sábado, 23 de dezembro de 2017

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O mundo ACOMPANHARÁ julgamento(?) de LULA ! ! !

MUNDO estará DE OLHO no JULGAMENTO de LULA


O julgamento do ex-presidente Lula está marcado para as 8h30min do dia 24 de janeiro de 2018 na Sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300, no Centro Administrativo Federal, no bairro de Praia de Belas, em Porto Alegre.
A 8ª turma desse tribunal é composta pelos desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF4, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus. Além desses três, o presidente do TRF4, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lens, tem tido um papel em todo esse processo apesar de não fazer parte da turma que irá julgar Lula.
Thompson Flores tem dado seguidas declarações que induzem à crença de que não haverá julgamento algum, que tudo não passa de formalidade para uma condenação já decidida.
Esses julgadores de Lula – Sergio Moro incluído – e a mídia que os sustenta parecem decididos a não se deter diante de nada para tirar o ex-presidente da eleição, mas os fatos indicam que estão sendo traídos por seus próprios preconceitos.
Ao não quererem admitir a dimensão exata de Lula – os adversários do ex-presidente relativizam sua importância no contexto MUNDIAL de forma tosca e inconsciente.
Para que se entenda o que o ex-presidente significa para parcela gigantesca dos brasileiros e para o resto do mundo, é melhor retroceder a 2010, quando a revista norte-americana 
Para que se entenda o que o ex-presidente significa para parcela gigantesca dos brasileiros e para o resto do mundo, é melhor retroceder a 2010, quando a revista norte-americana “Time” elegeu elegeu o Lula como o líder mais influente daquele ano, à frente do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (4º colocado), e do primeiro ministro japonês, Yukio Hatoyama (6º colocado). A publicação elegeu as cem pessoas mais influentes do mundo em diversas áreas.
A conduta dos magistrados que vão julgar Lula sugere que o julgamento dele em 24 de janeiro será uma farsa, mas as forças políticas que apoiam o ex-presidente já se mobilizam para tornar impossível aos carrascos dele conduzirem na surdina o julgamento sumário e de exceção que está sendo preparado.
Não é só o PT que organiza Caravanas para se postarem diante do TRF4 em 24 de janeiro a partir das 8h30min. Simpatizantes do Brasil inteiro e do exterior estarão presentes ao ato em defesa de Lula que começará na véspera do julgamento, quase que certamente com um julgamento paralelo que haverá de discutir no meio da rua, em meio a dezenas de milhares de pessoas, as provas desse julgamento.
Personalidades estrangeiras deverão afluir para o evento. Nas últimas 24 horas, a mídia entrou em pânico quando surgiu um boato de que já estaria certa a presença do cantor Bono Vox no ato diante do TRF4 durante o julgamento.
A mesma mídia correu para checar a informação que acharam que tinha sido dada pelo senador Roberto Requião. Logo, Requião veio a público para dizer que não pode afiançar quantas e quais serão as personalidades estrangeiras que estarão presentes ao ato em defesa de Lula porque não está conduzindo as negociações, mas informou à mesma mídia que esse julgamento atrairá as atenções do mundo, terá muitas personalidades do Brasil e do exterior na porta do TRF4 e o teor das “provas” e do processo será esquadrinhado pelo mundo afora, o que pode até obrigar o tribunal a não condenar Lula por conta da espantosa falta de provas que há no processo do tríplex.
O três desembargadores que irão julgar Lula vão descobrir, ao longo das próximas semanas, que mancharão seus próprios nomes diante do mundo inteirinho caso sigam a condenação criminosa que o juiz Sergio Moro impôs ao ex-presidente no âmbito de um processo político travestido de “processo legal”.
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Assista, ABAIXO, a reportagem acima em VÍDEO.
Fonte: 





Chefes de gangs REUNIRAM-SE para ludibriar o POVO ! ! !

Michel Temer fez permuta no jantar com a cúpula da Globo.
Por Mauro Donato

Chefes de gangs; um dos marinhos(irineu) e o usurpador-traidor(mi-shell)


No começo de outubro, o presidente Michel Miguel Temer reuniu-se com os irmãos Marinho, donos da Globo, num jantar ‘reservado’, algo camuflado na agenda oficial.

Pegos no pulo, tanto Michel Temer quanto os Marinhos soltaram notas esclarecendo que o encontro tinha sido apenas para pedir apoio para a reforma da Previdência e que a conversa se deu de maneira “absolutamente republicana, sem pedidos ou promessas de qualquer das partes”.


Segundo um jornal paulista, o convescote ocorreu na casa de Roberto Irineu Marinho e contou com seu irmão João Roberto Marinho, além do vice-presidente de Relações Institucionais da Globo, Paulo Tonet.


Temer se queixou sobre a cobertura de seu governo pelos jornais, rádios e canais de TV do grupo. Reclamou que o Globo foi o veículo que divulgou a conversa entre ele e o empresário Joesley Batista. Falou de um editorial que pedia sua renúncia.

