sábado, 8 de março de 2014

Ouça Ana Carolina, Bethânia e Secos @ Molhados na FM 98,5 !!!

               Ana Carolina
Bethânia(minha deusa)
                                                                                   Secos @ Molhados 



"quinqa" quengo e incompetente !!!


MINO: JOAQUIM BARBOSA
É UM JUIZ INCOMPETENTE

“Ele confessou que as penas foram exorbitantes. Tinha o proposito de evitar a prescrição. E o mensalão tucano ?” Mino Carta fala de Justiça, “mensalões” e privataria:



Clique aqui para ver “Vídeo revelador: ‘Foi feito para isso, sim !’”"

E aqui para “Barbosa confessou: ele inflou pena de Dirceu”

sexta-feira, 7 de março de 2014

Presidenta DILMA recebe LULA em alto astral !!!


Dilma recebe Lula em alto astral

Mesmo com a relação entre PT e PMDB em ebulição, com alguns líderes peemedebistas pregando até mesmo o rompimento entre as duas legendas, a presidente Dilma recebeu o ex-presidente Lula nesta quarta (5) em clima de alto astral, como deixa claro a foto divulgada do encontro; o presidente do PT, Rui Falcão, o ministro Aloizio Mercadante, o ex-ministro Franklin Martins, o deputado Edinho Silva, o chefe de gabinete da presidenta, Giles Azevedo, e o publicitário João Santana também participaram da reunião, que discutiu as eleições deste ano, a reforma ministerial e a Copa. Afinal, resultado de encontro entre Lula e Dilma é cercado de expectativas.
A reunião entre Dilma e Lula não constava da agenda oficial da presidente. Além da crise com o PMDB, encontro também discutiu o processo eleitoral, a reforma ministerial, a liberação de emendas para conter os ânimos dos parlamentares e a Copa do Mundo. Expectativa é que reunião sirva de pontapé para debelar crise entre petistas e peemedebistas e possa alinhar encaminhamentos para o processo eleitoral. Ainda impedida de atuar como candidata, por força da legislação eleitoral, Dilma deverá contar com a força da popularidade do ex-presidente que lhe servirá de dublê neste período pré-eleitoral.
Fonte: Blog da Dima (http://www.blogdadilma.com/dilma/705-cc5j)


quarta-feira, 5 de março de 2014

Hugo Chávez SEMPRE !!!

Hugo Chávez está presente


Editorial do sítioVermelho:

Há precisamente um ano falecia o comandante Hugo Chávez Frias, presidente da República Bolivariana da Venezuela. Uma morte prematura, aos 59 anos incompletos e quando ele se encontrava no auge da sua maturidade como líder político e chefe de Estado. O desaparecimento físico de Hugo Chávez ainda hoje é sentido com dor e consternação pelo povo venezuelano, os demais povos latino-americanos e de todo o mundo.

Hugo Chávez será sempre lembrado como um dos maiores latino-americanos. Sua vida e sua obra como líder revolucionário e presidente da República Bolivariana foram dedicadas ao nobre objetivo de resgatar a dignidade da Venezuela e da América Latina. Por isso o seu nome ingressa no panteão latino-americano ao lado de Simon Bolivar e José Martí.
Sem lugar a dúvidas, Chávez foi, com Fidel Castro, seu amigo e inspirador, o principal líder anti-imperialista das últimas décadas na América Latina. Entre outros méritos que lhe reconheceu, Fidel considerou Chávez o maior amigo de Cuba em todos os tempos.

Hugo Chávez deixou importante legado, que tem sido estudado e apropriado por partidos revolucionários e movimentos políticos e sociais e inspira não só o povo e o governo venezuelanos na nova etapa sob a liderança do presidente Nicolás Maduro, mas também todos os povos da região.
No Fórum de São Paulo realizado no Brasil em julho do ano passado foi marcante a influência das suas ideias.

O pensamento e a obra de Hugo Chávez se consubstanciam no novo anti-imperialismo e na nova luta pelo socialismo nas condições do século 21, com as peculiaridades da época e da região. O anti-imperialismo, que é o próprio espírito da nossa época, a resistência dos povos à ofensiva neocolonialista dos potentados internacionais, tendem a se consolidar e se transformar numa irresistível torrente que criará as condições objetivas e subjetivas para a libertação nacional e social dos povos.
O nome e a obra de Hugo Chávez estão indelevelmente ligados a esse fenômeno.

