sábado, 28 de junho de 2014

Peidaram na rabichola ! ! !

"Como o STF entregou os anéis e preservou os dedos, no caso Genoino" 

 

 

“quinqa”, o QUENGO (ALGOZ?), GeNoÍnO, a vítima e Barroso(?) 


Com a ausência de Joaquim Barbosa na sessão do julgamento dos agravos dos condenados na AP 470, na última quarta-feira, a expectativa de grande parte dos operadores do direito era de que os demais ministros se empenhassem em reparar os abusos jurídicos do presidente da Corte e buscassem reestabelecer sua credibilidade recém-abalada.

A frustração, no entanto, se anunciou logo no início com o voto do ministro Luís Roberto Barroso, que optou pela estratégia de entregar os anéis por temer perder os dedos. Ciente de que não havia argumentos jurídicos capazes de sustentar a manutenção do impedimento do direito de trabalho a José Dirceu e Delúbio Soares, Barroso buscou poupar Barbosa – para poupar o STF –, negando a José Genoino o retorno à prisão domiciliar. Foi uma espécie de “toma-lá-dá-cá” para não desagradar por demais nem seus colegas nem a massa pastoreada pela chamada grande imprensa.

A estratégia foi sustentada de forma até constrangedora. O ministro Barroso, a quem coube apresentá-la e capitanear os votos dos outros sete que o seguiram, reconheceu mais de uma vez que é sempre melhor para um detento enfermo ser tratado em casa no que em uma prisão. Porém não concederia o benefício a Genoino, posto que na Papuda havia outros 300 presos nas mesmas condições que ele.

Além de desprezar uma lógica que permeia o Direito Penal – na dúvida, a lei deve favorecer o réu –, o entendimento do ministro consolida e amplia a injustiça, já que não um, mas 300 detentos estariam em melhores condições se recebessem em casa os cuidados devidos. Pior: o ministro julga coletivamente uma demanda individual, ou seja, não despacha contrário ou favoravelmente ao requerente, mas a todos os detentos que estão na mesma condição que ele. É mais ou menos como dizer “não posso fazer justiça com um, já que são tantos os injustiçados”. Seguisse o Executivo a mesma lógica, não abriria uma escola, não inauguraria um posto de saúde, não construiria um hospital. Afinal, ou para todos ou para nenhum!

Esse pode até ser o pior, mas não é o único contrassenso do voto de Barroso e dos que o seguiram. Se a ideia fosse basear a análise nos diversos laudos médicos encomendados pelo ministro Joaquim Barbosa, não era necessário julgar o recurso. Sim, porque foi com o respaldo desses mesmos laudos que o presidente da Corte determinou o retorno de Genoino à Papuda. Ainda que os laudos não fossem questionados sob a ótica de que alguns de seus autores são manifestamente antipetistas ou escolhidos a dedo por Barbosa, isto é, ainda que fossem aceitos, o que cabia analisar eram outros argumentos. Só pra citar alguns: os laudos foram feitos após o réu ter estado sob cuidados, em casa, por dois meses; o estresse provocado pelo cárcere agrava as condições emocionais e, consequentemente, as físicas; apesar de os laudos atestarem que a cardiopatia do réu não é grave, seu nível de coagulação tem de ser verificado diariamente e controlado com alimentação e medicação adequadas; se o réu precisar de cuidados urgentes ou de remoção imediata nos finais de semana ou feriados, não há médico disponível para prestar socorros.

Há ainda mais um fato a se levar em conta no amparo à ideia de que o corporativismo baseou o voto dos ministros, que mantiveram em risco a vida de Genoino em detrimento da proteção da reputação do STF: a recomendação do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, de que o ex-deputado deveria retornar à prisão domiciliar, foi ignorada. Em parecer enviado no início de junho ao STF, Janot declarou que apesar de relatório da junta médica, as ocorrências surgidas após o retorno do sentenciado à Papuda suscitam “razoável dúvida” quanto à possibilidade de ele cumprir pena “sem riscos substanciais à sua vida e saúde no já naturalmente estressante ambiente carcerário”. Amparado por essa consideração, o procurador defendeu o que também defende o Direito Penal: “Presente essa dúvida, há de ser resolvida em favor de proteção da vida e saúde do preso.”

