domingo, 4 de março de 2018

Vídeo com EXCEPCIONAIS cantantes em "Filho do Dono" ! ! !

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Música Filho do Dono
Autor Flávio José



Não sou profeta
Nem tão pouco visionário
Mas o diário
Desse mundo tá na cara

Um viajante
Na boléia do destino
Sou mais um fio
Da tesoura e da navalha

Levando a vida
Tiro verso da cartola

Chora viola
Nesse mundo sem amor

Desigualdade
Rima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia
Que console um cantador

A natureza na fumaça se mistura
Morre a criatura
E o planeta sente a dor

O desespero
No olhar de uma criança

A humanidade
Fecha os olhos pra não ver

A ambição desamor à ignorância
Aumenta o crime
Cresce a fome do poder

Boi com sede bebe lama
Barriga seca não dá sono

Eu não sou dono do mundo
Mas tenho culpa, porque sou
Filho do dono



eua (continuam) COMPRANDO nosso País ! ! !

Como os Estados Unidos seduzem autoridades brasileiras para conseguir o que querem
por Joaquim de Carvalho*


FHC (sentado ou num degrau abaixo?),
rindo do nosso povo ao iniciar a entrega da nossa soberania 
(com Bill Clinton e seus capangas)

Em 1920, o então presidente dos Estados Unidos, Warren G. Harding, disse: “Esta é uma nação essencialmente de negócios”. Seu sucessor, Calvin Coolidge, complementou: “O negócio da América são os negócios”.

Os Estados Unidos
não têm amigos, têm interesses e, em nome deles, até mantêm uma política de amizades aparentes.

Digo isso a propósito da
decisão do governo de Donald Trump de sobretaxar a importação de aço, que atinge em cheio as siderúrgicas brasileiras.

Ainda trabalhava na Globo quando ouvi de uma autoridade brasileira, quadro do governo de Fernando Henrique Cardoso, como se deu o relacionamento dele com o Departamento de Estado americano.

No início dos anos 2000, ele recebeu o telefonema da Embaixada dos Estados Unidos e foi convidado para participar de um programa mantido pelo Departamento de Estado.


Poderia conhecer qualquer lugar nos Estados Unidos, com
todas as despesas pagas, inclusive de tradutor. A única exigência é que fizesse algumas visitas, uma delas ao Departamento de Estado.

Ele fala inglês, mas contratou o tradutor, que fez, as vezes de motorista. Dinheiro não era problema.


Ele passou um mês nos Estados Unidos.


Quando retornou, passou a receber convites para eventos no Consulado dos EUA em São Paulo, cidade onde mora.


Ele e a mulher também fizeram amizade com um casal de funcionários do Consulado. Jantavam na casa um do outro. Iam a restaurantes, peças de teatro, espetáculos de balé.


Um dia, durante um jantar, já desconfiado, resolveu perguntar:


— Vocês são da CIA?


— Sim, somos — respondeu um deles.


A resposta o desconcertou, e ele perguntou se a natureza do trabalho na CIA não era o sigilo.


— Não somos espiões, somos analistas e
fazemos parte de um programa para fazer amigos dos Estados Unidos em outros países.

A conversa prosseguiu e eles disseram que os Estados Unidos tinham sido surpreendidos por alguns eventos no mundo, como a revolução em Cuba, em que descobriu que
não tinha fontes confiáveis fora de seu território.

Não sabia nada a respeito de Cuba.


Muito tempo depois, segundo eles, descobriu-se que, em vez de manter espiões em território estrangeiro, era
mais fácil fazer amizades.

— Eu cheguei a dar informações para eles, nada que eles não viessem a saber depois, pela imprensa, mas há uma diferença entre tomar conhecimento pela imprensa e ouvir da boca da própria autoridade — diz ele, que, naturalmente, me contou a história com a condição de que não revelasse seu nome.


Assim são os Estados Unidos, na defesa do seu interesse.


Quem passa informação pode também fazer outros favores. Natural numa relação de amizade.


Em seu diário sobre a presidência, no volume I, Fernando Henrique Cardoso conta, cinco meses depois de assumir a presidência, em 1995, que foi convidado para visitar os Estados Unidos.


Esteve com Bill Clinton e depois almoçou com o vice-presidente, Al Gore.


— Sentou-se à mesa um presidente ou dono, sei lá o quê, da Raytheon, que é a empresa do Sivam-Sipam. Eu não tinha nem sido avisado disso. A esposa dele estava ao meu lado, não tocou no assunto, no que foram gentis. Ao mesmo tempo, deram um sinal do interesse que têm por esse projeto — registrou o então presidente.