Chávez iniciou a construção de um novo tipo de democracia popular. Tinha presente que as conquistas políticas e sociais da Revolução Bolivariana somente se realizariam com a mobilização permanente do povo,
seu protagonismo e unidade, para enfrentar poderosos inimigos internos e externos.

O dirigente desaparecido há um ano tem seu nome ligado também à unidade dos povos latino-americanos e caribenhos, ao novo tipo de integração regional soberana e solidária, cujas magnas expressões são a Aliança Bolivariana dos Povos de Nossa América (Alba) e a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac).
Chávez passa à História como um internacionalista, um estrategista que repôs na ordem do dia as tarefas mais importantes da época - a luta pelo socialismo, pela independência nacional e a paz.

Libertador moderno da Venezuela e da América Latina, Hugo Chávez, com seu pensamento e obra, está presente nas profundas transformações políticas e sociais em seu país.
Mais de uma década e meia depois da sua primeira eleição como presidente da República, a Venezuela deixou de ser um paraíso das oligarquias reacionárias e do imperialismo norte-americano e um inferno para o seu povo. É um país livre, soberano, que por caminhos tortuosos busca construir uma nova sociedade. Esta é a razão por que intermitentemente as forças reacionárias, com apoio externo, promovem intentonas golpistas, como fizeram em 2002 e fazem agora, neste início de 2014.

A maior homenagem que se pode fazer ao grande líder desaparecido
no ano passado é cerrar fileiras em torno da liderança coletiva da Revolução - formada pelo Polo Patriótico, em que atuam o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), o Partido Comunista e outras forças revolucionárias - , sob o comando do presidente Nicolás Maduro. Segue na ordem do dia a defesa da revolução democrática e anti-imperialista, da Constituição bolivariana e a realização de esforços para soerguer instituições sólidas e uma potente economia nacional.

O pensamento de Hugo Chávez estará sempre presente no empenho do povo venezuelano e dos povos amigos de todo o mundo, que saberão retribuir a solidariedade internacionalista que lhes foi prestada pelo grande líder.

Postado por Miro às 11:24 desta quarta-feira, dia cinco

Atenção: os destaques e cores diversas são deste BLOGUEIRO.

Fonte: 



terça-feira, 4 de março de 2014

Curta Janu !!!

Acesse https://www.youtube.com/watch?v=spDZo4Hgv8k e curta a última do Janu, filho de Arapiraca, interior de Alagoas. 

Cadê os "acusadores" dos mensaleiros ? ? ?