Mas Barroso e seus seguidores negaram. Escolheram Genoino como escudo de proteção do status da Corte. Afinal, se teriam posteriormente de fazer as concessões que a lei exige para Dirceu e Delúbio, que sobrasse ao menos para um. Afinal, há uns laudos médicos que podem servir de respaldo, caso aconteça algo mais grave. Afinal, ele tem couro duro, é sertanejo, já lutou tanto...

____________________________

PITACO DO ContrapontoPIG 

Em bom 'cearensês': 
acho que o Barroso e seus seguidores
peidaram
na rabichola.

Fonte: acesse http://contrapontopig.blogspot.com.br/2014/06/contraponto-14118-como-o-stf-entregou.html

quinta-feira, 26 de junho de 2014

"quinqa" recebe mais uma no "quengo" ! ! !

STF por ampla maioria manda cumprir a lei. Dirceu vai para o semiaberto e tem direito a trabalho externo

                                         Charge extraída do Blog do Miro

Demorou sete meses e meio para que houvesse justiça e a lei pudesse ser cumprida no caso, mas na noite desta 4ª feira, por ampla maioria, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) corrigiu a injustiça praticada pelo presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, e o ex-ministro José Dirceu foi autorizado a cumprir sua sentença em regime semiaberto o que lhe possibilita, também, realizar trabalho externo.
A sessão plenária que revogou a decisão de Barbosa, monocrática (tomada sozinho) contra Dirceu, foi instalada no início da tarde e os 10 ministros votaram no início da noite. Ao todo, o plenário julgou 10 recursos, chamados de “agravos regimentais” apresentados pela defesa dos sentenciados na Ação Penal 470 (AP 470).
Entre estes estavam a autorização para o cumprimento da sentença de Dirceu em regime semiaberto e a consequente autorização para ele realizar trabalho externo. Após derrubar a exigência de cumprimento de 1/6 da pena, os ministros decidiram que não procediam os argumentos do ministro Joaquim Barbosa que havia negado pedido de trabalho externo, alegando que não seria correto uma oferta de trabalho por uma empresa privada, especialmente por ser um escritório de advocacia. Os ministros também entenderam por unanimidade que a oferta de emprego de José Gerardo Grossi não se trata de uma “ação entre amigos”, tampouco que o trabalho interno já desenvolvido por Dirceu na Papuda seria suficiente para negar o direito ao trabalho externo.
O plenário também votou – e rejeitou – recurso apresentado pela defesa do ex-deputado José Genoino, para que ele cumpra a sentença em regime domiciliar, em função do seu grave estado de saúde (o deputado é cardíaco, submeteu-se a uma cirurgia no meio do ano passado e seu estado agravou-se na prisão em regime fechado). Segundo o relator Luís Roberto Barroso existem outros presos que vivem a mesma situação e que, de acordo com os laudos médicos não haveria necessidade de atender ao pedido.
A defesa de José Genoino pediu a palavra e afirmou que desde sua volta ao presídio, o ex-deputado já teve crises de hipertensão e que a oscilação no índice de coagulação poderia levar a quadros graves de saúde como embolia ou hemorragia. Apesar das ressalvas, o voto do relator permaneceu por oito a dois. Barroso afirmou, no entanto, que José Genoino terá direito à progressão de pena para o regime aberto a partir do dia 24 de agosto. Determinou, ainda, à Vara de execuções penais que envie a ele, relator, no dia 25 de agosto os autos para dar encaminhamento à progressão da pena.
Barbosa havia tomado decisão pessoal de manter Dirceu trancado
Nos recursos, José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o ex-deputado Romeu Queiroz (PTB-MG) e o advogado Rogério Tolentino, entre outros sentenciados, pediam o plenário do Supremo derrubasse a decisão monocrática de Joaquim Barbosa que impediu o grupo de trabalhar fora do presídio.
José Dirceu e os demais que apelaram mediante recursos não estão condenados a regime fechado. Mas, por decisão do presidente da Corte, o ex-ministro foi mantido trancado por sete meses e meio, desde que se entregou às autoridades no dia 15 de novembro pp.

