sábado, 3 de outubro de 2015

PITACOS DO DIA ! ! !

PITACOS DO DIA
                                                                                                 
BLOG CONVERSA AFIADA
                                                          Paulo Henrique Amorim



“Cunha, Marinho e Del Nero aderem à campanha da Embratur de incentivo ao turismo interno”
Palmério Dória

“Dilma deixa o PiG e a oposição tossindo e prossegue sem cortar os programas sociais.”
Totonho

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Parlamentares articulam afastamento de Cunha ! ! !

Parlamentares articulam afastamento de Cunha


publicado em 01/10/2015

MP suíço encontrou US$ 5 milhões em contas do deputado. Em março, na CPI, ele negou ter conta no exterior

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Suíça enviou ao Brasil dados sobre contas
 Na Rede Brasil Atual:

Deputados, senadores e juristas reunem-se com Rodrigo Janot e ministros do STF. Ideia é votar afastamento do presidente da Câmara assim que for formalizada denúncia, com base na Constituição


Brasília – As notícias de que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e familiares possuem contas na Suíça reforçaram o movimento por uma saída jurídica para afastar o parlamentar do cargo. Ontem (30), seis parlamentares, juristas e magistrados aposentados, mas ainda com grande influência no Judiciário, tiveram um encontro reservado com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para falar sobre o assunto. Dias antes, integrantes do mesmo grupo se reuniram com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O objetivo dos dois movimentos foi pedir a Janot para que, quando for oferecer a denúncia contra Cunha ao STF, inclua no seu parecer a sugestão de que, ao virar réu, ele seja afastado da presidência da Casa. E ao STF, que apoie o parecer e tome providências imediatas quanto a isso.

A informação – confirmada por dois senadores, um deputado e um magistrado – é de que não houve uma menção de Janot no sentido de fazer a inclusão desta sugestão no seu texto. Ao mesmo tempo, o procurador-geral, conhecido pelo estilo discreto, ficou de analisar a situação de Cunha e esta possibilidade. O mesmo aconteceu com os ministros do STF, que apesar de destacarem que possuem opiniões pessoais nesse sentido, consideram o entendimento do colegiado do tribunal sobre a questão uma missão “não impossível, mas complicada”, como um deles chegou a dizer.

A questão é polêmica porque envolve bem mais do que o fortalecimento das instituições republicanas. Além de ser público nos corredores da mais alta Corte do país que existem interpretações distintas entre os ministros sobre o assunto, o principal melindre a ser enfrentado pelo tribunal, no caso, será abrir mais um confronto entre Legislativo e Judiciário. O grupo que articula esta saída do presidente da Câmara, tão logo ele seja indiciado, toma como base o artigo 86 da Constituição Federal, com o argumento de que Eduardo Cunha, hoje, é o terceiro na linha de sucessão à Presidência da República, depois de Dilma Rousseff e Michel Temer.

E o artigo 86, no seu parágrafo 1º, inciso 1º, define que o presidente da República “ficará suspenso de suas funções nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”. Esses parlamentares e juristas entendem que tal artigo se aplica diretamente a todos os que estão na linha sucessória. Mas a tese precisa ser aprovada pelo colegiado do Supremo, uma vez que Cunha nunca chegou a assumir a Presidência da República.

Por isso, se a ideia for apresentada como sugestão, no parecer de Janot, é um forte reforço no sentido de pressionar "implícita e democraticamente" o STF, conforme contou um senador ouvido pela RBA.

Para o mestre em direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP) e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil Luiz Flávio Gomes, as notícias das contas na Suíça configuram mais um dos passos no caminho da condenação do deputado. O primeiro, citado por Gomes, foi a referência a Cunha feita em delação premiada pelo lobista Júlio Camargo (de que teria pago US$ 5 milhões em propina ao deputado). Os outros são: a confirmação da validade da delação, por meio de provas materiais – o que está sendo averiguado a partir das últimas notícias –, o oferecimento da denúncia ao STF pela PGR e a perda do cargo de presidente da Câmara, durante a condução do processo.

