domingo, 28 de outubro de 2012

Por que o PT derrota o PiG !!!

Publicado em 27/10/2012

Por que o PT derrota
o PiG. E Haddad vai vencer

Enfrentar o PT, exorcizando-o, como fazem a mídia e a elite paulista é fortalecê-lo ainda mais, pois as ações de governo de Lula e Dilma têm efeito direto na vida da população, em todas as camadas sociais.
Do amigo navegante Adauto Alves:

“Enquanto a mídia e a elite paulista continuarem a tratar o PT como o partido que inaugurou a corrupção no Brasil, não levarão vantagem. Bater de frente com o partido e o presidente que implantou os maiores programas sociais da história da república brasileira é a mesma coisa de tentar quebrar pedra com a mão.


São mais de 15 milhões de empregos gerados na era PT no governo Federal, que somados ao Bolsa Família, ao Minha Casa Minha Vida (maior programa de habitação popular do Brasil), ao Pro-Uni, ao programa de cotas nas universidades fazem a diferença na melhoria das condições de vida do povo.


Globo, Veja, FSP, Estadão e Cia não entendem de ciência social, nunca mediram o impacto das mudanças introduzidas no Brasil nos últimos 10 anos.


Eles não entendem a grande inversão social que Lula implantou em benefício dos pobres deste país. Isto nunca fora feito. É por isso, que o efeito mensalão é quase nulo, que mesmo que tenha existido, é um traque perto das privatizações promovidas pelos tucanos, na era FHC.


Não entro no mérito ideológico e sim no modelo e no valor das empresas vendidas a preço de banana, um verdadeiro escândalo nacional.


Registro que todo tipo de corrupção, desde que comprovada, tem que ser punida. O que é inaceitável é a mídia querer fazer crer que o PT é o partido que inventou o mal feito no país, sem reconhecer as suas qualidades.


O PT foi o partido mais votado para prefeito no 1º turno, quando alcançou mais de 17 milhões de votos, ficando o PMDB em segundo.


Enfrentar o PT, exorcizando-o, como faz a mídia e a elite paulista é fortalecê-lo ainda mais, pois as ações de governo de Lula e Dilma têm efeito direto na vida da população, em todas as camadas sociais.


A mídia trata o PT com desprezo, destilando o seu ódio de classe, que cria duas categorias: a que tem simpatia pelo partido e os anti-PT, como ela.


Além dos méritos do partido, que promoveu uma verdadeira revolução social no Brasil, outro fator que faz o sucesso de Lula e do PT é a forma como a mídia os combate.


Ela defendia a queda nos juros, hoje é contra; defendia a desoneração da produção, hoje é contra; pregava a geração de empregos, hoje reclama. Ou seja, se o PT fez, não está no caminho certo.


Por isso, ganhar a eleição em São Paulo será a constatação clara da diminuição da influência da mídia na vida dos brasileiros. A vitória de Haddad no segundo turno será mais um recado do povo a essa gente, essa sim, os mensaleiros que mamam nas tetas do poder público.

Incluo Salvador nesta lista, que deveria derrotar ACM, o Neto – do DEM -, para o Brasil afastar de vez a ameaça de ressurgimento do carlismo, que tantos males causou à Bahia.


A mídia e a elite a paulista não são dignas da confiança dos brasileiros. Portanto, amanhã, vamos complementar a grande derrota deles.”

Alemão ganha + UMA !!


SEBASTIAN VETTEL

ACABA DE GANHAR NA

ÍNDIA, O GRANDE

PRÊMIO DE BUDDH

V O T E T R E Z E !!!!!!!






Aniversariou ONTEM e comemora HOJE com Haddad Prefeito de São Paulo !