E de um outro que praticamente sentenciava Michel Miguel como culpado na compra de silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Provavelmente o presidente golpista deve ter reclamado ainda da próstata, de dor no ciático, etc.


Por que os Marinhos teriam marcado um jantar se só Temer fez pedidos, é algo a se debruçar. O que mais se sabe do encontro é que, depois de tanto chororô, o presidente soltou um ‘veja bem’.


Como se insatisfeito com a receptividade oferecida pelo alto comando ali sentado diante de seus apelos, Michel Miguel começou um discurso acerca das ‘injustiças’ contra ele.


Afirmou que delações não podiam ser tomadas a sério daquela forma, que o conteúdo delas nem sempre é conclusivo, que muitos o fazem para se livrar das penas, que não comprou o silêncio de Eduardo Cunha, que isso, que aquilo. E então veio o ‘veja bem’.


Michel Miguel mencionou o caso Fifa, as denúncias envolvendo a Globo, a delação de J. Hawilla, da agência Traffic. O presidente enviou um claríssimo ‘vocês sabem do que estou falando’ para os irmãos Marinho. Chantagem? Uma espetada? Ou só o roto falando do remendado?

Dinheiro.


Coincidentemente, a partir dali a Globo passou a pegar leve com ele. Os telejornais noticiam diariamente uma retomada da economia e o aumento do índice de empregos. Nos intervalos, propaganda oficial.


Sumiram dos destaques e manchetes os R$ 500 mil que rolavam na mala de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial e um de seus homens de confiança, sumiu Geddel Vieira Lima, parou-se de perguntar de quem afinal são os R$ 51 milhões que estavam no bunker em Salvador.


Não existe almoço – nem jantar – grátis. O que aconteceu naquela noite de 4 de outubro foi um acerto informal de propaganda gratuita do seu governo, além de uma demonstração clara, claríssima, de que a velha mídia não sobrevive sem a promíscua relação com os cofres públicos.


A Globo colocou Temer lá e quis mostrar que poderia também catapultá-lo, como fez com Collor e Dilma. Perdeu a briga e ainda teve que pagar o prato de comida e ser condescendente com alguém que possui 3% de aprovação.


Pela suavidade do tratamento recente do clã Marinho que o governo tem recebido, é de se supor que na hipótese de um novo encontro, o presidente irá agradecer com um “Tem que manter isso aí, viu?”


LULA e os vídeos do RAPADURA em 2017 ! ! !

sem medo de ser feliz
música Te Desejo Vida – Flávia Wenceslau

é Lula de Novo com a força do povo
o Brasil acordou




quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Um BELO texto sobre o Presidente LULA em setembro de 2011 ! ! !

