quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Hoje é dia TREZE....O B A ! ! !

 








Associados da FACEAL agradecem ao deputado PAULÃO do PT ! ! !

 

I N F O R M A

PREVIC aprova pagamento de superávit do plano BD de oriundos da antiga FACEAL

Paulão é o segundo (da direita para a esquerda)

Após longos anos de espera e, através da decisiva interferência do Deputado Paulão, do PT de Alagoas, que fez gestões visando a agilização do atendimento das exigências e a finalização do processo, finalmente, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC, aprovou, no início de novembro, a destinação da reserva especial relativa aos anos de 2009, 2010, 2011 e 2017 do plano Equatorial BD Alagoas.

Com esta decisão, está autorizado o pagamento do plano BD para os envolvidos no processo, trabalhadores da antiga CEAL que tinham a FACEAL como sua previdência complementar, deverão receber sua parte no superávit, relativo aos anos acima informados.

Esses recursos vinham sendo requeridos, inclusive através de ações judiciais, tanto pela Associação dos Aposentados da CEAL – AAPC, quanto pelo Sindicato dos Urbanitários de Alagoas, que chegou a enviar o senhor Sebastião José de Melo, 89 anos, para audiência na PREVIC em 28/08/2024, visando sensibilizar a direção da entidade para a necessidade de finalização das tratativas.

PLANO CD

Diante da decisão e, da existência de ações (ainda em andamento) pelos participantes e assistidos que migraram para o Plano Equatorial CD Alagoas, a PREVIC determinou o provisionamento contábil de parte da referida reserva, até que estes processos judiciais cheguem ao seu fim.

Desta forma, segundo a Equatorial Previdência – EQTPREV, a Consultoria Atuarial (Mirador) elaborará novos cálculos, considerando os parâmetros estabelecidos pela PREVIC e, em conjunto com a EQTPREV, definirão o cronograma para a distribuição de tal reserva, que será divulgado aos participantes e assistidos do referido plano, assim que a justiça determine quem terá direito a receber.

Mais uma vez destacamos a importância da participação do Deputado Federal Paulão, no sentido de agilizar a finalização do processo que se arrastava há anos, parabenizando também a Associação dos Aposentados da CEAL que, junto com o Sindicato dos Urbanitários, mudou a correlação de forças políticas no plano federal, antecipando a resolução da questão.



quarta-feira, 6 de novembro de 2024

A sacana e GOLPISTA 'grobo' não me engana ! ! !

 


...o mundo civilizado está de

...com os resultados das eleições para a prefeitura na cidade de são paulo dia 27 de outubro e na de ontem nos eua ! ! !

Misógino fascista ELEITO nos estados unidos para continuar MASSACRANDO e ASSASSINANDO os povos em todo o mundo ! ! !

povo norte americano com suas garras sujas de sangue ameaça o mundo...

imperialismo norte americano com suas garras sujas de sangue ameaça toda a humanidade.

angústia de um mundo que chora e clama por justiça

 Mais uma vez, o povo norte americano DECEPCIONOU o mundo, no dia de ontem, assim como o paulistano, em nosso país, no último dia vinte e sete de outubro.

 

“gosto MUITO de criança paulistana”, águia trampista


O MUNDO LAMENTA RESULTADOS ELEITORAIS NUM MUNDO TÃO CONTURBADO....e para continuar PIORANDO, a temperatura mundial cada VEZ mais quente (claro, com esses imundos no comando político

 ! @ # ? + { & . . . .).

E continuo ‘pensando’ do mesmo jeito: “o paulistano e o norte americano" são os 

P I O R E S 

seres do planeta.

norte americano pousando na cidade de são paulo

O planeta TERRA volta a conviver com um fascista no leme da maior potência mundial para continuar ‘assassinando todos os povos

e explorando toda a humanidade  ! ! !

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Livro sobre GOLPE militar no Brasil ! ! !

 

UNEAL e UFAL lançam coletânea sobre a Ditadura Militar



A coletânea “Pacto de Silêncio: o golpe de 1964”, a ditadura e transição em Alagoas, em dois volumes, foi organizada pelos professores Anderson da Silva Almeida, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Marcelo Góes Tavares, da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL). São 26 capítulos, com artigos escritos por mais de trinta autores e autoras da UFAL, UNEAL e do Instituto Federal de Alagoas (IFAL).

