quinta-feira, 1 de maio de 2014

Assista AQUI o discurso da PRESIDENTA ! ! !

A nova Dilma que emerge do Primeiro de Maio

Em seu pronunciamento aos trabalhadores, pelo 1o de maio, a gerente Dilma Rousseff abriu espaço para a política Dilma, mostrando uma faceta até agora inédita: a de uma líder buscando a aproximação com os trabalhadores e movimentos sociais das quais se afastou depois de eleita.
É um discurso ao melhor modelo getulista, intercalado por vários “trabalhadoras e trabalhadores” e terminando com um apoteótico “temos o principal: coragem e vontade política. E temos um lado: o lado do povo. E quem está ao lado do povo, pode até perder algumas batalhas, mas sabe que no final colherá a vitória. Viva o primeiro de maio! Viva a trabalhadora e o trabalhador brasileiros! Viva o Brasil!”
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Vai causar estranheza mas mostra, pela primeira vez, Dilma tentando vencer a marca da dubiedade política e do imobilismo, apontado por seus adversários políticos. “Mudar não é fácil, e um governo de mudança encontra todo tipo de adversários que querem manter seus privilégios e as injustiças do passado. Mas nós não nos intimidamos”.
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O discurso tem três etapas.
Na primeira, a dos afagos. Anunciou a correção da tabela do Imposto de Renda na fonte, a atualização em 10% dos valores da Bolsa Família e a continuidade da política de valorização do salario mínimo.
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No segundo, uma tentativa de reconciliação com sindicatos e movimentos sociais.
Para rebater as críticas contra a falta de diálogo diz que “nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial, nem o governo da mão dura contra o trabalhador! Nosso governo será, sempre, (...) um governo que dialoga com os sindicatos e com os movimentos sociais e encontra caminhos para melhorar a vida dos que vivem do suor do seu trabalho”.
Menciona o episódio Petrobras, reitera o compromisso com o combate aos “malfeitos” mas critica a exploração política contra a Petrobras.
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Reitera também o compromisso com o crescimento com estabilidade, o controle rigoroso da inflação e a administração correta das contas públicas.
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E faz um balanço das medidas tomadas pós-manifestações de junho passado.
Segundo ela, as manifestações motivaram três pactos.
O pacto pela educação resultou na lei destinando parte relevante dos royalties do petróleo para a educação. O pacto pela saúde gerou o Mais Médicos, “e, em apenas seis meses, já colocamos mais de 14 mil médicos em 3.866 municípios. E o que é mais importante: estes números significam a cobertura de atenção médica para 49 milhões de brasileiros”.
O pacto pela mobilidade urbana, segundo Dilma, estaria levando a investimento de 143 bilhões de reais na implantação de metrôs, veículos leves sobre trilhos, monotrilhos, BRTs, corredores de ônibus e trens urbanos. 
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A terceira etapa é apontando o futuro.
Nela, limita-se a reiterar a necessidade de uma reforma política e a proposta de consulta popular encaminhada ao Congresso Nacional – e da qual não se ouviu mais falar depois que baixaram os ecos das manifestações.
Termina com uma conclamação: “Sempre estive convencida que sem a participação popular não teremos a reforma política que o Brasil exige. Por isso, além da ajuda do congresso e do judiciário, preciso do apoio de cada um de vocês, trabalhador e trabalhadora”.

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Não acredito na grande mídia

"Cadeia para os safados", afirmou o Senador Requião ! ! !

quinta-feira, 1 de maio de 2014


Requião pede ‘cadeia’ para tucanos que querem comprar convenção do PMDB


O senador Roberto Requião (PMDB) denunciou neste 1º de maio, pelo Twitter, o PSDB de promover corrupção no sistema eleitoral. Pré-candidato ao governo do Paraná, o parlamentar disse que os tucanos querem comprar os convencionais do partido que decidirão, no próximo dia 14 de junho, se lançam candidato próprio ou se coligam com o governador Beto Richa (PSDB) -- que vai a reeleição. “Cadeia para os safados”, pediu Requião.
O senador Roberto Requião (PMDB) denunciou neste 1º de maio, pelo Twitter, o PSDB de promover corrupção no sistema eleitoral. Pré-candidato ao governo do Paraná, o parlamentar disse que os tucanos querem comprar os convencionais do partido que decidirão, no próximo dia 14 de junho, se lançam candidato próprio ou se coligam com o governador Beto Richa (PSDB) — que vai a reeleição. “Cadeia para os safados”, pediu Requião
Fonte: Blog CUTUCANDODELEVE

Lula, não se cale ! ! !

