quinta-feira, 5 de abril de 2012

Chega de bandidos nas igrejas!

Chega de pastores e padres bandidos...

Chega de pastores e padres bandidos...

Que tal? Lembrem-se....

LEMBREM-SE SEMPRE DISSO.

LEMBREM-SE SEMPRE DISSO.

Não ói a óia...

 

 

...não compre, não assine, não leia...


Não compre, não assine, não leia...ou relinche...

Um golpe da informação: ano de 1964 no Brasil!


SENTA A PUA
1964 e o golpe da informação

Por Mauro Santayana, na Revista do Brasil:

         
         Há 48 anos, quando o Brasil vislumbrava reformas constitucionais necessárias a seu desenvolvimento, os Estados Unidos financiaram e orientaram o golpe militar. E interromperam uma vez mais um projeto nacional proposto em 1930 por Vargas. Os acadêmicos podem construir teses sofisticadas sobre a superioridade dos países nórdicos para explicar o desenvolvimento cultural e econômico da Europa e dos norte-americanos e as dificuldades dos demais povos em acompanhá-los, mas a razão é outra.
Com superioridade bélica, desde sempre, impuseram-se como conquistadores do espaço e saqueadores dos bens alheios, os quais lhes permitiram o grande desenvolvimento científico e militar nos séculos 19 e 20 e sua supremacia sobre o resto do mundo.
O golpe de 1964 não se iniciou com a renúncia de Jânio, três anos antes. Podemos ver sua origem mais próxima em 1953. Naquele ano, diante da resistência de Getúlio Vargas, que quis limitar as remessas de lucros e criou a Petrobras e a Eletrobrás para nos dar autonomia energética, a ação “diplomática” dos Estados Unidos cercou o governo.
Com o aliciamento de alguns jornalistas e dinheiro vivo distribuído aos grandes barões da imprensa da época, construiu a crise política interna. Entre a lei que criou a Petrobras e a morte de Getúlio, em 24 de agosto, dez meses depois, o Brasil viveu período conturbado igual ao de agosto de 1961 a abril de 1964. 
A propósito do projeto de Getúlio, seria importante a tradução e publicação, no Brasil, de um livro no qual essa operação é narrada em detalhes: "The Americanization of Brazil – A Study of US Cold War Diplomacy in The Third World", 1945-1954. Enfim um estudo sobre a diplomacia americana para o Terceiro Mundo em tempos de Guerra Fria. O autor, Gerald K. Haines, é identificado pela editora SR Books como historiador sênior a serviço da CIA, o que lhe confere toda a credibilidade.
Haines mostra como os donos dos grandes jornais da época foram “convencidos” a combater o monopólio estatal, até mesmo com textos produzidos na própria embaixada, no Rio. E lembra a visita ao Brasil do secretário de Estado Edward Miller, com a missão de pressionar o governo brasileiro a abrir a exploração do petróleo às empresas norte-americanas.
          O presidente da Standard Oil nos Estados Unidos, Eugene Holman, orientou Miller a nos vender a ideia de que, só assim, o Brasil se desenvolveria. O povo brasileiro foi às ruas e obrigou o Congresso a impor o monopólio.
A domesticação dos meios de informação do Brasil começara ainda no governo Dutra. Os americanos usaram as excelentes relações entre os intelectuais e jornalistas e o embaixador Jefferson Caffery, nos meses em que o Brasil decidira por aliar-se aos Estados Unidos na luta contra o nazifascismo, em benefício de sua expansão neocolonialista. A criação da Petrobras levou os ianques ao paroxismo contra Vargas, e os meios de comunicação acompanhavam a histeria americana.
A estatal era vista como empresa feita com o amadorismo irresponsável dos ignorantes. A revista Fortune, citada por Haines, disse que a Petrobras “apenas dança um samba com os problemas básicos do petróleo”.
A morte de Vargas não esmoreceu os grupos que tentaram, em 11 de novembro do ano seguinte, impedir a posse de Juscelino, eleito em 3 de outubro. O golpe de Estado foi frustrado pela ação rápida do general Teixeira Lott. Em 1964, a desorganização das forças populares favoreceu a vitória dos norte-americanos, que voltaram a domesticar a imprensa e o Parlamento e manipularam os chefes militares brasileiros.
Os êxitos do governo atual e a nova arregimentação antinacional contra a Petrobras – agora com o pré-sal – devem mobilizar os trabalhadores que não estão dispostos a viver o que já conhecemos. Sabem que a situação internacional tende para a direita, e não podemos repetir apenas que o povo esmagará os golpistas.
É necessário não só exercer a vigilância, mas agir, de forma organizada e já, para promover a unidade nacional em defesa do desenvolvimento de nosso país.