Depois, na avaliação do jurista, viria o julgamento, no qual ele tem direito à ampla defesa e ao contraditório e, se condenado, a cassação do cargo de deputado federal e encaminhamento para cumprir sua pena em algum presídio. “Ele tem o direito de defesa, obviamente, mas a cada dia surgem mais provas que o incriminam”, afirmou Flávio Gomes.

De acordo com o professor, “em nenhum país do mundo menos corrupto a presidência da Câmara dos Deputados seria ocupada por alguém acusado de ter recebido U$ 5 milhões de dólares de propina”. “A cultura desses países é totalmente distinta da permissividade que vigora nos países plutocratas, oligarcas e cleptocratas como o Brasil (onde está difundida a ideia e a ideologia de que os privilegiados estão acima da lei)”, destacou, em artigo sobre o tema publicado em julho passado.

Luiz Flávio Gomes acrescentou ainda à RBA que a prisão de Eduardo Cunha só poderá ocorrer se todas as acusações ficarem provadas e depois de condenação criminal com trânsito em julgado. “Antes disso, tem de haver uma acusação formal (denúncia) do Ministério Público. A denúncia deve ser oficialmente recebida pelo pleno do STF, porque enquanto os deputados e senadores são julgados pelas turmas do tribunal, os presidentes do Senado ou da Câmara só podem ser julgados pelo total dos 11 ministros que compõem a Suprema Corte”, explicou.
Democracia em jogo

O juiz federal Marlon Reis, autor do projeto de lei de iniciativa popular que resultou na Lei da Ficha Limpa e coordenador do chamado Movimento pelas Eleições Livres – que trabalha por projeto semelhante sobre reforma política com financiamento público exclusivo de campanhas –, considera que o país está diante de um quadro em que é necessário fazer a defesa da instituição Câmara dos Deputados e da democracia.

“É a democracia que está em jogo, não a vida pessoal de Eduardo Cunha. O núcleo principal da democracia é o parlamento. Não se trata de coibir a livre manifestação dos políticos, mas de impedir a manifestação de forças não políticas dentro do Congresso”, afirmou. Para Marlon Reis, nesse caso específico, a sociedade está vendo um conjunto de provas que pesam contra o presidente da Câmara.

“São várias as condutas erradas observadas nos últimos tempos. Não se viu uma figura pública com tantos artifícios para manter-se no cargo como a defesa enfática do financiamento empresarial de campanhas, por exemplo, que nada mais é do que um interesse particular. Nunca testemunhei, como cidadão brasileiro, tantos elementos para um afastamento”, acentuou.

Reis é autor do livro “O Nobre Deputado”, em cujo lançamento sofreu ameaça de processo pela Câmara por ter, na obra, um personagem que se elege como deputado federal por meio do financiamento empresarial e adota práticas escusas no cargo. O juiz ressaltou que entende, hoje, que Cunha pediu sua punição porque as condutas ilegais citadas no seu livro pelo personagem fictício "são as mesmas praticadas por ele”.

Já o advogado Aguinaldo Santarém, doutor em Direito Penal pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com escritórios em Brasília e Salvador, segue a mesma corrente dos colegas Gomes e Reis. Ele lembrou que o presidente da Câmara não pode ser preso, por ter foro privilegiado, mas o STF, além do artigo 86 da Constituição, também pode determinar seu afastamento do cargo por meio da aplicação do artigo 319, inciso 6º, do Código de Processo Penal (CPP).

Este artigo do CPP enfatiza que fica autorizado o afastamento preventivo no caso de se evitar a “contaminação de provas”. Mas Santarém alertou que isso só pode acontecer quando for feito "o recebimento da denúncia ao tribunal e ultrapassada a fase de inquérito".
Apoio minguado

Independentemente dessa questão, a situação do presidente da Câmara e sua relação entre os colegas parece se modificar em proporções aritméticas. Ontem, durante a manobra que fez para evitar a votação dos vetos presidenciais, ele foi chamado por deputados e senadores de “chantagista”, “manipulador” e “arbitrário”. E na reunião dos líderes, realizada no Senado, segundo conversas reservadas, chegou a ser citado como “bandido” em diversas ocasiões.