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lula não se cala e causa ódio aos inquilinos da Casa Grande




      Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Vamos lá. Luiz Inácio Lula da Silva concedeu recentemente entrevista à Rádio e Televisão de Portugal (RTP) porque está convencido, tal qual a milhões de brasileiros que não votam nos candidatos da direita partidária e da imprensa mercantil e alienígena, que suas palavras jamais vão ser repercutidas fidedignamente pelos jornalistas empregados das mídias tradicionais, que, por conta própria ou a mando de seus patrões magnatas bilionários de imprensa, deturpam e manipulam o que foi dito, a fim de, evidentemente, colocá-lo em xeque, bem como impedi-lo de se fazer entendido pelo público ouvinte, leitor ou telespectador.

O negócio é o seguinte: a imprensa burguesa, as seis famílias que a controla e seus empregados de confiança, que agem como feitores da Casa Grande, “lutam” e “defendem” ferozmente as liberdades de imprensa e de expressão, mas somente as liberdades deles, porque a verdade é que esses grupos econômicos e financeiros querem falar sozinhos.

Por isto e por causa disto é necessária a efetivação urgente do marco regulatório para as mídias, pois, do contrário, esses poderosos conglomerados, vinculados a interesses internacionais, vão continuar a trilhar por veredas tortuosas, que visam, primordialmente, desestabilizar governantes eleitos, principalmente se eles forem chefes de estado e de governos populares, a exemplo de Getúlio Vargas, João Goulart, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

A imprensa de negócios privados é a favor da liberdade de expressão dela. Só isto, e nada mais. Lula, o maior e mais importante político da América Latina, além de ser incrivelmente conhecidíssimo no mundo, bem como premiadíssimo por seu profícuo trabalho à frente da Presidência da República durante oito anos, não pode falar no Brasil e muito menos aparecer nas televisões abertas e fechadas, notadamente os inúmeros canais pertencentes às Organizações(?) Globo, um dos maiores e mais poderosos oligopólios de comunicação do mundo.

Isto mesmo, meus camaradas! Lula não pode falar e ser ouvido no Brasil. Ponto! E quando o líder petista e trabalhista fala, por mais que ele seja democrático, sensato e lógico, quase que instantaneamente os porta-vozes da Casa Grande tratam de rebatê-lo com intolerância e veemência, pois para essa gente herdeira da escravidão já foi de mais que um nordestino de origem pobre e depois operário de fábrica, que chegou ao Estado de São Paulo em um pau-de-arara tivesse tido a ousadia e a petulância de subir a rampa do Palácio do Planalto, caminhado por seus tapetes e sentado na cadeira da Presidência da República.

Ainda mais quando se trata de um político de esquerda que nunca abaixou a cabeça para essa burguesia perversa, violenta e preconceituosa, que acha que sua suposta e ridícula “superioridade” retrata a realidade dos fatos quando todo mundo sabe, aqui e no exterior, que o ex-presidente Lula teve uma performance administrativa infinitamente superior à dos ex-presidentes “doutores”, cujos governos se atolaram na areia movediça da inflação, desempregaram, não criaram programas sociais que sustentassem as economias das diferentes regiões deste País, sucatearam as estatais e a infraestrutura brasileiras e, terrivelmente, venderam o Brasil, como se vendessem qualquer bugiganga em simples feiras. Verdadeira privataria e traição à pátria, que em muitos países acabaria em processos e cadeia.