A Raytheon, como se sabe,
viria a ser escolhida para tocar o projeto bilionário de monitoramento da Amazônia,

E o Brasil? Como defende seus interesses?



Desde que começou o movimento que resultaria no golpe, o Brasil cedeu bastante: mudou as regras de partilha dos poços do pré-sal, exatamente como José Serra disse à americana Chevron que faria, segundo telegrama que veio à tona pelo Wikileaks, abriu negociações para o aluguel da Base de Alcântara, fez treinamento militar conjunto com tropas americanas na Amazônia, negocia a venda do controle acionário da Embraer, mudou as regras para contratação de prestadores de serviço da Petrobras, acabando com a exigência do conteúdo nacional, além de iniciar a venda intensa de ativos públicos, como a Eletrobras, e fazer um acordo para a Petrobras indenizar investidores americanos, entre outras medidas (a lista é grande).

— O Brasil está sendo vendido, pedaço por pedaço — alertou Dilma Rousseff, no Twitter, com a experiência de quem ficou mais de cinco anos no Planalto.

E, por essas entregas, o que o país recebeu em troca?


A sobretaxa do aço, um bem importante para a economia brasileira.


O Brasil está sob ataque e, hoje, não há uma instituição brasileira que defenda o país.

Resultado de imagem para joaquim de carvalho jornalista*Joaquim de Carvalho Editor do Saite DCM (Diário do Centro do Mundo), é jornalista, autor do livro “Basta!: Sensacionalismo e Farsa na Cobertura do Assassinato de PC Farias”. Já produziu para o DCM matérias e documentários marcantes, como o “Helicoca”, a história da sonegação da Globo e o destino da Lista de Furnas.


ô-XENTE, CUIDADO, pois as palavras na cor vermelha constam originariamente no texto, mas os destaques e ênfases são deste BLOGUEIRO.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Senador faz DESABAFO e cita ‘vagabundagem judiciária’ ! ! !

Surpreendente; senador do MDB faz desabafo e cita ‘vagabundagem judiciária’



ACESSE



Presidente LULA em caravana pelo Brasil ! ! !

Caravana de Lula vai percorrer a Região Sul do Brasil

Viagem vai começar com ato na Unipampa em Bagé
A caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que vai percorrer os três estados da região Sul do Brasil começa no dia 19 de março em Bagé, no Rio Grande do Sul. 
“Vamos começar a quarta caravana em Bagé na Unipampa e em seguida com uma conversa pública em Santana do Livramento entre o presidente Lula e o presidente Pepe Mujica sobre o desenvolvimento da América do Sul na divisa entre o Brasil e o Uruguai”, comentou o coordenador das Caravanas, Márcio Macedo. “As caravanas do presidente Lula vão continuar acontecendo por todo país”, garantiu.
O projeto “Lula pelo Brasil”, que já percorreu o nordeste e o sudeste do país, chega agora a sua quarta etapa passando pelo Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina durante nove dias.  O percurso, que será todo feito de ônibus por Lula, passará por pelo menos 14 cidades e se encerra no dia 28 de março em Curitiba. 
Governo Lula em números
O projeto Lula Pelo Brasil é uma iniciativa do PT com o objetivo de perscrutar a realidade brasileira, no contexto das grandes transformações pelas quais o país passou nos governos petistas e o deliberado desmonte dos programas e políticas públicas de desenvolvimento e inclusão social, que vem sendo operado pelo governo golpista desde 2016.
Uma história de muitas caravanas
Viajar pelo Brasil, conversando com as pessoas, não é novidade para Lula. Ele percorreu o país nos anos 1970, para organizar o novo movimento sindical; nos anos 1980, para construir o PT; nas Caravanas da Cidadania, de 1992 a 1994, para construir um programa de governo de baixo para cima. 
Na presidência, recusou-se a ficar encastelado no Planalto e continuou percorrendo o Brasil. Esse modo de atuar na política junto com o povo diferencia Lula de outras lideranças nacionais. E agora sua caravana percorre o sul do país.
Confira as cidades por onde a caravana vai passar:
Segunda-feira, 19 de março de 2018
Manhã – BAGÉ
Tarde – SANTANA DO LIVRAMENTO

Terça-feira, 20 de março de 2018
Tarde – SANTA MARIA

Quarta-feira, 21 de março de 2018
Tarde – SÃO BORJA

Quinta-feira, 22 de março de 2018
Manhã – Paradas: SÃO MIGUEL DAS MISSÕES / CRUZ ALTA
Tarde – PALMEIRA DAS MISSÕES