Cunha também vê minguar o apoio dos políticos que sempre ajudou a eleger. O seu principal pupilo, o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), dá cada vez mais sinais de ligação com o Palácio do Planalto. Sem falar que, do grupo de aproximadamente 150 deputados que ele se gabava de comandar no início do ano, quando concorria ao cargo (foi eleito com um total de 267 votos), aproximadamente 50 compareceram à sua festa de aniversário, realizada num restaurante localizado no Lago Sul – bairro nobre de Brasília – na terça-feira (29).

A festa foi animada, com música, muitas palmas e beija-mãos ao "cacique". Mas, embora tenha demonstrado ter muita gente, apresentou um número bem menor que o da chamada “bancada” do peemedebista, conforme contaram parlamentares que lá estiveram. Ao seu estilo, no entanto, Cunha evita dar sinais de abatimento, mesmo tendo cancelado uma viagem oficial que faria hoje (1º) para a Itália. Tem se recusado a falar sobre o caso das contas – disse que iria aguardar a denúncia ser comprovada e só após isso, seu advogado se pronunciaria a respeito – e demonstrado um ar de ironia fina para todas as acusações dos colegas, feitas nos últimos dias.

Hoje, parlamentares de cinco partidos, incluindo a própria legenda de Eduardo Cunha – o PMDB, ao lado do PT, Psol, PSB e Rede – apresentaram na Câmara requerimento em que solicitam informações sobre as investigações referentes às contas bancárias na Suíça em nome dele e de familiares. O requerimento também será apresentado à PGR e, caso Cunha não se manifeste até a próxima semana, será encaminhado ao Conselho de Ética da Casa, pedindo formalmente seus dados bancários e fiscais.

"Todos querem esta resposta. É um dever do presidente da Câmara se explicar ao plenário. O Ministério Público da Suíça, que desde abril investiga as contas que seriam de Eduardo Cunha e seus familiares, não é leviano de inventar história", afirmou o líder do Psol, Chico Alencar (RJ), ao divulgar o documento.
Em tempo: No Globo:

MP da Suíça encontra US$ 5 milhões em contas de Cunha


Presidente da Câmara desiste de viagem à Itália e nega perder apoio
BRASÍLIA- O Ministério Público na Suíça encontrou cerca de US$ 5 milhões em contas controladas por Eduardo Cunha. No registro das contas, o nome de Cunha, da mulher Cláudia Cruz e de uma de suas filhas aparecem como reais responsáveis pela movimentação financeira. As informações foram repassadas às autoridades brasileiras, que passarão a investigar crime de lavagem de dinheiro.

(...)
Em tempo2: Também no Globo:

Em março, Cunha negou em CPI que tivesse conta no exterior

‘Não tenho qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta que está declarada no meu Imposto de Renda’, declarou o presidente da Câmara.
Fonte: Conversa Afiada

Presidente da Câmara dos de-PUTA-dos está tranquilo . . .


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o sacana e o sacaneador

O canalha presidente da Câmara dos de-PUTA-dos, Eduardo CUnha, está consciente que NADA lhe acontecerá.

?  ?  ?      PORQUÊ  ?  ?  ? 


Já está providenciando sua filiação ao PSDB - Partido Sacana DBrasil, com abono do cheira cola Aé-çim.

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                                                          Paulo Henrique Amorim



“Esses US$ 5 milhões são só a ponta do iceberg que afundou o Titanic de Cunha”
Fernando Brito

“O Cunha é penta: 5 vezes denunciado na Lava Jato. E vai ser hexa. Antes da Seleção! Cunha Rumo ao Hexa!”
José Simão

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Sobre a notícia do publicitário Jeferson Monteiro, criador da “Dilma Bolada”, ao romper com a Dilma Presidenta ! ! !