Lula

Lula lembra 10 anos de governo do PT


"Amanhã está fazendo dez anos que ganhamos a eleição, lembra?", foi logo me dizendo o ex-presidente Lula quando liguei para ele na manhã desta sexta-feira (26) para cumprimentá-lo pelo seu aniversário. O tempo corre tão depressa que já não me lembrava direito daquele 27 de outubro de 2002, quando Lula comemorou no mesmo dia o seu aniversário e a vitória nas eleições para presidente da República. Como estamos novamente na antevéspera de uma eleição, Lula desistiu de fazer neste sábado, em que completa 67 anos, uma comemoração para lembrar a data da primeira vitória do PT. Preferiu deixar para organizar com calma, no começo de janeiro, uma série de atividades em que pretende fazer um balanço dos dez anos de governo do PT (oito dele e dois de Dilma). "Vamos discutir o que era o Brasil antes do governo do PT e o que é agora", anunciou Lula, depois de voltar de mais uma longa maratona de comícios pelo País. Bastante animado com o que viu, e principalmente com a dianteira que seu candidato Fernando Haddad abriu nas pesquisas para a eleição de domingo em São Paulo, Lula já começou a fazer planos para 2014, sem citar nomes. "Precisamos ter competência para montar uma chapa forte na disputa pelo governo do Estado." Desde que ele entrou de cabeça nas campanhas do PT, como estava sempre em trânsito, não falava com o velho amigo. Em nenhum momento da nossa breve conversa por telefone, o ex-presidente se queixou de qualquer problema de saúde, o que demonstra que ele está recuperado do tratamento do câncer na laringe, descoberto há exatamente um ano. Até a voz está voltando ao normal. E combinamos de nos encontrar na próxima semana para colocar os assuntos em dia. *** Como já não me lembrava do momento em que ficamos sabendo da vitória na eleição de 2002, recorro mais uma vez ao meu livro de memórias Do |Golpe ao Planalto — Uma Vida de Repórter (Companhia das Letras), em que conto o que aconteceu: Às cinco horas da tarde do domingo 27 de outubro de 2002, no dia em que Lula completava 57 anos, foi com muito custo que ele atendeu a meu chamado para vir até onde já se encontravam sua família _ a mulher Marisa, os quatro meninos e as noras _ e uns poucos amigos, diante do aparelho de televisão (...). A TV Globo iria anunciar o resultado da pesquisa boca-de-urna da eleição presidencial. O âncora Franklin Martins chamou a repórter, que estava ao lado do presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro: "Agora, ao vivo, vamos conhecer os resultados da pesquisa boca-de-urna com a repórter Mariana Kotscho". Por uma coincidência, a repórter era minha filha mais velha. "Olha lá, Mara! A Mariana está mesmo com jeito de grávida!": foi o primeiro e único comentário de Lula, como se o resultado anunciado por Montenegro, dando-lhe a vitória por larga margem sobre José Serra, não estivesse acabando de confirmar a primeira eleição de um operário para a Presidência da República do Brasil, depois de três tentativas frustradas. As pessoas começaram a pular, gritar e se abraçar. Lula, impassível, braços cruzados, olhava para o monitor de TV. Parecia não acreditar no que via e ouvia _ ou já esperava por aquele resultado havia muito tempo e por isso não se surpreendeu. Os filhos, também; pareciam assistir ao final de um jogo cujo resultado já conheciam. Com os números da pesquisa aparecendo na tela, não tinha mais erro. A comemoração podia começar, mas o dono da festa resistia. "Porra, Lula, nós ganhamos a eleição!", gritei, e lhe dei um tapa nas costas, para ver se ele caía na real.
No blog Balaio do Kotscho

PARABÉNS PRESIDENTE LULA


Feliz aniversário Lula, o melhor presidente do Brasil!
Saúde. Paz, Amor, Sucessos, Vitórias

Datafolha e Ibope: Haddad será eleito !!!

Escrito por Jussara Seixas

O candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, está praticamente eleito. Pesquisa do Instituto Datafolha o coloca dezoito pontos à frente de José Serra, do PSDB, nos votos válidos (58% a 42%); levantamento do Ibope é praticamente idêntico (59% a 41%); aos tucanos, cabe a tarefa de reconhecer os erros da disputa atual e buscar uma renovação de seus quadros 27 de Outubro de 2012 às 19:16 247 – A edição deste domingo da Folha de S. Paulo traz a última pesquisa antes do segundo turno das eleições municipais e o cenário permaneceu praticamente inalterado. Fernando Haddad, do PT, tem 58% dos votos válidos, contra 42% de José Serra. Salvo uma hecatombe jamais vista em disputas eleitorais, Haddad é o novo prefeito de São Paulo. No próprio Uol, que pertence à Folha, anuncia-se que o candidato do PT será eleito prefeito de São Paulo neste domingo. Levantamento do Ibope traz resultado praticamente idêntico (59% a 41%). Ao PSDB, caberá identificar os erros da campanha atual e buscar uma renovação. O discurso excessivamente conservador, como ficou provado na disputa deste ano, afastou eleitores do partido, assim como a baixaria dos últimos dias, em que se provou que a campanha de José Serra pagou para construir um site falso de Fernando Haddad. Escolhido pelo ex-presidente Lula, Fernando Haddad pode repetir a história de Dilma Rousseff, que se elegeu na primeira disputa eleitoral de sua vida. No PSDB, esta pode ter sido a última eleição disputada por Serra. De acordo com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o eleitoral reconhece certa "fadiga de material" no partido.

Por que votar nos candidatos do PT e coligados neste 2º turno !

 
ImageEstamos às portas do segundo turno nas eleições municipais. É um momento importante em que se confrontam projetos distintos para o presente e o futuro dos brasileiros.

Em muitas das capitais e cidades o confronto é direto entre os projetos dos demotucanos, que sacrificam o país, a saúde e a educação do povo no altar do ‘mercado’, dos juros elevados que engordam as contas bancárias dos 
‘investidores’, e, do outro lado, as políticas de crescimento com distribuição de renda, fim da miséria, combate à pobreza.

São conquistas que só podem ser obtidas com o fortalecimento do Estado, sem pagar tributo ao “estado mínimo” do demotucanato, que tantos prejuízos causou ao Brasil e ao povo brasileiro.

Para quem está sem travas nos olhos, é olhar e ver o governo da presidenta Dilma Rousseff, que não baixa a guarda. Continua estimulando a economia (redução do IPI para carros, FGTS para construção) e assumindo seu papel de orientar os investimentos para infraestrutura.

