segunda-feira, 12 de julho de 2021

A falsa SENSAÇÃO de segurança e a realidade das UTIs ! ! !

A vacina, a falsa sensação de 


segurança e a realidade das UTIs


Por Jarbas da Silva Motta Junior*

A vacinação da Covid-19 avança no mundo, a morte de idosos diminui e aumenta a sensação de que o pior da pandemia já passou.

Seja pela exaustão da população que se manteve até agora isolada, pela necessidade de sair para trabalhar ou por acreditar que nas pessoas mais jovens o vírus é menos agressivo.

O fato é que os cuidados e, principalmente, o isolamento diminuíram.

Mas, por mais desanimador que seja, ainda temos algum tempo até podermos afrouxar de vez o distanciamento, o uso de máscaras e de álcool em gel.

Muitos pensam que, pelos avós ou pais já estarem imunizados com as duas doses da vacina, não tem problema o almoço de domingo com a família toda reunida, o filho adolescente ir na festinha do amigo e até mesmo tomar uma cervejinha enquanto curte o jogo do time do coração com a turma.

Mas, infelizmente, não é isso que observamos nos hospitais. Os leitos das UTIs continuam lotados.

O que mudou foi o perfil dos pacientes, mas a expressão de pavor diante do agravamento da doença e do medo de morrer é a mesma.

Agora os pacientes são mais jovens. Nós nos enxergamos cada vez mais neles, que estão com os filhos pequenos em casa e a família em prantos.

O corpo mais sadio, muitas vezes sem nenhuma comorbidade, luta com um vírus cada vez mais agressivo, que algumas vezes deixa cada um de nós, os profissionais da saúde, com a impressão que ainda não aprendemos a lidar com as facetas do coronavírus no organismo e suas complicações.

Mesmo que nós tenhamos aprendido e lutado muito, o comportamento sem responsabilidade de alguns faz com que o vírus seja mais rápido e nos surpreenda sempre.

E o tempo de internação acaba sendo ainda maior. Vemos pacientes que ficam semanas e mais semanas em um leito de hospital.

Nesses 15 meses de pandemia, é difícil o profissional de saúde que ainda não tenha escutado a súplica pela promessa de melhora, da possibilidade de passar o próximo dia dos pais junto do seu filho, natal com a família ou simplesmente para sair da intubação com vida. Nunca foi tão desafiador e exaustivo trabalhar em uma unidade de terapia intensiva.

Os casos são cada vez mais graves e complexos. Muitas vezes os pulmões parecem pedras, devido à rigidez causada pela quantidade de fibroses.

O momento certo para a extubação é uma incógnita. Cada vez mais recorremos a tratamentos extremos, que consideramos a última chance de respiro de um paciente, quando nos deparamos com o triste “é tudo ou nada”.

E tudo na Covid-19 é muito difícil. Não ter a liberdade de ir e vir para cumprir a rotina diária é desgastante. Não poder encontrar os amigos é complicado.

Trabalhar na saúde está pesado. Lembre-se disso, mesmo no momento de tomar um café com o colega que está de máscara diariamente trabalhando com você. Muitas vezes é nesses minutos que acontece o contágio.

É desafiador, mas precisamos ter um pouco mais de paciência. Porque, se por um lado, o número de atestados de óbitos que assinamos nos hospitais aumentou, por outro, continuamos presenciando os casos de superação da doença, de milagres que assistimos todos os dias. Essa pandemia vai acabar, mas, para isso, cada um precisa assumir a sua responsabilidade e fazer a sua parte. 

 * Jarbas da Silva Motta Junior é médico intensivista e coordenador da UTI Covid do Hospital Marcelino Champagnat em Curitiba, capital paranaense 

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Em junho Flor do Mandacaru PERMANECEU na liderança ! ! !

Web Rádio Flor do Mandacaru


Manhã das Estrelas” aos sábados das dez ao meio dia
 com Miguel Alves

Aqui, você ouve música!

Arapiraca / AL – Brasil


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quinta-feira, 1 de julho de 2021

Temos que procurar a melhor e menos AGRESSIVA forma de chegar ao divórcio ! ! !

Divórcios no Brasil pandêmico

por Sáloa Neme da Silva - advogada especialista em Direito de Família


O divórcio, por si só, traz desconforto para o casal. Romper uma relação onde se havia apostado no sucesso, por mais que nos esforcemos, torna-se muito difícil. Restaurar o estado ideal de comunhão de vida é praticamente impossível! Pior, ainda, quando o reflexo da nossa infelicidade aparece no rosto dos queridos filhos ou no seu comportamento.

Então? Devemos manter a fachada, suportar os desacertos e continuar juntos? Entendo que não, pela experiência de 40 anos ouvindo e amparando "divorciandos" e ainda pelo meu particular divórcio originado em desfeito casamento.

O Brasil oportunizou nos divorciarmos a partir de 1977; portanto, há 44 anos. Um fato torna-se história após 50 anos de seu acontecimento. Podemos quase dizer que é histórica ao povo brasileiro a solução de desfazimento da relação onde se dá fim ao casamento civil.

Os escritórios que pautam sua atenção na área de Família e Sucessões podem afirmar que aumentaram muito as consultas neste período pandêmico. O isolamento social sustenta discórdias que afloram por essa aproximação; pela falta de convívio com outras pessoas que não as da família e que nos estendem a um horizonte que se aprecia junto com nosso par e filhos; diminuíram as possibilidades até de conservarmos nossa saúde mental (em terapias), a saúde física junto a clínicas, academias e salões de beleza.

O ano passado registrou um recorde na busca de divórcios, chegando a 43,8 mil levantados pelo Colégio Notarial do Brasil. A facilidade com que se realizam - judicial ou extrajudicialmente - também acelera estas decisões de rompimento do vínculo. As audiências de conciliação, hoje, são substituídas por mediações que, com o tempo, acredito, terão sucesso quando a qualificação dos mediadores, com o tempo, seja maior e mais específica.

Enfim, nós temos que procurar a melhor e menos agressiva forma de chegar ao divórcio, porque as sequelas também atingirão nossos filhos. A divergência reside na pensão e na partilha de bens, quando existem. O alimentante (provedor), na maioria das vezes quer tirar vantagem, estendendo ao filho o mínimo possível. O que dirá essa criança quando souber? E saberá, tenham certeza! Sem esquecer que ambos devem contribuir com o mesmo percentual sobre o que ganham, fazendo com que valores diferentes tenham igual reflexo. Por fim, quem ama provê!

sábado, 26 de junho de 2021

Escárnio e PROVAS de corrupção no des-GOVERNO brasileiro ! ! !

  "entrevista dos senadores da CPI do

  TERROR(?)  

sobre milicianos que governam nosso país" 

 noite de sexta feira de 25 de junho de 2021 

 "Nada há de mais GRAVE na história da República brasileira do que está acontecendo HOJE em nosso país" 
Randolfe Rodrigues
(membro da CPI)

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https://www.youtube.com/watch?v=PHAs0E2OxbU

LUIZ LIVRE PARA CONQUISTAR O TRI ! ! !