Querida Dilma Bolada, 
assim fica feio
dilma bolada
Dilma Bolada, você explodiu nas redes sociais faz uns três anos, se não me engano – mas também não faz diferença. Sua projeção, em boa parte, deve-se ao seu inegável talento. Isso ninguém tira de você. Porém, você me lembra aquelas pessoas que, ao longo da última década, melhoraram de vida como nunca, mas atribuem essa melhora só a si mesmas.
Sempre costumo perguntar a quem diz isso por que não melhorou de vida antes. Se as políticas dos governos do PT não têm nada que ver com o carro novo, a casa nova, o filho na faculdade, enfim, com tudo o que você conseguiu só depois que Lula chegou ao poder, e se tanta gente melhorou ao mesmo tempo, então estamos diante de uma das maiores coincidências já vistas.
Com você aconteceu o mesmo, DB – permita-me a intimidade. Seu talento ficou hibernando até que a “búlgara vermelha” lhe servisse de inspiração. Você veio da Baixada Fluminense – é isso mesmo, correto? – e do anonimato para se projetar de uma forma que por certo jamais sonhara.
Ano passado, surgiu uma história de que o PSDB havia lhe oferecido meio milhão de reais para mudar de barco em pleno ano eleitoral. Dizem que a campanha da Dilma real cobriu a oferta e você não mudou.
Seja como for, você foi contratada pela campanha de Dilma. Não sei quanto lhe pagaram e nem quero saber. Trabalhar em uma campanha política é um direito de qualquer um. Porém, o destaque que a aproximação com Dilma e o PT lhe rendeu por certo ajudou a impulsionar sua brilhante carreira.
Isso sem falar dos contratos que ganhou. Disseram-me até, em um camping digital do PT, que você cobrara vinte mil reais por uma palestra. Convenhamos: Dilma Rousseff é a fada-madrinha da Dilma Bolada. É ou não é?
Porém, segundo o portal Terra, você não teve seu contrato renovado com a agência de publicidade que presta serviços ao PT e, por isso, diz que Dilma “pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão”.
Não sei… Acho que não. Acho que você ganhou muito dinheiro com a Dilma real e com o PT e se não teve seu contrato renovado, parece-me lícito imaginar que isso se deve à contenção draconiana de gastos que todo mundo está tendo que fazer.
Sabe, DB, também não gosto do PMDB, mas o PT se aliou a ele e venceram a eleição juntos. Hoje, o PMDB tem uma representação parlamentar muito mais influente. O peso do partido no governo se tornou muito grande e, aliás, legítimo, pois está referendado pelo voto popular.
Saiba, DB, que parte dos 54 milhões de votos que Dilma Rousseff teve no ano passado são votos peemedebistas. A gente pode até questionar o que leva alguém a votar no PMDB, mas não pode tirar a legitimidade de quem votou na atual presidente simplesmente porque ela se aliou a esse partido.
Entenda, minha cara, o governo Dilma não foi eleito só por petistas, apesar de esse ser o partido da presidente.
O que está acontecendo no país, minha cara, é que o governo não tem como governar sem o Congresso e, infelizmente, o PMDB é o PMDB – que usa todas as armas para ter cargos.
Mas é o mesmo PMDB que se aliou a Lula e a Dilma Rousseff em eleições anteriores. Não é um PMDB mais ou menos degradado; é o PMDB de sempre, velho de guerra. Continua degradado, jamais votaria nele, mas é impossível governar sem ele, hoje.
Se Dilma Rousseff não governa sem apoio no Congresso, o povo se dá mal. Porque um governo tem que ter condições de governar, do contrário não pode tomar as medidas que interessam a todos.
Enxergo por aí a aliança com o PMDB e a necessidade de mantê-lo apoiando o governo. Lamento pelos ministros que se foram – alguns, como o da Educação, eram muito bons.