Estado forte e governo atento para com o presente e o futuro do país e a vida dos brasileiros, como atestam todas as iniciativas voltadas para melhorar a distribuição de renda, a inclusão com o fim da pobreza e da miséria e a questão do planejamento e da articulação das políticas.

Este é o Brasil do PT e é o país que nós queremos também para os municípios nos quais nossos prefeitos e vereadores – diretamente ou em coligações – estão sendo eleitos.

Essa orientação geral da política do PT para o país aparece a todo momento, nas decisões e políticas setoriais anunciadas (leia as notas ‘Governo não baixa a guarda’ de 1 a 3, aqui no blog de hoje).

E os resultados também. Como a taxa de desemprego divulgada hoje mesmo pelo IBGE (5,4%, a menor para o mês de setembro desde 2002), a renda do trabalhador (aumento de 0,9% na massa de rendimento real habitual em relação a agosto e 6,5% em relação a setembro de 2011).

Os efeitos desse baixo nível de desemprego e do aumento da renda influenciam diretamente a atividade econômica brasileira que dá sinais de aquecimento, em plena crise internacional que, por sinal, não dá sinal de melhora.
Fonte: Blog do Zé Dirceu

Um novo tempo !

Escrito por Jussara Seixas

De uns tempos para cá, nossa cidade ficou para trás, longe do ritmo geral da nação -a atual gestão não fez o que era preciso contra a desigualdade Se for eleito prefeito de São Paulo, meu objetivo central será diminuir a distância que separa a cidade rica da cidade pobre. Hoje, vivemos numa cidade desequilibrada. Sofremos com a falta de planejamento urbanístico. Não temos grandes obras gerando transformação e trabalho. Não temos soluções criativas. Nos livros de urbanismo, São Paulo só aparece como referência negativa. E a verdade é que merecemos mais que isso. Quero recuperar a autoestima desta cidade cheia de energia e de criatividade, com sua extraordinária capacidade de sonhar e de realizar sonhos. São Paulo como que carrega 31 cidades dentro de si. Cada subprefeitura tem mais de 300 mil habitantes. Mas, de uns tempos para cá, estamos ficando para trás. Não estamos acompanhando o ritmo geral da nação. Não estamos contribuindo como poderíamos para o desenvolvimento do país. Não estamos exercendo nossa liderança nem ativando nossas vocações de vanguarda. Nossos indicadores sociais retratam uma realidade perversamente desigual. Falam de uma cidade com pontos altos no centro expandido, que vão declinando à medida que nos aproximamos dos bairros mais distantes. As regiões central, oeste e o início das zonas sul e leste concentram os empregos, os melhores hospitais, as melhores universidades, a renda, a infraestrutura urbana e as oportunidades. Mas não são as mais populosas. As seis subprefeituras do centro expandido contam com 64,1% dos empregos e 17,1% dos habitantes do município. As demais têm 82,9% dos habitantes e só 35,9% dos empregos. As regiões menos desenvolvidas são também aquelas em que a desigualdade gera mais violência. Embora o Plano Diretor Estratégico de Marta Suplicy já tivesse apontado essa realidade e indicado ações e instrumentos para enfrentá-la, a atual administração não fez o que era preciso em matéria de desenvolvimento regional. Nosso modelo de desenvolvimento continua concentrador e excludente. Se a cidade vem acompanhando o crescimento econômico do país, o mesmo não se pode dizer da distribuição da riqueza e de nossa situação socioterritorial. A dimensão social não tem recebido a atenção necessária. Com isso, as regiões ricas ficam mais ricas e as pobres permanecem pobres. Esse desequilíbrio explica por que São Paulo enfrenta graves problemas de mobilidade, como ruas congestionadas e trabalhadores gastando horas no trânsito. Se não superarmos o desequilíbrio, a distância entre moradia e emprego, outros problemas também não terão solução. Sei que o que me espera, caso eleito, é um tremendo desafio. E vamos enfrentá-lo. O prefeito de São Paulo tem de ser o catalisador de todos aqueles que querem caminhos novos e soluções. De todos os que estão dispostos a se engajar num grande projeto de transformação social. Se vejo a prefeitura como instrumento dessa transformação, sei também que isso só será alcançado com uma administração baseada no planejamento e na definição de metas de resultados. Trago um plano de governo claro e viável, que nasceu de conversas e discussões com a cidade. Milhares de pessoas participaram dos seminários Conversando com São Paulo. Das caravanas e debates por vários bairros e comunidades, num belo exemplo de compromisso cívico e citadino. A cidade mais humana que pretendemos construir será boa para ricos e pobres. Não aceitamos mais uma São Paulo partida, com baixa qualidade de vida e uma população amedrontada pela violência. Queremos uma São Paulo unida e à altura de sua grandeza. O candidato do PT, FERNANDO HADDAD, 49, é mestre em economia, doutor em filosofia e professor licenciado da USP. Foi ministro da Educação (2005-2012, governos Lula e Dilma) Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.