O plenário do STF derrubou a exigência do cumprimento de um sexto da pena para ter direito ao trabalho externo. Para tomar a decisão desta tarde/início de noite, os ministros se fundamentaram na jurisprudência firmada nos últimos 15 anos pelo STJ, que nega fundamento e legalidade ao argumento do presidente Joaquim Barbosa, de que estes sentenciados precisariam cumprir 1/6 da pena antes de terem direito ao semiaberto. Mesmo que eles nunca tenham sido condenados ao regime fechado como o imposto por JB ao ex-ministro José Dirceu.
Fonte: Blog do Zé Dirceu

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Galvão Bueno ENTRA em férias para NUNCA mais ! ! !

Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:


Você está vendo o jogo do Brasil com Camarões acompanhado de amigos. Tudo nos conformes, fora uma ou outra escorregada ufanista do locutor do canal pago.

Até que alguém - o mineiro TT - tem a ideia de mudar para a Globo. “Vamos ver o Galvão para dar umas risadas”, é a sugestão. Um ou outro protesto na sala, a vitória já garantida, a atenção diluída, a cerveja… Ok, por que não?

Voltar ao Galvão é uma viagem no tempo. É como ver fotos do Natal de 86. Mas, se alguém esperava nostalgia, o que vem é a imagem daquele tio de terceiro grau inconveniente. Ao mesmo tempo, o alívio de que esse monopólio nos mundiais terminou.

Nas duas últimas Copas, a Globo perdeu quase metade da audiência. A abertura da Alemanha 2006 bateu 65,7 pontos. Na África do Sul, em 2010, caiu para 45,2 pontos. Brasil e Croácia marcou 37,5 pontos.

O mundo mudou, mas Galvão e Globo não. No terreno do folclore, continuam lá o bullying em Casagrande e Arnaldo e as gafes. Neymar foi chamado de Romário e um oriental na plateia pode ser “nissei, ele pode ser sansei. Ele pode nem ser brasileiro”. Houve leitura labial, também.

Junto com a histeria - e você precisa ser muito ingênuo para esperar o contrário -, o que temos é a velha arrogância combinada com uma incapacidade de adaptação aos dias de hoje. O que você faz quando não precisam mais de você?

No momento do gol de Fred (“Don Fredón”), o tira-teima da Fifa colocou o atacante em impedimento. Estava errado, embora a transmissão, diga-se, esteja sendo um show, superior, tecnicamente, a tudo o se apresentou por aqui.

Galvão ficou inconformado num grau absurdo. “A própria Fifa já admitiu que não funciona”, disse. Não era só patriotada. Começou uma diatribe sobre como a Globo não é autorizada a mostrar imagens durante a partida. “Não podemos mostrar durante a transmissão por questões contratuais”, afirmou. Eles não perdiam por esperar.

Fred não estava impedido, mas o chilique desproporcional de Galvão era uma espécie de aviso: “Eu já sabia!”, ele poderia ter dito. “Quem mandou a Fifa não ter o padrão Globo?” Faltava sacudir no ar o crachá, gritando “não é assim que se faz, não é assim que se faz, seus trouxas incompetentes!”.

Em 2010, havia 7,5 telespectadores das TVs abertas para cada um das por assinatura. Quatro anos depois, a proporção está em 6,8 por um. Vai diminuir.

Uma foto dos atletas na concentração sintonizados na Band teria deixado a direção da emissora chateada com a CBF. Tudo conspira contra. Até Datena, que a rigor é um Galvão por outros meios. Ele já anunciou que 2014 é sua última Copa. É o Sarney da TV, a lembrança de que o Natal de 86 foi triste e de que dias melhores virão.