Porém, entendo que, neste momento, não adianta ter os ministros ideais e não conseguir governar.

Precisamos recolocar o país na normalidade democrática, DB, porque o país está flertando com o inverso desse preceito sine qua non para qualquer democracia. E o reforço à aliança com o PMDB pode ajudar nesse sentido.
Porém, quero voltar à sua decisão de anunciar, espalhafatosamente, seu rompimento com Dilma Rousseff e, foi dado a entender, com o governo dela, já que você estava na equipe que dá apoio publicitário ao governo e ao PT, antes de ser desligado pela não renovação do contrato.
Dilma Rousseff não começou a governar em janeiro deste ano; está aí há quase cinco anos. Só por causa dessa reforma ministerial você diz que errou ao fazer todos os elogios que fez a ela ao longo desses anos todos? A reforma ministerial apagou tudo que você viu de bom nesse governo?
Fica difícil acreditar nisso, DB.
Sinceramente, espero que você tenha sorte na sua carreira. Acho você muito inteligente, bem-humorada, um talento que deve ser aproveitado. Contudo, por ter idade para ser seu pai – e, em pouco tempo mais, até seu avô – quero lhe dar um conselho que daria aos meus filhos e netas: dinheiro não pode ser o único objetivo da vida de ninguém.
Dinheiro é consequência do trabalho sério. Vem naturalmente, ainda que se vier dessa forma possa vir em menor quantidade. Mas eu lhe garanto que é melhor ganhar bastante dinheiro sendo coerente do que ganhar uma montanha de dinheiro sendo incoerente.
Você é jovem, tem a vida inteira pela frente. Uma carreira promissora. Se tiver mesmo valor, Dilma Bolada não será a sua última criação de grande sucesso, apesar de ter sido a primeira.
Não estou dizendo que dinheiro foi a principal motivação de seu rompimento – claro que a pressão no entorno social também influi –, mas essa matéria do Terra sobre você não ter contrato renovado com a tal agência ligada ao PT me preocupou. Fica difícil acreditar que rompeu relação tão próxima – e que lhe foi tão profícua – só pelo PMDB.
Perdoe-me, mas é o que penso.
Fique bem.
Eduardo Guimarães


ôXENTE, CUIDADO, pois as palavras na cor vermelha constam originariamente no texto, mas os destaques são deste BLOGUEIRO

Senador do Paraná DENUNCIA escândalo que ficou "debaixo do tapete" ! ! !

Requião: Banestado é a mãe de todos os escândalos
Tem Procurador morrendo de medo

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A partir do site do senador Roberto Requião (PMDB-PR):


REQUIÃO COBRA RETOMADA DO “CASO BANESTADO”, ESCÂNDALO-MÃE DA CORRUPÇÃO NO BRASIL


O senador Roberto Requião (PMDB-PR) relembrou nesta quarta-feira (30) a “Operação Macuco”, da Polícia Federal e Ministério Público Federal, que desvendou o escândalo do Banestado, quando se apurou o desvio de 124 bilhões de dólares ao exterior, através do então banco estadual do Paraná. Os valores desviados à época, afirmou o senador, somavam muito mais do que as reservas brasileiras na moeda norte-americana. Segundo o senador, a “Operação Macuco”, conduzida pelo delegado José Castilho Netto e pelo procurador Celso Três, foi o ponto de partida para desvendar os métodos e os caminhos da corrupção no país. No entanto, denunciou Requião, a operação foi abafada e desmontada, sem a punição pelos responsáveis pelos desvios.

A seguir, texto e vídeo do discurso de Requião sobre o “Caso Banestado”. 

 
Leia aqui o discurso completo.

  Fonte:
 

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                                                          Paulo Henrique Amorim



“zé, onde está o delegado José Castilho Netto, que desbaratou o Banestado?”
Requião

“A roubalheira no Banestado foi no tempo do FHC, não é isso, Dr.Moro?”
Leitor do Quarto Poder