 

O primeiro volume, com 13 capítulos, traz abordagens que dialogam com a história política, as resistências, perseguições, apoios e metamorfoses que ocorreram em território alagoano desde o golpe de 1964 até o período da chamada transição autoritária que vai de 1979 a 1988, com a nova Constituição Federal. Já o segundo volume, também com 13 capítulos, enfatiza as questões culturais, as narrativas e trajetórias tanto de personagens que lutaram contra a ditadura, quanto aqueles e aquelas que participaram dos “jogos de acomodação” naquele período.

 

O professor Anderson da Silva falou de todo o trabalho coletivo para garantir a publicação. “A organização de uma coletânea desse porte nunca é uma tarefa simples. Foi de suma importância a parceria com o professor Marcelo Góes Tavares, da UNEAL, que também atua em nosso Programa de Pós-Graduação em História. Ao todo, foram aproximadamente dois anos entre o convite às autoras e autores, passando por revisões de língua portuguesa, normatização da ABNT e checagem das fontes citadas”, relata ele.

 

A historiadora Michelle Reis de Macedo, da UFAL é uma referência nacional sobre estudos do Brasil republicano, responsável pelo prefácio do segundo volume. “A coletânea é resultado do processo de profissionalização da pesquisa histórica em Alagoas a partir dos trabalhos realizados dentro das universidades públicas do estado. Estou segura em afirmar o comprometimento dos dois organizadores com a análise crítica do passado alagoano e sua divulgação científica no cenário nacional – quiçá internacional”, declara a professora.

 

De acordo com Rodrigo Patto Sá Motta, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, o livro oferece estudos que abarcam ampla diversidade temática, essenciais para a compreensão daquele período. “Merece elogios o pluralismo de perspectivas teóricas, já que foram incluídos colaboradores com posicionamentos distintos; uma atitude saudável, na contramão dos que pretendem enquadrar a história em rígidos (e inférteis) esquematismos”, destaca ele.

 

Para a professora de história da América Contemporânea da Universidade Federal Fluminense, Samantha Viz Quadrat, a coletânea é um incentivo para futuras pesquisas em que o local dialogue com o nacional. “Para que seja possível compreender a história recente do Brasil, cuja memória segue em disputa, ao mesmo tempo em que nos permite através dos mais variados temas, debater a história e a memória da ditadura e da transição em Alagoas no ano em que discutimos os 60 anos de 1964 e seus legados. Trata-se, portanto, de um convite à reflexão não só acerca daqueles anos, mas também sobre o período democrático construído a partir de 1985 e que, nos últimos tempos, vem sendo questionado”, ressalta a pesquisadora.

Antonio Torres Montenegro, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que assina o prefácio do primeiro volume, afirma a importante contribuição da coletânea. “São valiosas pesquisas realizadas por autoras e autores dos treze capítulos que constituem este primeiro volume, relatos historiográficos de múltiplos eventos vivenciados em uma temporalidade que se estende desde antes do golpe militar de 1964 ao período da redemocratização. Ao privilegiar o território de Alagoas, as autoras e os autores não se furtam em criticar a visão histórica construída desconhecendo a historiografia elaborada fora dos centros de poder e de conhecimento, mesmo no território alagoano. Essa é mais uma marca diferencial e significativa desta obra. Uma excelente leitura”, pondera o professor.

A organização desta coletânea, segundo o professor Anderson Almeida, reflete um compromisso acadêmico e também político. “Em um contexto no qual a democracia sofreu ataques sistemáticos e houve a amplificação dos negacionismos, nosso compromisso foi além de simplesmente publicar uma obra acadêmica. Envolveu, também, um engajamento político de fazer circular de forma gratuita, principalmente para fora da Universidade-, textos de graduandos e graduandas, mestres e doutores que têm se dedicado a pesquisar sobre Alagoas que, de certa maneira, vem contribuindo para a atualização dos estudos sobre a ditadura em perspectiva nacional. Nesse sentido, foi essencial e determinante a parceria com a EDUFAL, a quem agradecemos em nome da coordenadora Fernanda Lins e do diretor Eraldo Ferraz”, conclui Anderson.

Os dois volumes estão disponíveis, de forma gratuita, no site da EUFAL, em formato de e-books.

Em breve os autores e a editora divulgarão o lançamento de uma edição limitada no formato impresso.


Fonte:





sexta-feira, 1 de novembro de 2024

A CHARMOSA LARA BEATRIZ TENÓRIO ALVES ANIVERSARIA NESTE PRIMEIRO DE NOVEMBRO ! ! !

LARA BEATRIZ

 NETA PRIMOGÊNITA DESTE RAPADUREIRO

EM FESTA

 



                                     

primeiro dia de aula - três de fevereiro de 2015

uma terça feira


! ! ! PARABÉNS, QUERIDA LINDONA DO VÔ ! ! !