A privataria tucana foi, de longe, o maior caso de desmantelamento do Estado brasileiro, bem como de corrupção da história deste País. O tucano Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal I — conseguiu superar em traição o traidor da Inconfidência Mineira, Joaquim Silvério dos Reis, um coronel de Cavalaria que delatou seus companheiros inconfidentes para ter suas dívidas perdoadas pela coroa portuguesa, bem como angariar benefícios, como ganhar 30 moedas de ouro, pensão vitalícia, título de fidalgo da Casa Real, uma mansão para morar, além de ter sido recebido pelo príncipe regente Dom João, na corte de Lisboa, entre outras coisas. Deu no que deu: os inconfidentes foram presos e exilados. Tiradentes, porém, foi enforcado, esquartejado e suas partes espalhadas por vários pontos da cidade do Rio de Janeiro.  

Obviamente, que FHC, aquele que foi ao FMI três vezes, de joelhos e com o pires nas mãos, porque o gênio tucano e seus economistas mequetrefes quebraram o País três vezes, não recebeu as vantagens, digamos pecuniárias, de Joaquim Silvério dos Reis, mas vendeu o País e o administrou como se fosse um caixeiro viajante.

Incompetente, mas caixeiro viajante, pois jamais quis ser um estadista, porque ser um estadista não é uma questão mera de querer sê-lo ou não. Ser um estadista é nato; e apenas poucas lideranças em todo o mundo e em todos os tempos possuem a vocação e a compreensão de que o ofício de governar é intrinsecamente ligado ao conhecimento daquele que se fez estadista, no que concerne a conhecer os anseios do povo e defender os interesses da sociedade, bem como do estado quando este se submete ao direito e à democracia. Definitivamente, Lula compreendeu essas questões, o que, evidentemente, não aconteceu com FHC, que optou por governar para os ricos, ou seja, para poucos, pois homem das elites, que sempre lutaram por um País VIP.

Um acinte completo, bem como, inquestionavelmente, traição ao povo brasileiro. E eles estão aí... Livres, leves e soltos, a fazerem caras e bocas, além de cinicamente se arvorarem como “nacionalistas”, interessados que são pelo destino da Petrobras e de outras empresas públicas, que a direita, os tucanos e seus aliados trataram quando no poder de sucateá-las para vendê-las bem barato para os gringos, que até hoje deitam e rolam com as remessas de lucros bilionárias provenientes, por exemplo, da Telebras, megaempresa de comunicação, que foi fatiada em partes e que hoje gera lucros incontáveis para que europeus possam, inclusive, por intermédio dessa derrama, combater suas crises econômicas, que desde 2008 afligem quase todos os países europeus. Ponto!

Lula tem de ficar calado. Mas ele não fica, e concede entrevista a uma empresa de comunicação europeia, de língua portuguesa, como se desse um aviso ao sistema midiático monopolizado que não vai ficar quieto e vai falar quando quiser e na hora que desejar. Lula é a personalidade política mais internacional do Brasil, sem sombra de dúvida, e pretende falar muito mais quando se der o início do horário político gratuito nas televisões e rádios.

E aí, meus camaradas, o governo trabalhista vai mostrar as milhares de obras e programas e projetos que não têm visibilidade, porque os magnatas bilionários donos da imprensa-empresa boicotam, sabotam e censuram, de todas as formas e maneiras, as conquistas sociais e econômicas do povo brasileiro acontecidas nos últimos 12 anos. São muitas e vão ser mostradas na televisão. Somente nesse interregno eleitoral é que a grande mídia conservadora e reacionária deixa de falar sozinha.

É no decorrer desse curto espaço de tempo que as liberdades de expressão e de imprensa tão decantadas falsamente e cinicamente pelos barões da imprensa realmente funcionam. De quatro em quatro anos, mas o suficiente para os trabalhistas, os socialistas, o PT e seus aliados se comunicarem com a população brasileira e mostrar o que foi feito e o que poderá ser realizado. E essa realidade incomoda de mais a Casa Grande.   

Venhamos e convenhamos, duvido que o povo abra mão de suas conquistas para colocar, no lugar dos presidentes trabalhistas, políticos privatistas, colonizados, complexados e subservientes aos interesses internacionais, como o são geralmente os políticos do espectro ideológico à direita, a exemplo de Aécio Neves, José Serra e, evidentemente, Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal 

Lula não se cala, pois fala, e causa ódio aos inquilinos da Casa Grande. É isso aí.

ATENÇÃO: as palavras na cor vermelha constam no texto, mas os destaques são deste BLOGUEIRO.

