quinta-feira, 10 de maio de 2018

Preso político que recebeu visita de LULA, retribui generosidade ! ! !

Preso em 1979 que recebeu visita de Lula vai a Curitiba

Escritor, político e militante que conheceu o ex-presidente quando era preso político, diz que trajetória de Lula é marcada pela solidariedade


Denise Veiga
O escritor e militante Perly Cipriano
Amigo de Lula desde a década de 1970, Cipriano visitou o Acampamento Marisa Letícia na segunda semana de maio e aproveitou para contar muitas experiências que teve com o ex-presidente, além de lançar seu livro “Pequenas histórias de cadeia e Teias de solidariedade”, onde relata episódios de solidariedade que tanto admira no ex-presidente.Entre os vários episódios que marcam a trajetória de luta e de vida do ex-presidente Lula, os mais marcantes para Perly Cipriano, 74 anos, estão relacionados à solidariedade de Lula com todos que são ignorados pelo poder público e acabam fazendo parte das estatísticas de fome e miséria, os que são presos por lutar contra injustiças e pela democracia, enfim, com todos que sofrem injustiças.

O mais especial deles, para o escritor, aconteceu em 1979, em plena ditadura militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985. Nesse período, milhares de jovens que lutavam pela redemocratização do país foram presos pela polícia política, que torturou, assassinou e desapareceu com os corpos de centenas de militantes.
Cipriano era um dos presos políticos, encarcerado no Rio de Janeiro. Longe dali, na Região do ABC Paulista, Lula era uma liderança sindical em ascensão que, naquele mesmo ano, enfrentou a ditadura comandando um dos maiores movimentos de massa que o regime militar tinha visto – a greve da campanha salarial de 1979 que durou 60 dias.
O escritor se preparava para iniciar uma greve de fome que durou 33 dias quando foi surpreendido com a visita do líder sindical Luiz Inácio da Silva, que foi à prisão prestar solidariedade e oferecer apoio ao preso político que ele nem conhecia.
Quando conquistou a liberdade, depois de cumprir dez dos 94 anos e oito meses a que foi condenado, Cipriano seguiu acompanhando as façanhas daquele nordestino obstinado e com um enorme senso de justiça e amor ao próximo. Ele viu a criação do Partido dos Trabalhadores e só pensava em voltar ao estado onde vivia, o Espírito Santo, e acelerar a criação do PT em sua cidade.
“A primeira vez que ouvi falar de Lula foi na cadeia. Na época, fiquei encantado com a luta dele contra a ditadura, mas o que mais me impressionou foi a ideia de criar um partido. Sou da tradição marxista e sabia como criar, mas ele queria um partido diferente. Lula teve uma ideia genial nenhum partido no mundo nasceu como o Partido dos Trabalhadores (PT)”, diz o escritor.
Depois de ajudar na fundação do PT, Cipriano denunciou o crime organizado no estado. Uma temeridade naquela época e também nos dias atuais. Não custa lembrar o que aconteceu com a vereadora do PSOL, Marielle Franco, que denunciava violência policial e a atuação de militâncias nas comunidades carentes e, por isso, foi assassinada no centro do Rio de Janeiro
Mas o escritor não ficou sozinho. No dia do julgamento, outra surpresa: Lula foi ao Tribunal de Justiça do estado para apoiá-lo.
Essas e outras histórias dos momentos em que sua vida se cruzou com a de Lula, todas devidamente contadas no livro, estão encantando a militância acampada na Vigília Lula Livre, em Curitiba, aonde Cipriano chegou depois de horas e horas de viagem de ônibus para se solidarizar com aquele que tantas vezes foi solidário a ele.
Em 1989, outro momento marcante na vida do escritor e se sua ligação com Lula. Ele conta que aconteceu um acidente de automóvel, no Espírito Santo, onde a secretária de Lula, Beti Lima, e o ex-deputado Otaviano de Carvalho, em caravana pelo estado, morreram.
“Eu estava junto nesta caravana e com a explosão do carro sobrevivi com 35% do corpo queimado. Lula acompanhou minha recuperação no hospital. O primeiro telegrama, após receber alta do hospital, estava assinado pelo Lula e sua equipe. Eles me ajudaram a ir a Cuba para tratamento. Ele sempre foi muito presente em minha trajetória de vida”, comenta.
Antes disso, em 1982, quando concorria ao governo do Espírito Santo, Cipriano conta que fez campanha com Lula.
“Nós fazíamos campanha juntos. Não conheço nenhuma outra pessoa mais solidária que Lula. Ele é diferente tem a consciência clara da luta de classes. É diferente de todas as outras pessoas que já conheci. Tem a capacidade de entender o momento”, diz.
Segundo ele, Lula é o mesmo seja falando em congresso dos cientistas que fazem parte da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) seja conversando e abraçando catadores de material reciclado.
Os carcereiros da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, onde Lula é mantido preso político desde 7 de abril, devem estar encantados com ele, acredita o escritor.
Ele mesmo ficou encantado com os vizinhos dos acampamentos que lavam vasilhas, cozinham, varrem ruas, cedem suas casas, entre outras várias atividades que fazem para colaborar com os acampados.
“Todos estão aqui porque são solidários a Lula. Eles não podem manter preso a esperança desse povo da nossa nação. Todos estão porque Lula mudou o rumo da história. Lula vai vencer, eu acredito”, disse Cipriano afirmando que todo o dinheiro arrecadado com a venda do seu livro será doado para a coordenação da Vigília Lula Livre.
Fonte: Central Única dos Trabalhadores - CUT

