domingo, 20 de setembro de 2020

Quizás, uma BELA canção cubana com o Trio Irakitan ! ! !

 

Quizás, quizás, quizás (talvez, talvez, talvez, em português), é uma música popular do cubano Osvaldo Fábrres. Ele a compôs e instrumentalizou no idioma espanhol no ano de 1947. O primeiro cantante brasileiro a gravar essa música, na versão de Haroldo Barbosa, foi Francisco Alves em 1948. No vídeo, o Trio Irakitan, criado em Natal, capital potiguar.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

"O É da Coisa", na BandNews, com Reinaldo Azevedo ! ! !

   "O É da Coisa"  

   AO VIVO   

 com REINAldo aZEVEDO 
Covid mata por dia no país 6 vezes vítimas do Líbano, que comovem ...
 Bob Furuya 
O Ézinho da Coisa com Reinaldo Azevedo, 23/08/2019 (RESUMIDO ...
 Alexandre Bentivoglio 


 "desde quando JUIZ é distribuidor de recursos?" 


clique no linque abaixo

Resultado de imagem para dedo clicando no link  

https://www.youtube.com/watch?v=bmxGbUuWxnE

"Uma das mais perversas manifestações do mal é a insensibilidade ao sofrimento humano" - Pedro Montenegro ! ! !

O NOVO NORMAL, VELHO NEOLIBERALISMO

Por Pedro Montenegro*


A cena do cadáver de um trabalhador que morreu em seu local de trabalho, estendido no chão, encoberto por guardas sóis, para que os negócios não fossem atrapalhados com a sua morte súbita em local inapropriado, desmentem os prognósticos, tão otimistas quanto pueris, do surgimento de um novo marco civilizatório em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

 

Não foram poucas as análises, inclusive de respeitáveis cientistas sociais, sobre a possibilidade de a pandemia desnudar as faces mais obscuras da reprodução do capital, invisibilizadas pelo extraordinário aparato ideológico do sistema capitalista global, e, deste modo contribuir para a sua superação. 

 

Se de fato a pandemia oferece a oportunidade para o desvelamento das formas articuladas de dominação neoliberal: capitalismo, colonialismo, racismo e patriarcado, fazendo emergir à superfície o binarismo – superiores e subalternos – que caracteriza as sociedades capitalistas, assim como a má distribuição de riquezas, a superexploração e precarização do trabalho, as abissais desigualdades sociais, de raça e gênero e os modos de vida que colocam em risco a sobrevivência humana e a nossa casa comum, o Planeta Terra, isso não significa que tal acontecimento catastrófico, per se, pudesse inaugurar um novo sistema de relações sociais pós-capitalista.   

 

Essas análises, prognósticos e expectativas, por um lado, foram incapazes de compreender a natureza do mal na modernidade líquida, por outro, não souberam caracterizar adequadamente o neoliberalismo, bem como a distinção entre a política neoliberal que permaneceu intacta e a hegemonia neoliberal profundamente abalada na sua autoridade, na confiança das suas ideias e políticas.

 

Na contemporaneidade, uma das mais perversas manifestações do mal é a insensibilidade ao sofrimento humano. Essa insensibilidade caracteriza-se pela cegueira moral nos termos proposto por Bauman, onde inexiste empatia, respeito e sensibilidade, um processo da adiaforização, que são os estratagemas da conduta humana para colocar certos atos ou omissões, contra determinadas categorias de seres humanos, apartadas do universo das obrigações morais, não submetidas ao julgamento ético.

 

Essa característica fulcral da manifestação do mal na modernidade fluida reforça a racionalidade intrínseca ao neoliberalismo, que opera para estruturar os comportamentos dos indivíduos e governos a condição de mero capital humano.  

 

O “novo normal” vem se caracterizando como o velho neoliberalismo, desenvolvendo-se com a sua lógica inexpugnável da subsunção do trabalho ao capital, através da universalização do princípio da concorrência mercantil, despido da sua roupagem de neoliberalismo progressista, expressão alcunhada pela filósofa norte-americana Nancy Fraser. 

 

Os que pressentiram idealisticamente que o acontecimento da pandemia pudesse iniciar uma revolução democrática e anticapitalista mundial, uma transição suave para uma nova forma de relações econômicas e sociais entre os seres humanos e destes com o meio ambiente, denominada entusiasticamente de “novo normal”, assistem perplexos e desnorteados, a continuidade do velho neoliberalismo.


 * Pedro Montenegro advogado, formado em Direitos Humanos pelo Instituto Interamericano de Direitos Humanos, foi vice presidente da Anistia Internacional no Brasil e em Alagoas; foi presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Seção de Alagoas; coordenador do Fórum Permanente Contra a Violência; Coordenador Geral de Combate a Tortura, na Secretaria Especial da Presidência da República no Governo Lula. Atualmente é um dos Coordenadores do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Zumbi dos Palmares. 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

A PÉROLA DO DIA ! ! !

 

Antônio Frederico de CASTRO ALVES

conhecido como “O Poeta dos Escravos”, nasceu na Fazenda Curralinho, hoje cidade “Castro Alves”, interior baiano. Faleceu aos 24 anos de idade.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

"A lavajato FAZ a narrativa que lhe interessa" - Reinaldo Azevedo ! ! !

   "O É da Coisa"  

   AO VIVO   

 com REINAldo aZEVEDO 
Covid mata por dia no país 6 vezes vítimas do Líbano, que comovem ...
 Bob Furuya 
O Ézinho da Coisa com Reinaldo Azevedo, 23/08/2019 (RESUMIDO ...
 Alexandre Bentivoglio 


 "juiz que foi receber presidente da República em BASE aérea é descacabida" 

 "não há DEMOCRACIA sem uma advocacia forte" 

Parlamentares (sérios) de Alagoas CONTRA usurpadores da FÉ ! ! !

Sobre a emenda que perdoa dívidas das igrejas evangélicas ! ! !
 Paulão garante R$1,8 milhão para equipamentos agrícolas em 10 municípiosTucana de Alagoas contra reforma da Previdência pode até ser expulsa do  partido - Diário do Poder

Dos nove parlamentares alagoanos, SOMENTE dois votaram em favor do POVO e contra o ‘perdão’ dos débitos das igrejas evangélicas brasileiras.
Paulão/PT e Tereza Nelma/PSDB - foto acima


Três MISERÁVEIS e traidores votaram a favor e quatro COVARDES não compareceram.