PITACO DO DIA ! ! !

PITACOS DO DIA


BLOG CONVERSA AFIADA
                                           Paulo Henrique Amorim



“Conti é o Homem de Visão do Ano”
— Lazlo

“Colonista do PiG tem a boca do Luizito Suárez !”
— Sérgio Conta

“O Ataulfo Merval está com inveja do sucesso do Conti.”
— E. C. de Andrade 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Semana recheada ! ! !

       Edvam Cavalcante

Saulo Moura

                                         Pedrinho e Flávio
                                         Proprietários do
                                      Bar Caldinho do Pedrinho



O nosso programa BRASÍLIA, VOCÊ É A ESTRELA, teve uma semana passada bem recheada com novos ouvintes. Na terça, dia 17, recebemos um telefonema do mais procurado radialista para festas em Arapiraca, o nosso querido Edvam Cavalcante com seus programas líderes de audiência na Imprima FM 105,3. Na quarta, dia 18, foi a vez do Presidente da Câmara de Vereadores e prefeito provisório do município de Campo Grande, Saulo Moura. Gente final E na quinta e sexta, dias 19 e 20, foi o Pedrinho do mais badalado Bar de Caldinho de todo o nordeste nos telefonando e parabenizando e que estava ouvindo. Foi muito Bom e a satisfação foi TREMENDA quando pessoas deste quilate nos acompanha em nossa programação. Espero que continuem ouvindo MÚSICAS de primeira qualidade e com informações culturais. Obrigado por tudo, caros e nobres amigos/ouvintes da FM 98,5, a sua Rádio Comunitária Verdes Mares, aqui no Bairro Brasília, em nossa querida Arapiraca de Todos, afinal nossos ouvintes são especiais.

COPA NO BRASIL: SUCESSO ABSOLUTO ! ! !

“Sucesso incrível” da Copa (by The New York Times) melhora aprovação de Dilma

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No primeiro caderno da última edição dominical da Folha de São Paulo (22/6), uma matéria surpreendente: “Prenúncio de que a Copa seria o fim do mundo não aguentou 3 dias”. Assinada pelo colunista Nelson de Sá, a matéria surpreende qualquer um que lê a imprensa brasileira por ter “empurrado” para a imprensa estrangeira um pecado da imprensa brasileira. O colunista atribui à imprensa estrangeira as previsões negativas sobre a Copa no Brasil.
O caradurismo não é só desse jornalista, mas do próprio jornal – um mea-culpa sobre a cobertura da organização da Copa de 2014 seria imperativo diante daquela que, de fato, está sendo a “Copa das Copas”. E não só pela boa organização do evento, mas pelo que se vê em campo.
A infraestrutura tem funcionado tão bem quanto a que seria esperável em qualquer país do dito “Primeiro Mundo”, os jogos são emocionantes, o nível técnico tem sido altíssimo, o futebol latino-americano vai se impondo sobre o do resto do mundo, levando incontáveis nações das Américas a um verdadeiro orgasmo desportivo.
Eis o que ninguém previu. Ou melhor, eis o que aqueles que previram não puderam dizer devido a uma literal censura da grande imprensa a qualquer ponderação sobre os exageros que estavam sendo cometidos pela imprensa e por partidos de oposição de direita e de esquerda, os quais enganaram os brasileiros com afirmações falsas sobre o financiamento da Copa e sobre problemas corriqueiros em qualquer grande evento.
Como foi previsto neste blog por incontáveis vezes, os profetas do apocalipse deram com os burros n’água. Aqui sempre foi dito que a Copa começaria, tudo estaria pronto e funcionando e que os que previam o contrário ficariam com a brocha na mão.
Não é por outra razão que na mesma Folha de São Paulo, escondida na coluna “Painel”, uma notinha de apenas uma frase, mas que tem um potencial político imenso, revela que chegou a hora de Dilma capitalizar seu bom trabalho. Abaixo, o texto da Folha
De virada
Assessores do Planalto estão exultantes com pesquisa interna que afirma que 60% dos brasileiros consideram a Copa boa ou ótima até agora 
Mesquinharia da Folha. A pesquisa interna do Planalto mostra muito mais. Informações obtidas pelo Blog via contatos telefônicos dão conta de que esses 60% dos brasileiros não dizem que “a Copa é que tem sido boa ou ótima até agora”. Essa maioria diz que a ORGANIZAÇÃO da Copa e a qualidade dos jogos é que têm sido “boas ou ótimas”.
Qual o efeito eleitoral disso? Na avaliação do Planalto, é expressivo. Tão expressivo que a Folha detectou e, visando se distanciar do alarmismo que promoveu ao lado de outros grandes meios de comunicação, publicou essa reportagem de Nelson de Sá, na tentativa vã de fazer seus leitores de besta ao empurrar-lhes a versão de que o catastrofismo desportivo-organizacional partiu do exterior e não daqui mesmo, do Brasil.
A matéria em questão foi econômica ao relatar as análises que estão sendo feitas em toda parte do mundo sobre a capacidade do país de organizar um evento desse calibre. Uma das matérias da imprensa estrangeira citadas pela Folha é de autoria de Sam Borden, correspondente esportivo do diário norte-americano The New York Times na Europa. No último dia 17, Borden qualificou a Copa no Brasil como “sucesso incrível” em artigo que ironiza o noticiário sobre o evento, chamando-o de “previsão do dia do juízo final”.