Lula, Honoris Causa em Brasil




Delúbio Soares (*)
Do agreste pernambucano, castigado tanto pela estiagem sazonal quanto pela miséria secular, ao púlpito parisiense doSciences Po, o brasileiro Luiz Inácio percorreu bem mais que meio século. Um caminhão pau-de-arara levou Dona Lindú e seus rebentos do sofrimento da terra calcinada de Caetés para a promessa da cidade grande. A história, por seus desígnios e caprichos, levou ainda mais longe o seu filho.
Mesmo que, com cândida desfaçatez, uma repórter brasileira queira saber do diretor Richard Descoings, a razão pela qual “o Instituto de Ciências Políticas de Paris homenageia Lula e não Fernando Henrique Cardoso” (pasmem!), a história já se encarregou de responder o inacreditável disparate. Ainda que parte da imprensa ressentida e dos críticos aziagos de sempre finjam não saber que o “Honoris Causa” é uma honraria humanista, um reconhecimento absoluto por méritos pessoais e não mais um título acadêmico, a história – irônica que só – reservou ao torneiro mecânico, o “sapo barbudo” alvo de tantos deboches, a gloriosa tarefa de soerguer o país que havia ido à bancarrota (e por três vezes consecutivas) pelas mãos de um ilustrado “príncipe dos sociólogos”. Ah, o destino!
Lula dispensou ao longo de sua vida qualquer intermediação antipática entre ele e o povo. Não precisou como o dolorido e vaidoso sociólogo que o antecedeu, péssimo presidente e administrador falido, do auxílio luxuoso da imprensa e da adoção como filho postiço da elite que o rejeitara nos tempos em que militava na esquerda. Como no Mephisto, mercadejou a alma, rasgou sua história e não deixou dúvidas quanto ao novo credo: “esqueçam o que escrevi”. Lula, que jamais escreveu nada, que domina os rudimentos da língua, que tem apenas três diplomas, um do curso técnico de torneiro mecânico e dois de presidente eleito pelos brasileiros, não tem livros publicados, nem tratados, nem teses defendidas, nem tolas vaidades acadêmicas. Porém, Lula fala a dificílima língua de nosso povo. Lula não leu livros, mas leu um país e seu povo e os conhece de cor e salteado. Lula domina a misteriosa ciência de compreender o Brasil profundo, de entender como ninguém as entranhas de um país sofrido, mas extraordinário. Lula se comunica com os brasileiros como nunca ninguém antes, jamais, em tempo algum, se comunicou. Ele e o povo, o povo e ele, sem intermediários.
Lula dispensa púlpitos e palanques. Seu palanque é sua história. Todos os diplomas de seus despeitados adversários não valem um único capítulo de sua vida repleta de sofrimentos e de vitórias, de reveses e de alegrias. Quando chegou ao Palácio do Planalto, Lula levava consigo não só as esperanças de todo um país, de seu povo e dos que o elegeram. Lula estava amadurecido para o poder, conhecia o Brasil como nenhum outro homem público, trazia nas retinas e nas solas do sapato a geografia de nossa miséria e de nossa riqueza, de nossos sofrimentos e possibilidades, sabia o que fazer, como fazer e quando fazer. E fez.
O Brasil não foi o mesmo depois de sua vitoriosa passagem pela presidência da República: mais de 40 milhões de irmãs e irmãos nossos deixaram a pobreza e ingressaram na classe média. Recuperamos o prestígio internacional, pagamos nossas dívidas, voltamos a ser respeitados e queridos pelo mundo. Nossa economia se desenvolveu como nunca, atingindo índices que impressionaram as demais Nações. As universidades se abriram para os filhos do povo, para os negros, para os indígenas, na autêntica revolução do Pro-Uni. O Bolsa Família matou a fome e fez nascer a cidadania para milhões de brasileiros que, por conta de estranha perversão de nossa elite, simplesmente não comiam. Vou repetir: antes de Lula, milhões de brasileiros não comiam e os governos achavam isso muito natural.
Mas esse mesmo Lula sem diplomas e sem letras, esse homem que chegou à chefia da Nação e presenteou seus detratores com o impensável verbete “menas”, de um dicionário todo seu, é o mesmo presidente da República que mais construiu universidades em toda nossa história. Foram 14 em seu governo, 11 no de JK, 6 no de Fernando Henrique Cardoso, 2 no de João Goulart e 1 no de Ernesto Geisel.
Eram 148 campus universitários antes de Lula. Hoje, são 274. No governo de Lula o Brasil passou a ter 354 escolas profissionais criadas ou federalizadas por presidentes: Lula 214 x 140 todos os outros presidentes. Getúlio Vargas, 15; Fernando Henrique Cardoso, 11; João Goulart, 8; Ernesto Geisel, 1. O orçamento para educação ao final do governo do “príncipe dos sociólogos” era de R$ 20 bilhões. Lula, atacado de forma impiedosa por escribas sabujos como sendo “o apedeuta”, entregou a faixa presidencial à Dilma Rousseff com um orçamento na educação que passava dos R$ 70 bilhões. Tais números não mentem e nem permitem manipulações, sofismas ou jogos de palavras, são eloquentes e definitivos: Lula foi o presidente da Educação.
Sou companheiro de Luiz Inácio Lula da Silva há mais de três décadas, desde a fundação do PT. Quem, como eu, o conhece não se surpreendeu com o brilhante governo que realizou. É que ele pertence a uma estirpe rara de homens, de grandes homens. São aqueles que não se prendem ao pequeno, não se perdem no acessório, não odeiam e não cultivam o ódio, não olham para trás, acreditam nas bandeiras que empunham, amam os ideais que acalentam.
Lula já pertence à história. Com seus poucos erros e imensos acertos, ele está acima dos julgamentos levianos e parciais. Com a felicidade de estar entronizado no coração de nosso povo. Com a grandeza de não odiar os que o odeiam. Com a imensa glória de ter transformado radicalmente as estruturas de seu país e mudado a vida de seu povo para muito melhor.
Menino amontoado no caminhão pau-de-arara que fugia da seca do sertão nordestino, operário mutilado na linha-de-montagem, líder sindical preso pela ditadura militar numa cela do DOPS, candidato insistente à presidência de seu país ou presidente que realizou um governo de excepcional sucesso, Luiz Inácio Lula da Silva já era doutor em Brasil. Pelo mundo afora, de Borla e Capelo, aplaudido de pé, o Estadista Lula agora é Honoris Causa nas grandes Academias.

(*) Delúbio Soares é professor

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Frase do cientista Miguel Nicolelis sobre GOLPE ! ! !

Miguel Angelo Laporta Nicolelis médico e cientista brasileiro. Foi considerado pela revista Scientific American como um dos 20 cientistas mais influentes do mundo. Neurocientista, Nicolelis estuda o cérebro, órgão responsável pelos nossos movimentos, pensamentos e até pela escrita e leitura destas informações.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017