Bom dia, nosso guerreiro - LULA ! ! !


”Eu vejo que ele sangra
Eu vejo que ele berra
A dor que tem no peito
Pois ama e ama (seu povo)”
gonzaguinha

domingo, 6 de maio de 2018

Jornalistas COMBATENTES realizarão ato em Sampa ! ! !

Jornalistas farão ato em defesa da democracia

Por Flaviana Serafim, no site do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo

 
Jornalistas, blogueiros, midiativistas, representantes de organizações da sociedade civil, dos movimentos populares e do movimento sindical participam do “Ato em Defesa da Democracia e do Sindicato”, que ocorre no próximo 8 de maio (terça-feira), a partir das 19 horas, no auditório Vladimir Herzog, sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), na Rua Rego Freitas nº 530, sobreloja, Vila Buarque, centro paulistano.

Entre as presenças confirmadas estão a cartunista Laerte Coutinho, do blogueiro Eduardo Guimarães e de jornalistas como Barbara Gancia, Breno Altman, José Arbex Jr., Laura Capriglione, Laurindo Lalo Leal Filho, Maria Inês Nassif, Paulo Moreira Leite e Paulo Salvador. Participam ainda representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Comissão de Justiça e Paz, do Grupo Tortura Nunca Mais-SP, dos sindicatos dos Artistas e dos Radialistas de SP.

O Ato será um momento de reafirmar a defesa da democracia em no país, submetido desde 2016 a um governo de exceção, com um programa de desmonte dos direitos trabalhistas e sociais, destruição do patrimônio público, abertura das fronteiras nacionais ao capital externo e hostilidade ao movimento sindical e social. Neste cenário adverso, também se enfrenta o conservadorismo de um Legislativo desmoralizado e de um Judiciário que atropela direitos constitucionais e garantias individuais, como a presunção de inocência, afirma a diretoria do SJSP.

A atividade marca os 81 anos de fundação do Sindicato com lançamento de uma campanha reforçando a importância da entidade para o jornalista e para o jornalismo, sobretudo nessa conjuntura de “reforma” trabalhista em que o SJSP tem sido alvo de ataques pelas empresas de comunicação. Mais do que nunca, a entidade se mostra fundamental para defender as condições de trabalho dos jornalistas, submetidas a forte pressão de precarização.

Em meio ao golpe que se aprofunda no país, o Sindicato ainda ressalta seu papel histórico nas lutas pela democracia e pelos direitos humanos no Brasil, e seu direito a expressar livremente as opiniões dos jornalistas a respeito da situação nacional.

No evento também será lançada uma nova campanha de combate à violência a jornalistas, conforme deliberação da categoria em assembleia no último 12 de abril, quando foi criada uma comissão específica para debater e promover ações diante da hostilidade enfrentada pelos profissionais da comunicação devido à polarização política no país.

A campanha de enfrentamento à violência se soma às várias ações que o Sindicato dos Jornalistas tem realizado contra o problema nos últimos anos, entre as quais a realização de plantões de apoio durante as manifestações populares, assistência jurídica, uma parceria com a Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo e diálogo com o ex-governador Geraldo Alckmin para cobrar mudanças na atuação da Polícia Militar.

Serviço:

Ato em Defesa da Democracia e do Sindicato dos Jornalistas
Data: 8 de maio de 2018 (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Auditório Vladimir Herzog - Sede do Sindicato
Rua Rego Freitas nº 530 - Sobreloja - Vila Buarque (Metrô República) - São Paulo/SP 

sábado, 5 de maio de 2018

Juizecos LEPROSOS passando dos LIMITES. Até quando ? ? ?

