo Lula de conceder entrevistas.

Não cabe aqui perder tempo com a prolixa chorumela do despacho ilegal e inconstitucional do ministro Toffoli datado de primeiro de outubro.

Em dúvidas sobre se, por sermos jornalistas, Mino e eu estávamos ou não incluídos na proibição de Toffoli, a Polícia Federal decidiu consultar o juiz da Vara de Execuções Penais de Curitiba.

Certamente diante da dúvida shakespeariana – permito ou proíbo a visita? – o Meritíssimo preferiu uma decisão a la Pilatos: na fila, antes da consulta feita pela Federal ele tinha alguns processos esperando e, e portanto, a visita estava proibida.


Mino e eu – ele em doses infinitamente mais cruéis – fomos vítimas da Censura imposta no Brasil pela ditadura militar de 64.

Ontem experimentamos a pesada mão da ditadura togada. O despacho do ministro Toffoli – alguém que balbucia até para ler sentenças escritas – confirma o que todos já sabíamos: sobreviventes da ditadura fardada, Mino e eu estávamos sendo vitimados pela ditadura togada.

Não importa que os bajuladores e capachos de plantão absolvam Toffoli pelo mal que ele fez não a mim nem ao Mino. Sim, porque ao silenciar Lula, ele está silenciando o Brasil.

Não importa que Toffoli seja absolvido por seus acólitos.
A História o condenará.



ACESSE

https://nocaute.blog.br/2018/10/05/toffoli-a-historia-o-condenara/
para assistir o vídeo

Presidente LULA pede seu VOTO ! ! !

 

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Meus candidatos em Alagoas ! ! !

Paulão 1313
Jorginho Seixas 13444
Fernando Haddad 13

 
Senador e Governador
151 e 15
Renan Calheiros ‘pai’ e ‘filho’ 


O sujo e NOJENTO juizeco das vielas de Curitiba CONTINUA surrupiando o povo ! ! !

ZANIN: MORO PROVOU, DE NOVO, QUE FAZ POLÍTICA E NÃO JUSTIÇA
Resultado de imagem para charge do juiz sergio moro

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a decisão do juizeco das vielas de Curitiba, que quebrou nesta segunda-feira, (ontem, dia primeiro), o sigilo de parte do acordo de delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci a apenas seis dias das eleições presidenciais. 


Sérgio Moro incluiu as informações delatadas por Palocci na ação penal do Instituto Lula. No despacho, o juiz afirma que "examinando o seu conteúdo, não vislumbro riscos às investigações em outorgar-lhe publicidade". A delação de Palocci é classificada pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos principais procuradores da Lava Jato, como um blefe. "Está mais para o acordo do fim da picada", disse ele.

NOTA DA DEFESA DO PRESIDENTE LULA SOBRE O juizeco de Curitiba, NA DELAÇÃO do pallocci


A conduta adotada hoje pelo juiz Sérgio Moro na Ação Penal nº 5063130-17.2016.4.04.7000 apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula.

Moro juntou ao processo, por iniciativa própria ("de ofício"), depoimento prestado pelo Sr. Antônio Palocci na condição de delator com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal. Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público. Além disso, a hipótese acusatória foi destruída pelas provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais.

Palocci, por seu turno, mentiu mais uma vez, sem apresentar nenhuma prova, sobre Lula para obter generosos benefícios que vão da redução substancial de sua pena – 2/3 com a possibilidade de "perdão judicial" – e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias.

Te darei a chance de SALVAR vidas ! ! !



Ricardo Barbosa, Presidente do PT de Alagoas ! ! !