O Blog traduziu alguns trechos do artigo de Borden. Confira, abaixo.
The New York Times
San Borden
17 de junho de 2014 
Um estádio não ficaria pronto a tempo. Outro não ficaria pronto nunca. Protestos violentos iriam ameaçar os fãs e estragar tudo. Greve no aeroporto e no metrô deixariam milhares de visitantes sem transporte.
Essas e outras previsões do dia do juízo final foram preocupações perpétuas nos dias que antecederam a Copa do Mundo no Brasil, mas, após quase uma semana inteira de jogos, a situação no maior país da América do Sul dificilmente pode ser considerada sombria.
Para os fãs que gostam de gols que enchem os olhos, resultados surpreendentes e futebol elegante, este campeonato, até agora, tem sido um sucesso incrível. Os jogos são apaixonantes, e o drama dos jogos tem sido perfeito para a televisão.
[...]
Há que dizer que ninguém pode realizar um grande evento esportivo como a Copa do Mundo ou as Olimpíadas sem alguns problemas. Este ano, em Sochi, na Rússia, os jogos de inverno tiveram invasão de cães vira-latas, hotéis incompletos, ou inexistentes. Em 2004, os jogos de verão em Atenas tiveram greves de trabalhadores, contratempos com a infraestrutura, e histeria em uma infinidade de lugares. O parque olímpico onde ocorreram os jogos de Londres em 2012, uma semana antes ainda estava em obras.
Diante dessa realidade, certamente o Brasil merece mais indulgência.
[...]
A gama de problemas tem sido grande. Alguns tiveram que ver com acabamento da construção, como fios elétricos visíveis no estádio do São Paulo ou a instalação de aparelhos de ar-condicionado e carpete horas antes do apito inicial, em Cuiabá, ou 30% dos porteiros do estádio de Brasília, que não apareceram para trabalhar, criando impasse do lado de fora das catracas. Alguns foram cosméticos, como a grama queimada no estádio de Manaus, que obrigaram a organização do estádio a pintar o gramado com tinta verde.
Nada disso foi definitivamente prejudicial para o evento. Os jogos puderam ocorrer dentro das previsões. Mas a cada dia ocorreram problemas cujo potencial não pôde ser previsto. No domingo, em Porto Alegre, por exemplo, o sistema de som do Estádio falhou com as equipes já em campo, deixando os jogadores de França e Honduras, que esperavam pelos hinos nacionais de seus países, enfurecidos.
[...]
Para ser justo, a sorte é sempre um fator nesses espetáculos. Qualquer grande evento pode ter um deslize imperceptível, como o NFL aprendeu em 2013, quando o Super Bowl foi adiado por quase uma hora depois de um apagão que mergulhou o Superdome, em Nova Orleans, na escuridão. Em comparação, o problema com as luzes no estádio de São Paulo durante o jogo de abertura da Copa do Mundo foi um problema menor.
[...]
Como sempre ocorre, a preocupação com a logística foi discutível. Em geral, as condições para realização dos jogos têm sido excelentes. Em cidades como Natal e Salvador – onde os campos sofreram chuva excepcionalmente pesada -, ficou comprovada a qualidade dos sistemas de drenagem. Em última análise, esta é a prioridade mais importante, pois as condições para realização dos jogos são o que geralmente definem o legado histórico de um evento.
[...]
A pesquisa interna do Palácio do Planalto citada (de forma incompleta e tímida) pela Folha faz todo sentido. Basta um mínimo de reflexão para entender. A menos que a maioria dos brasileiros seja composta de lunáticos, todos estão fazendo o “link” entre o que foi previsto e o que está acontecendo.
Ora, se foi previsto “juízo final” e, muito pelo contrário, o que se vê é uma festa linda que está encantando não só o Brasil, mas o mundo, no mínimo o mau-humor de parte dos brasileiros com Dilma Rousseff será repensado. Os mais inteligentes perceberão que ela foi alvo de tremenda injustiça, encetada, obviamente, por uma politicagem rasteira e de viés eleitoreiro. Os brasileiros não são injustos. Ao menos a maioria de nós, não é.
                                 Fonte: 