Fico MUITO feliz quando estou com ela....

LaraBeatriz
minhaBELAnetinha

écharmePURO!!!

Veja vídeo "quinqa" sendo vaiado: eu acho é POUCO ! ! !


Acesse o saite abaixo e CURTA o “quinqa”

apavorado e com medo do povo – FOGE


http://www.diariodocentrodomundo.com.br/joaquim-barbosa-e-hostilizado-por-simpatizantes-de-dirceu-em-bar-no-df/


Xupa + uma, "quinqa" BESTA e SAFADO ! ! !

A perseguição desumana e covarde
de JB a dois homens indefesos

postado em 30 abr 2014 por Paulo Nogueira
Ele
Ele

Não é justiça. É vendetta.
O que Joaquim Barbosa faz com Genoino e Dirceu não tem nada a ver com o conceito de justiça em si – um ato em que existe ao menos uma parcela de uma coisa chamada isenção, ou neutralidade, para usar uma palavra da moda.
Barbosa é movido por um ódio infinito.
Ele mantém Dirceu confinado na Papuda por raiva. E quer Genoino engaiolado, mesmo com problemas cardíacos, também por raiva.
A precariedade do sistema jurídico brasileiro é tamanha que se dá a um homem poder para fazer o que Barbosa vem fazendo, com uma hipócrita base de fatos que são fabricados para que a perseguição tenha ares legais.
Você escolhe médicos que vão dizer que Genoino está bem, e que não precisa de cuidados especiais. Isto funciona como aqueles repórteres da Veja que são escalados para provar, aspas, teses já definidas antes da primeira entrevista. O objetivo não é descobrir coisas, não é investigar um assunto. É chancelar uma conclusão que vem na frente dos fatos.
E depois que os médicos fazem seu servico abjeto, você exerce sua vingança mesquinha como se fosse um magistrado de verdade.
O caso de Dirceu é igualmente vergonhoso. Uma nota de jornal — um jornal tão famoso pelos erros que conquistou a alcunha de Falha de S.Paulo — vira uma prova contundente contra Dirceu. Numa inversão monstruosa da ideia da justiça, você tem que provar a inocência, e não o contrário.
Num cenário de reiterada desumanidade, destoou o gesto do deputado Jean Wyllys ao se negar a inventar ‘regalias’ para Dirceu. O partido de Wyllys faz oposição ao PT, e era presumível, diante do que se tem visto na cena política do país, que ele denunciasse as condições ‘espetaculares’ de Dirceu na Papuda.
Mas Wyllys optou pela honestidade. Relatou o que viu. Foi fiel ao que testemunhou. Não adulterou o que seus olhos encontraram. Seria um gesto banal, não fosse o ambiente de cinismo, cálculo e desonestidade que domina hoje o debate político nacional numa reprodução do que aconteceu, com trágicas consequências, em 1954 e 1964.
Joaquim Barbosa provavelmente esteja frustrado. O sonho de virar presidente naufragou miseravelmente. Só a mídia queria, além dele próprio e de um punhado de fanáticos de direita.
Ele foi obrigado a despertar para a dura realidade de que os holofotes lhe são dados apenas para dizer o que interessa à mídia. Ele queria falar recentemente do processo que move contra Noblat por alegado racismo. Ninguém na imprensa lhe deu espaço. Tentou trazer este assunto na entrevista que deu a Roberto Davila na Globonews. Davila mudou de assunto com um sorriso.
As declarações de Lula sobre o conteúdo político do Mensalão também não devem ter ajudado no humor de Barbosa. Sua obra magna, aspas, corre um sério risco de se desfazer em impostura.
Joaquim Barbosa é hoje uma fração do que pareceu ser, e amanhã será ainda menor, e o que sobrar provavelmente se cobrirá de ignomínia para a posteridade.
Para Dirceu e Genoino, o problema é que enquanto ele não volta ao nada de que saiu JB se dedica à arte sadica de persegui-los, sem que eles consigam se defender, prostrados que estão pelas circunstâncias, cada qual de seu jeito.
Neste sentido, não é apenas uma vingança, mas uma covardia.
Paulo Nogueira
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.