
BOICOTE DESCABIDO
Algumas clínicas e farmácias em Minas Gerais protagonizam boicote à ação do governo federal que tem transformado a saúde no Brasil, o programa Mais Médicos.
Uma grávida de cinco meses de Uberlândia prestou queixa por ter sido impedida de realizar uma ultrassonografia em clínica particular, conveniada ao #SUS, porque o pedido havia sido feito por um médico cubano.
A justificativa? O médico não aceita pedido de estrangeiros por falta de estudo, "pois quem estuda três anos é técnico de enfermagem, não médico".
O coordenador nacional do #MaisMédicos, Felipe Proenço, afirmou que a atitude é inadmissível e que será apurada.
Segundo ele, negar a realização de um exame pode comprometer a saúde do paciente.
E tem mais! Um médico não pode recusar o pedido de exame “ porque quem solicitou tem um registro do Ministério da Saúde (RMS) e, não, um do Conselho Regional de Medicina (CRM). Os dois são registros válidos”, explicou.
A postura dos estabelecimentos será investigada pelo Ministério da Saúde. Se for comprovado, os estabelecimentos podem ser descredenciados do SUS.
Outros casos foram registrados em Belo Horizonte e em Santa Luzia.
Leia mais em http://bit.ly/1shA82z e em http://glo.bo/1peAEMn
Algumas clínicas e farmácias em Minas Gerais protagonizam boicote à ação do governo federal que tem transformado a saúde no Brasil, o programa Mais Médicos.
Uma grávida de cinco meses de Uberlândia prestou queixa por ter sido impedida de realizar uma ultrassonografia em clínica particular, conveniada ao #SUS, porque o pedido havia sido feito por um médico cubano.
A justificativa? O médico não aceita pedido de estrangeiros por falta de estudo, "pois quem estuda três anos é técnico de enfermagem, não médico".
O coordenador nacional do #MaisMédicos, Felipe Proenço, afirmou que a atitude é inadmissível e que será apurada.
Segundo ele, negar a realização de um exame pode comprometer a saúde do paciente.
E tem mais! Um médico não pode recusar o pedido de exame “ porque quem solicitou tem um registro do Ministério da Saúde (RMS) e, não, um do Conselho Regional de Medicina (CRM). Os dois são registros válidos”, explicou.
A postura dos estabelecimentos será investigada pelo Ministério da Saúde. Se for comprovado, os estabelecimentos podem ser descredenciados do SUS.
Outros casos foram registrados em Belo Horizonte e em Santa Luzia.
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