Casa da Cultura renovada ! ! !

Prefeitura inicia obras de revitalização da Casa da Cultura
Um dos marcos socioculturais nas quase nove décadas de Arapiraca foi a inauguração há cerca de 16 anos da Casa da Cultura, na Praça Luiz Pereira Lima, antiga "Praça da Prefeitura", bairro do Centro.
A Prefeitura, desta feita, entende que é a partir da manutenção de espaços como este que o desenvolvimento efetivo se dará através da educação e resgate cultural.
Por determinação da prefeita Célia Rocha (PTB), as obras de reforma da Casa da Cultura estão começando, com melhorias que devem abarcar inclusive a ida da própria Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur) para o local, que atualmente funciona no Centro Administrativo Antônio Rocha, bairro de Santa Edwiges.
Além dessa mudança, o equipamento receberá toda uma revitalização, como o aumento da capacidade do auditório - a fim de que ele, por exemplo, comporte ensaios de folguedos da terra -, construção de uma sala de manutenção e cuidados ao acervo da casa e de um local para a execução do programa municipal Livro e Leitura e ainda a criação de um café literário.
A modernização da Casa da Cultura contemplará também a acessibilidade, com o prédio sendo reformado pela equipe técnica da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Semov) para atender melhor às pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida.
Aval cultural
Com 15 anos de atividades, a Casa da Cultura, inaugurada o dia 20 de agosto de 1998 no primeiro mandato da prefeita Célia Rocha, presta um serviço à comunidade com teor de preservação e reverência à história.
Com acervo literário dos artistas de Arapiraca, réplicas de atavios utilizados na cultura fumageira e fotografias do ciclo do fumo, além de cópias de objetos da nossa Cultura Popular Tradicional, o espaço abriga ainda a Biblioteca Pública Municipal Professor Pedro França Reis, que existe desde 1959 e transferiu-se para lá quando da inauguração da Casa da Cultura - recentemente, esta biblioteca foi selecionada, juntamente às Arpairaquinhas, para participar do Programa Global Libraries, que é uma iniciativa da Fundação Bill & Melinda Gates, em parceria com o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e Fundação Biblioteca Nacional.

O local, que se encontra na Rua Esperidião Rodrigues, na Praça Luiz Pereira Lima, é voltado também para exposições de artes e feiras de pesquisas.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Arapiraca, estado de Alagoas