Sexta-feira, 23 de março de 2018
Manhã – Paradas: RONDA ALTA / PONTÃO
Tarde – PASSO FUNDO
Noite – PORTO ALEGRE
Sábado, 24 de março de 2018
Manhã – FLORIANÓPOLIS
Noite – CHAPECÓ
Domingo, 25 de março de 2018
Manhã – NOVA ERECHIM
Tarde – SÃO MIGUEL DO OESTE

Segunda-feira, 26 de março de 2018
Manhã – FRANCISCO BELTRÃO
Tarde – FOZ DO IGUAÇU

Terça-feira, 27 de março de 2018
Manhã – QUEDAS DO IGUAÇU
Tarde – LARANJEIRAS DO SUL

Quarta-feira, de 28 de março de 2018
Parada: GUARAPUAVA
Tarde – CURITIBA

FonteLULA.COM.BR

FORA GOLPISTA ! ! !

si-nistro de golpista NÃO cala mestres ! ! !

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Ato na Câmara critica tentativa do MEC de censurar disciplina sobre golpe
Lideranças do meio acadêmico, estudantes e parlamentares afirmaram nesta quinta-feira (1º) que a recente ameaça do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), de interferir na autonomia da Universidade de Brasília (UnB) para censurar a ministração da disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia”, criada pelo professor de Ciência Política Luís Felipe Miguel, é uma atitude típica de um governo “antidemocrático e ilegítimo”. As críticas foram feitas durante ato realizado na Câmara, comandado pela deputada Erika Kokay (PT-DF), em defesa da autonomia universitária e da liberdade de pensamento.

O jurista e professor de Direito Público da UnB, Marcelo Neves, explicou que “a tentativa de amordaçar a UnB obedece a mesma lógica de destruição das universidades públicas”. Segundo ele, “primeiro pelo estrangulamento financeiro, com o objetivo de inviabilizá-la, e depois censurando a crítica”.
“Esse é o pano de fundo da atuação do MEC contra o professor da UnB que criou a disciplina sobre o golpe de 2016, que apenas serviu como pretexto para interditar o pensamento crítico e a liberdade de cátedra”, disparou.
A tentativa de intimidação de Mendonça Filho, que ameaçou inclusive acionar órgãos de controle e o Ministério Público para cassar a disciplina sobre o golpe, também revoltou líderes estudantis da UnB. Para o coordenador do Diretório Central dos Estudantes, Samuel Ted, não faltam provas de que ocorreu um golpe no País em 2016.
“O atual momento histórico e político confirma que sofremos um golpe em 2016, que teve como projeto subordinar o Brasil aos interesses internacionais, desmantelar a educação e a nossa ciência e tecnologia, além do retirar direitos das minorias”, observou.
No mesmo sentido, a representante da União Nacional dos Estudantes (UNE), Denise Soares, também destacou que a atitude do ministro pode ser considerada mais um golpe, desta vez, contra o conhecimento.
“Nós da UNE encaramos essa atitude do MEC como mais um golpe, agora praticado para impedir o conhecimento do outro lado do chamado impeachment. Eles não vão conseguir calar os professores que tem senso crítico, e que desejam contar o outro lado da história que é ignorado pela mídia”, ressaltou.
Ao lembrar da época em que foi expulsa da UnB (cursava Psicologia em 1976) porque combatia a ditadura militar, a deputada Erika Kokay observou que a ameaça de censura a disciplina do golpe obedece a mesma lógica ditadura militar de calar o pensamento crítico.
“O golpe cada vez assume uma roupagem diferente, seja a toga, a farda militar ou o terno, mas sempre com objetivo de controlar a sociedade. Agora, para se manter no poder e entregar direitos e mesmo o País, ameaçam as universidades porque são espaços de discussão de ideias que se contrapõe a essa hegemonia”, disse.
Representando a reitoria da UnB, o professor Sérgio Freitas agradeceu as manifestações de solidariedade a instituição e ao professor Luís Felipe Miguel. Ele destacou que todo o processo de criação da disciplina sobre o golpe obedeceu aos critérios da autonomia universitária.
“Todas as 3600 disciplinas ministradas na UnB seguem os mesmos ritos e normas para serem criadas. Todas têm o objetivo de oferecer aos estudantes o melhor ensino dentro do contexto da autonomia universitária, que garante a disseminação do saber e das ideias com o objetivo de formarmos um País melhor”, ressaltou.
Também discursaram no ato contra a atitude do MEC a senadora Fátima Bezerra (PT-RN); a presidente da Associação Brasileira de Antropologia, Lia Zanoto; e a dirigente nacional da CUT, Graça Costa.

Héber Carvalho no saite
PT na Câmara

Vídeo LINDO de uma BOA música ! ! !