quinta-feira, 22 de julho de 2021
segunda-feira, 19 de julho de 2021
segunda-feira, 12 de julho de 2021
A falsa SENSAÇÃO de segurança e a realidade das UTIs ! ! !
A vacina, a falsa sensação de
segurança e a realidade das UTIs
Por Jarbas da Silva Motta Junior*
A vacinação da Covid-19 avança no mundo, a morte de idosos diminui e aumenta a sensação de que o pior da pandemia já passou.
Seja pela exaustão da população que se manteve até agora
isolada, pela necessidade de sair para trabalhar ou por acreditar que nas
pessoas mais jovens o vírus é menos agressivo.
O fato é que os cuidados e, principalmente, o isolamento
diminuíram.
Mas, por mais desanimador que seja, ainda temos algum tempo até
podermos afrouxar de vez o distanciamento, o uso de máscaras e de álcool em
gel.
Muitos pensam que, pelos avós ou pais já estarem imunizados com
as duas doses da vacina, não tem problema o almoço de domingo com a família
toda reunida, o filho adolescente ir na festinha do amigo e até mesmo tomar uma
cervejinha enquanto curte o jogo do time do coração com a turma.
Mas, infelizmente, não é isso que observamos nos hospitais. Os
leitos das UTIs continuam lotados.
O que mudou foi o perfil dos pacientes, mas a expressão de pavor
diante do agravamento da doença e do medo de morrer é a mesma.
Agora os pacientes são mais jovens. Nós nos enxergamos cada vez
mais neles, que estão com os filhos pequenos em casa e a família em prantos.
O corpo mais sadio, muitas vezes sem nenhuma comorbidade, luta
com um vírus cada vez mais agressivo, que algumas vezes deixa cada um de nós,
os profissionais da saúde, com a impressão que ainda não aprendemos a lidar com
as facetas do coronavírus no organismo e suas complicações.
Mesmo que nós tenhamos aprendido e lutado muito, o comportamento
sem responsabilidade de alguns faz com que o vírus seja mais rápido e nos
surpreenda sempre.
E o tempo de internação acaba sendo ainda maior. Vemos pacientes
que ficam semanas e mais semanas em um leito de hospital.
Nesses 15 meses de pandemia, é difícil o profissional de saúde
que ainda não tenha escutado a súplica pela promessa de melhora, da
possibilidade de passar o próximo dia dos pais junto do seu filho, natal com a
família ou simplesmente para sair da intubação com vida. Nunca foi tão
desafiador e exaustivo trabalhar em uma unidade de terapia intensiva.
Os casos são cada vez mais graves e complexos. Muitas vezes os
pulmões parecem pedras, devido à rigidez causada pela quantidade de fibroses.
O momento certo para a extubação é uma incógnita. Cada vez mais
recorremos a tratamentos extremos, que consideramos a última chance de respiro
de um paciente, quando nos deparamos com o triste “é tudo ou nada”.
E tudo na Covid-19 é muito difícil. Não ter a liberdade de ir e
vir para cumprir a rotina diária é desgastante. Não poder encontrar os amigos é
complicado.
Trabalhar na saúde está pesado. Lembre-se disso, mesmo no
momento de tomar um café com o colega que está de máscara diariamente
trabalhando com você. Muitas vezes é nesses minutos que acontece o contágio.
É desafiador, mas precisamos ter um pouco mais de paciência. Porque, se por um lado, o número de atestados de óbitos que assinamos nos hospitais aumentou, por outro, continuamos presenciando os casos de superação da doença, de milagres que assistimos todos os dias. Essa pandemia vai acabar, mas, para isso, cada um precisa assumir a sua responsabilidade e fazer a sua parte.
* Jarbas da Silva Motta Junior é médico intensivista e coordenador da UTI Covid do Hospital Marcelino Champagnat em Curitiba, capital paranaense
sexta-feira, 2 de julho de 2021
Em junho Flor do Mandacaru PERMANECEU na liderança ! ! !
Aqui, você ouve música!
quinta-feira, 1 de julho de 2021
Temos que procurar a melhor e menos AGRESSIVA forma de chegar ao divórcio ! ! !
Divórcios no Brasil pandêmico
por Sáloa Neme da Silva - advogada especialista em Direito de Família
O divórcio, por si só, traz desconforto para o casal. Romper uma relação onde se havia apostado no sucesso, por mais que nos esforcemos, torna-se muito difícil. Restaurar o estado ideal de comunhão de vida é praticamente impossível! Pior, ainda, quando o reflexo da nossa infelicidade aparece no rosto dos queridos filhos ou no seu comportamento.
Então? Devemos manter a fachada, suportar os desacertos e continuar
juntos? Entendo que não, pela experiência de 40 anos ouvindo e amparando
"divorciandos" e ainda pelo meu particular divórcio originado em
desfeito casamento.
O Brasil oportunizou nos divorciarmos a partir de 1977; portanto, há 44
anos. Um fato torna-se história após 50 anos de seu acontecimento. Podemos
quase dizer que é histórica ao povo brasileiro a solução de desfazimento da
relação onde se dá fim ao casamento civil.
Os escritórios que pautam sua atenção na área de Família e Sucessões
podem afirmar que aumentaram muito as consultas neste período pandêmico. O
isolamento social sustenta discórdias que afloram por essa aproximação; pela
falta de convívio com outras pessoas que não as da família e que nos estendem a
um horizonte que se aprecia junto com nosso par e filhos; diminuíram as
possibilidades até de conservarmos nossa saúde mental (em terapias), a saúde
física junto a clínicas, academias e salões de beleza.
O ano passado registrou um recorde na busca de divórcios, chegando a
43,8 mil levantados pelo Colégio Notarial do Brasil. A facilidade com que se
realizam - judicial ou extrajudicialmente - também acelera estas decisões de
rompimento do vínculo. As audiências de conciliação, hoje, são substituídas por
mediações que, com o tempo, acredito, terão sucesso quando a qualificação dos
mediadores, com o tempo, seja maior e mais específica.
Enfim, nós temos que procurar a melhor e menos agressiva forma de chegar ao divórcio, porque as sequelas também atingirão nossos filhos. A divergência reside na pensão e na partilha de bens, quando existem. O alimentante (provedor), na maioria das vezes quer tirar vantagem, estendendo ao filho o mínimo possível. O que dirá essa criança quando souber? E saberá, tenham certeza! Sem esquecer que ambos devem contribuir com o mesmo percentual sobre o que ganham, fazendo com que valores diferentes tenham igual reflexo. Por fim, quem ama provê!
sábado, 26 de junho de 2021
Escárnio e PROVAS de corrupção no des-GOVERNO brasileiro ! ! !
"entrevista dos senadores da CPI do
TERROR(?)
sobre milicianos que governam nosso país"
https://www.youtube.com/watch?v=PHAs0E2OxbU