Julgamento do mensalão começa a ruir

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A cada dia que passa avolumam-se os indícios de que, como em uma espécie de reação biológica a infecções, a sociedade e as instituições democráticas vão rejeitando, pari passu com o mundo jurídico e com as instituições (imprensa incluída), os abusos e as ilegalidades perpetrados ao longo do julgamento da Ação Penal 470, vulgo julgamento do mensalão.
Ainda que a opinião publicada – que se pretende opinião pública – ainda resista, ainda que grupos de interesse continuem refestelados e se regozijando com a condenação retórica e formal de cidadãos brasileiros à prisão sem o necessário amparo de provas, a grita dos setores mais racionais contra um processo espúrio que a todos preocupa vai aumentando de volume e já ameaça tornar-se ensurdecedora.
Há cerca de um ano, a reversão dessa anomalia democrática parecia impossível. Hoje, ainda parece improvável. Mas cada vez menos…
Ainda assim, seguem ruidosos os entusiastas de condenações seletivas de pessoas ao cárcere, ou seja, de condenações levadas a cabo sob critérios forjados na medida para alguns, como em uma espécie de exceção institucional que se pensava ser possível aplicar sem que, no entanto, tal golpe na democracia afetasse mais seriamente o organismo institucional.
Como diriam os mais jovens, porém, não está “rolando”. A persistência dos que se dispõem a resistir, aliás, ganha simbolismo através de um grupo de cidadãos que acampou diante do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, a fim de protestar contra condenações sem provas. E que prometem não sair de lá até que seja vislumbrável alguma luz no fim do túnel.
Esses cidadãos têm vivido um verdadeiro inferno. Privações, ameaça de violência de grupos radicais, mas não arredam pé. Algumas horas antes de este texto se escrever sozinho, cerca de 20 homens atacaram o acampamento diante do STF e, munidos de porretes, destruíram barracas, agrediram até mulheres e foram embora.
Todavia, os que denominam seu acampamento diante do STF como “trincheira”, prometem persistir.
A esses, juntam-se juristas de renome, advogados, filósofos, jornalistas da dita “mídia alternativa”, entre muitos outros. Começaram sozinhos essa resistência, mas agora ganham a companhia de novos ministros do Supremo que também enxergam os malfeitos na primeira fase do julgamento do mensalão (em 2012) e que já estão reformando decisões.
Como se fosse pouco, até na grande mídia vai se tornando comum encontrar textos opinativos e até reportagens que, até há alguns meses, eram censurados. Na semana passada, um desses textos causou rebuliço.
No jornal O Estado de São Paulo, um repórter denúnciou que o ministro Joaquim Barbosa e alguns de seus pares teriam exagerado na dosimetria das penas dos condenados pelo julgamento do mensalão de modo a que fossem confinados a regime fechado. Essa matéria, somada à rejeição da tese de quadrilha, constitui-se em uma bomba de efeito retardado.
Contudo, um texto publicado no primeiro dia útil desta semana na Folha de São Paulo excede tudo o que a grande imprensa, de uns tempos para cá, passou a publicar em termos de questionamento ao julgamento do mensalão e, assim, expõe ao grande público talvez o que seja a maior prova da ilegalidade desse processo.
O colunista da Folha Ricardo Melo escreveu, no texto “Começar de novo” (3/3), pedido de que o julgamento seja refeito. Mas não foi só: ainda discorreu sobre um tema que, até então, estava proibido na grande imprensa. Escancarou informações sobre o inquérito 2474, conduzido paralelamente à investigação que originou a AP 470.
A grande maioria do público dos grandes jornais deve ter ficado perturbada e desorientada ao ler na coluna de Melo na Folha que “O inquérito 2474 não é um documento qualquer” e que está “Repleto de laudos oficiais” e “Investigações da Polícia Federal” que permitiriam aos réus do mensalão “Rebater argumentos decisivos para sua condenação”.
“Como assim?”, devem estar se perguntando os que só se informam pela grande mídia…
Primeiro, ficam sabendo, através do Estadão, que o “heroico” Joaquim Barbosa, com a colaboração exclusiva dos juízes que condenaram os réus, manipulou a dosimetria das penas. Agora, os leitores de uma Folha ficam sabendo que há um segundo inquérito que pode conter provas, por exemplo, de que não houve dinheiro público envolvido no mensalão.
Enquanto os bate-paus (contratados e espontâneos) dos partidos antipetistas continuam repetindo, pavlovianamente, palavras de ordem (petralhas, mensaleiros, bandidos etc.) valendo-se das condenações em um processo tão questionado a fim de desqualificar qualquer argumentação contrária, o julgamento da Ação Penal 470 começa a fazer água.
Barbosa, Gilmar Mendes, o PSDB, o DEM, o PPS e os setores da grande mídia que ainda apostam na sobrevivência daquele julgamento de exceção, entre outros, já admitem que, após todos esses fatos e a queda da tese de formação de quadrilha, “um processo” pode estar começando.
Nota: eles se referem a processo de anulação do julgamento do mensalão.
Diante disso tudo, uma reflexão: muitos, com boa dose de razão, questionam a democracia brasileira. Para os mais radicais, em nosso país não haveria democracia de verdade. Particularmente, discordo. O que é a democracia se não o fenômeno que está minando, paulatinamente, um julgamento viciado como o da AP 470?
Democracia, antes de tudo, é a possibilidade de se dizer o que se quiser a quem quiser ouvir. Muitas vezes, não chega a ser o ideal. Alguns usam mal esse direito, como os que pregam na internet até golpes de Estado. Abertamente. Porém, esse direito também serve para divulgar trapaças como as praticadas por setores do STF ao longo do julgamento do mensalão.
Finalizo, pois, recorrendo a um antigo clichê, mas que, neste momento, parece fazer mais sentido do que qualquer outra coisa: a democracia seguramente não é o melhor sistema de organização política, mas ainda não inventaram outro melhor. Seu grande mérito é impedir que qualquer pensamento ou fato sejam sonegados. Não é pouco.
Fonte: Blog da Cidadania, do jornalista/blogueiro Eduardo Guimarães

Bessinha e suas MAGNÍFICAS charges !!!