privataria tucana

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Prefeitura e ASA entregam carteirinhas para ex-jogadores


Ex-jogadores profissionais da Agremiação Sportiva Arapiraquense-ASA agora poderão assistir os jogos do alvinegro no Estádio Municipal Coaracy da Mata Fonseca inteiramente de graça. Isso acontecerá graças a uma parceria da Prefeitura de Arapiraca, através da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude e da Diretoria do ASA.

Na manhã desta terça-feira, 03, aconteceram as entregas de 50 carteirinhas “Ídolo do Alvinegro” que darão acesso às partidas do Gigante como mandante.
O evento aconteceu na Sala de Imprensa do Estádio e contou com a presença do secretário Josenildo Souza, do presidente executivo José dos Santos Oliveira, do empresário Ewerton Santiago, dirigente alvinegro, do administrador do estádio, Karlisson de Souza, e de outras personalidades.
 
As carteirinhas – sem período de validade e que conta com foto e assinaturas do secretário Josenildo Souza e do presidente Zé da Danco - são de uso pessoal e foram emitidas através da Secretaria de Esportes, onde ex-atletas fizeram seus cadastros após a comprovação da participação no elenco profissional do clube arapiraquense.
Ex-jogadores do ASA interessados em ganhar a carteirinha podem comparecer à sede da secretaria, no Ginásio Municipal Papa João Paulo II, das 8h às 13h, e realizar seu cadastro gratuitamente.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Prefeito irritado com insegurança!


A violência no Estado de Alagoas está extrapolando os limites da “PACIÊNCIA”. As fugas da penitenciária Desembargador Luis de Oliveira Sousa, em Arapiraca, tornam-se “corriqueiras” e os corpos discentes e docentes da Universidade Federal de Alagoas-UFAL, ao lado do presídio, estão APAVORADOS.


Ontem, 02, houve MAIS UMA e a novidade,
AGORA, são os tiroteios com BALA prá todo lado.
O prefeito da cidade, Luciano Barbosa (PMDB) - foto abaixo, se mostra indignado, COM RAZÃO, pelas fugas.


Segundo Barbosa, “definitivamente não há mais clima para ter aulas com essa insegurança. Prometeram a transferência, mas até agora nada. Está virando um terror. O governo precisa agir rápido. Garantir a segurança. Nunca se fugiu tanto em tão pouco tempo”, frisa o prefeito arapiraquense.
E prossegue, “absurda essa facilidade de fugas dos presídios. 
O governo não toma conta das ruas e não toma conta dos presídios, pondo em risco todo mundo.
Pelo visto, não podemos andar nem na UFAL Arapiraca, nem na UFAL Maceió, nem no meio da rua em qualquer cidade de Alagoas”, criticou.


Questionado se a administração municipal poderia fazer algo a respeito,
Barbosa alega que não pode invadir a competência do governo do estado.
O que poderá fazer é demonstrar uma indignação com tudo isso.
E foi mais além: “ganhará as ruas em protesto com essa insegurança,
não havendo mais condições de esperar”, finaliza.