Juizecos estão passando dos LIMITES. 
É necessária uma REAÇÃO !
ele se achando...ah coitado

Os cretinos, idiotas, fascistas, fantasmagóricos, deturpadores das leis do nosso país e DESUMANOS juizecos da república de Curitiba estão passando dos limites da TOLERÂNCIA cívica e política, exacerbando em suas prerrogativas de ações judiciais.
Um condenou o Presidente LULA sem provas, para satisfazer a ‘rede grobo’ e os rentistas internacionais. Desobedeceu o Supremo Tribunal Federal (que coisa terrível) ignorando decisão daquela corte.
Outra IMUNDA proibiu a visita do Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, desmoralizou o Congresso e governadores, fez GALHOFA com Leonardo Boff...chegando ao cúmulo de proibir ATÉ o médico do PRESIDENTE.
Convenhamos que está chegando o LIMITE EXTREMADO da direita nojenta do nosso torrão.

A ESQUERDA PRECISA REAGIR.

A participação efetiva dos partidos políticos, centrais sindicais e demais movimentos da sociedade organizada precisa ganhar protagonismo e ser cobrado pela sociedade. Ou a esquerda se manifesta agora, ou não haverá pelo que lutar em breve. Não existe alarmismo nessa constatação. Ou HÁ ???

O fascismo avança feroz e velozmente.

Como bem disse, no final de abril, o jornalista, publicitário e especialista em Direito Público GUILHERME COUTINHO, “a sanha de Moro para julgar Lula, demonstrando um interesse personalíssimo, incompatível com o princípio do juiz natural e as atitudes desumanas de Lebbos, mostram a cara da nova face do golpe. No entanto, ao invés de se sentir intimidada, a esquerda pode ver na situação uma grande chance de se reencontrar com suas origens de muita luta e pouca conciliação. A fase das cartinhas acabou, agora é preciso reação.”

É merecedor de APLAUSOS !

Bandidos pastores que defenderam Reforma da Previdência receberam um MILHÃO do usurpador ! ! !

Igreja que defendeu Reforma da Previdência recebeu quase R$ 1 milhão em publicidade do governo usurpador

Em 2016, ainda na interinidade, mi-shell TEMerda cabeça recebeu
Robson Rodovalho e outros mafiosos  pastores que pedia "combate à ideologia
de gênero e a defesa dos direitos da família tradicional"



Em janeiro deste ano, o então ministro da Fazenda Henrique Meirelles, agora pré-candidato à Presidência, participou de um culto na sede da igreja evangélica Sara Nossa Terra, em Brasília. Meirelles foi festejado e recebido com pompa na igreja fundada pelo bispo Robson Rodovalho, que foi deputado por um mandato representando o Distrito Federal.

Apresentado pelo empresário Flávio Rocha (dono da rede de lojas Riachuelo), integrante da comunidade evangélica e pré-candidato ao Planalto, o ministro orou e foi abençoado no palco por Rodovalho e sua esposa, a também bispa Lúcia Rodovalho.

Desde o ano passado, o bispo se converteu em um pregador da reforma da Previdência. Líder de uma congregação que reúne aproximadamente 1,3 milhão de fiéis em todo o país e no exterior, Rodovalho defendeu a necessidade de novas regras para pensões e aposentadorias em encontros com religiosos.

Entre 2017 e 2018, o governo repassou R$ 862,8 mil para o CNPJ da Fundação Sara Nossa Terra. Esse foi um dos 20 maiores montantes gastos pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (SECOM) para propagandear a reforma engavetada.

A instituição religiosa possui uma estrutura própria de comunicação para chegar aos fiéis. Além da TV Gênesis, o grupo inclui a rádio Rede Sara Brasil FM, presente em nove cidades, e o portal Saraonline.

Maio de 2017 também foi o mês em que a Fundação Sara Nossa Terra recebeu o maior dos seis pagamentos destinados a ela. Foram R$ 218,1 mil para veicular propaganda sobre a reforma, o sétimo maior valor pago no período, perdendo apenas para as emissoras de TV Globo e Record, para o Facebook, para o canal SBT e para o Twitter, respectivamente.

A relação com a política não para por aí. Um dos fiéis da Sara Nossa Terra foi o ex-deputado e presidente da câmara dos de-PUTA-dos Eduardo Cunha (MDB-RJ). A Sara foi a primeira igreja evangélica frequentada pelo fluminense, que depois se aproximou da Assembleia de Deus, mas sem cortar laços com a igreja anterior.

Outro nome político ligado à instituição religiosa é o do empresário Flávio Rocha pré-candidato do PRB à Presidência da República. Foi dele a incumbência de chamar o então ministro Meirelles ao palco no início de janeiro.

Criada em 1994 em Brasília, a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra é uma igreja neopentecostal com mais de mil templos espalhados, por meio de células, pelo Brasil e pelo exterior. Está presente em países como Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Portugal, Holanda, Inglaterra, Suíça, Itália, França, Argentina, Finlândia, Guiné Bissau, Peru, Uruguai e Paraguai.

Bom dia, Presidente LULA ! ! !